quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Morar no Brasil é 'sonho' internacional

O Brasil é um dos 12 países mais cobiçados para se morar, segundo uma série de pesquisas feitas em 65 nações pelo WIN - coletivo dos principais institutos de pesquisa do mundo - e tabulada pelo Estadão Dados. O crescimento econômico na última década, aliado à boa imagem cultural do País no exterior, fizeram com que o Brasil fosse citado como destino dos sonhos por moradores de dois em cada três países onde foi feito o estudo.
Na lista dos destinos mais cobiçados por quem não está feliz na terra natal, o Brasil é o único da América Latina, o único Bric (grupo formado por Brasil, Rússia, China e Índia) e a única nação ocidental em desenvolvimento. As pesquisas foram feitas no fim do ano passado e ouviram mais de 66 mil pessoas ao redor do globo. Elas foram questionadas se gostariam de morar no exterior se, hipoteticamente, não tivessem problemas como mudanças ou vistos e qual local elas escolheriam. Por isso, os resultados dizem mais sobre a imagem dos destinos mencionados do que com imigrantes em potencial.
Se esse desejo virasse realidade, o Brasil receberia em torno de 78 milhões de imigrantes nesse cenário hipotético. Mas, em um mundo sem fronteiras, a população do País diminuiria - 94 milhões de brasileiros se mudariam para outras nações, se pudessem. Ainda assim, 53% dos brasileiros não desejam emigrar, porcentual acima da media mundial.
Quem mais tem vontade de vir para o Brasil são os argentinos: 6% se mudariam para cá se tivessem a chance. O Brasil também está entre os cinco mais cobiçados por peruanos e mexicanos. Mas não são apenas latinos que gostariam de viver aqui. Os portugueses acham o Brasil mais atrativo do que a Alemanha, os italianos o preferem à França, os australianos o consideram o segundo país mais desejável, os libaneses o colocam em posição tão alta quanto a Suíça e até no longínquo Azerbaijão o Brasil aparece entre os quatro destinos mais sonhados, na frente até dos Estados Unidos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Rolezinhos,abuso ou preconceito ?


Por mais que nos solidarizemos com nossa juventude humilde que busca espaços para se relacionar e dar vazão ao seu amor e alegria, não é possível apoiá-la nessa onda recente de "rolezinhos" marcados em shoppings centers e outros locais privados com destinação específica.

É triste a ausência de opção de lazer para nossos jovens de camadas mais pobres. No entanto, os "rolezinhos", tal como vêm sendo marcados, atentam contra os direitos individuais e coletivos assegurados pela Constituição Federal.

Isso sem falar no direito também constitucionalmente garantido à propriedade e à livre iniciativa (arts. 1º, inc. IV, 5º, "caput" e 170). Daí porque estão corretas as liminares concedidas pelo Judiciário aos shoppings –que estabeleceram multa aos participantes.

Os shoppings são empreendimentos privados abertos ao público especificamente para compras, lazer, diversão, passeio.

A maioria deles tem cinemas e praças de alimentação. Nenhum deles tem ainda uma "praça do rolezinho", modalidade de diversão muitas vezes conturbada por jovens infratores, ferindo o legítimo direito de pais, mães e filhos a um lazer sossegado e seguro que vão buscar nesses ambientes privados e protegidos.
Se o poder público não disponibiliza, como deveria, espaços próprios para o saudável congraçamento e encontro entre jovens, nem por isso os brilhantes moços que os organizam deixam de ter alternativas interessantes.
E todas elas são protegidas pela Constituição
O inc. XVI do art. 5º garante que "todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização", bastando "prévio aviso à autoridade".
Ora, porque não fazer uns "rolezinhos" no sambódromo ou outros locais públicos? Os convocados pela internet não vão faltar. Meninos e meninas levam o som, comidinhas e bebidinhas (sem álcool de preferência senão tumultua e nem namoro acontece). Aí a festa "rola" de forma "legal", no duplo sentido.
Juridicamente, basta os organizadores enviarem cópia da convocação à prefeitura e à Secretaria de Segurança.

sábado, 18 de janeiro de 2014

Crescem protestos por recortes na Espanha

Madri, 18 jan- Os distúrbios nesta semana na cidade de Burgos, comunidade autônoma de Castilla y León, provocaram reações de apoio em várias regiões da Espanha que reforçam um movimento de protesto contra a política de recortes.
Os incidentes iniciaram em Gamonal, um bairro operário de Burgos, com os mais altos níveis de desemprego da cidade, cujos moradores rejeitam que se dediquem oito milhões de euros a um projeto urbanístico em uma zona muito afetada pela crise.

É absurdo dar oito milhões de euros para a construção do bulevar mas não 187 mil euros para reformar uma creche, disse ao jornal digital Público Laura Pérez, mãe de cinco crianças, que em 2013 lutou contra o fechamento de uma creche no bairro.

De acordo com suas declarações, na cidade há mais de sete mil crianças de um a três anos, mas a prefeitura só oferece 306 vagas.

Pérez ilustra o grau de sensibilidade existente, catalizador dos protestos que provocaram a suspensão da obra após a queima de contêiners de lixo, confrontos com a polícia e quase cinquenta detidos.

Os protestos foram apoiados em Madri e outras cidades como expressão de uma situação que continua sendo muito difícil para a população, apesar das declarações do governo sobre a recuperação, a partir de dados macroeconômicos.

Na opinião de Pedro de Palacio, coordenador da Izquierda Unida em Burgos e Raúl Salinero, vereador da cidade, os incidentes têm sua origem em uma política de saque aos cidadãos e concentração da riqueza.

Bancos que financiam a festa urbanística e construtoras ligadas ao setor financeiro levam a bolada e concentram a propriedade que sustenta os partidos subordinados às elites econômicas, afirmaram os políticos em um recente artigo.

Segundo as estatísticas municipais em Gamonal, os altos números de desemprego e pobreza vão acompanhadas pelos recortes aplicados para enfrentar a crise e a metade dos desempregados não cobram subsídio.

Os protestos contra o projeto urbanístico e a construção de um estacionamento privado iniciou após dois anos durante os quais os moradores expuseram seus argumentos contra as obras.

A semana deixou uma vitória, ao menos temporária, para os residentes de Gamonal com a paralisação dos trabalhos, mas também expôs a nível nacional uma situação com a qual se identificaram grupos de pessoas em outras regiões do país.

As marchas em Gamonal continuam pedindo a detenção definitiva das obras e a saída de Burgos de agentes das forças da ordem enviados para enfrentar os protestos, enquanto ações similares foram anunciadas também em outras cidades.

O movimento ilustra, na opinião de observadores, a sensibilidade de parte da população mais afetada pela crise que não vê as melhorias chegar, enquanto as autoridades afirmam que o pior já passou e que a Espanha iniciou o caminho à recuperação

Viagens turísticas ao exterior aumentaram em 2013 na China

Imagen activaBeijing, 18 Jan- Os chineses realizaram 98 milhões 200 mil viagens de lazer ao estrangeiro durante 2013, 18 por cento a mais que em 2012, de acordo com informações divulgadas hoje pela Administração Nacional de Turismo.
Este aumento, de acordo com a fonte, foi possível graças ao crescimento econômico e o fortalecimento do yuan.

O turismo nacional também teve um aumento de 10,3 por cento com três bilhões 260 milhões de viagens, ao mesmo tempo em que a chegada de turistas do estrangeiro caiu 2,5 e totalizou 129 milhões.

Os rendimentos em 2013 nesta indústria foi de 480 bilhões de dólares, 14 por cento acima do atingido no ano anterior.

A economia chinesa cresceu 7,7 nos primeiros três trimestres de 2013 e a paridade do yuan com o dólar subiu 3,09 por cento em 2013 até chegar a 6,09 yuan por dólar no fim do ano, fatores que favoreceram o aumento das viagens de turismo ao exterior, segundo fontes especializadas em Beijing.
Prensa Latina
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EUA Faz chamada Migratoria

Imagen activaWashington, 18 jan- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, reiterou hoje seu chamado ao Congresso para que acabe de aprovar uma reforma migratória no país, promessa descumprida desde seu primeiro mandato na Casa Branca.
Para Obama as mudanças nas leis federais de imigração são uma forma para impulsionar a criação de empregos, segundo insistiu neste sábado em seu habitual discurso por rádio e Internet.

Quero trabalhar com o Congresso neste ano para criar empregos como a construção de infraestrutura e o arranjo de nosso disfuncional sistema migratório, disse o presidente democrata.

Em nível nacional se estima que existem mais de 11 milhões de pessoas que residem em situação migratória irregular, que, caso se aprove a nova lei, teriam um possível caminho para a cidadania, entre outros benefícios.

Obama advertiu que diante da falta de ação no Capitolio tomará providências neste assunto.

rc/dfm/cc
Modificado el ( sábado, 18 de enero de 2014 

Genebra II, uma conferência sumamente polarizada?

Damasco (Prensa Latina) Ao invés do buscado pelos chamados grupos opositores armados e seus patrocinadores, principalmente Estados Unidos, Arábia Saudita, Turquia e Catar, a atual guerra na Síria poderia ter gerado na população do país um maior apoio ao presidente Bashar al-Assad.
Um fator determinante nessa realidade é a marcada rejeição popular aos constantes crimes contra os cidadãos cometidos pelos extremistas islâmicos opostos ao governo, incluídos milhares de estrangeiros de 83 países, principalmente tunisinos, líbios, iraquianos, palestinos, sauditas, libaneses e egípcios.

E ao invés do consenso internacional com respeito à crise síria, que descarta a possibilidade de uma desvinculação por meios bélicos, vários damascenos consultados pela Prensa Latina consideram muito provável a necessidade das armas para terminar a guerra.

Além disso, o sentimento preponderante em frente à vindoura conferência de paz Genebra II entre sírios de diversas orientações religiosas ou origem étnica, é que qualquer solução ao conflito deve ser puramente nacional, sem ingerência estrangeira.

O pensamento comum é que as dezenas de milhares de extremistas islâmicos que atuam no país (boa parte deles vinculados à rede Al-Qaeda) têm como propósito explícito estabelecer um califado islâmico regido pela xária em toda a região.

Para esses grupos armados, o quanto se discuta ou estabeleça na Genebra II não representa nada, fato que leva aos sírios se perguntarem: Se com os jihadistas não se pode dialogar, como expulsá-los do país se não derrotando-os militarmente? 

Por isso Damasco insiste que, na Genebra II, um tema clave deve ser o freio ao apoio externo aos grupos terroristas, sem o qual se supõe que minguariam suas capacidades militares.

Junto a esse ponto, na Suíça se abririam as portas ao diálogo entre o governo e a oposição, na qual se incluem partidos políticos organizados dentro da Síria, bem como outros agrupamentos com base fora do país, entre as quais predominam os desencontros sobre uma vontade comum.

Por enquanto, dentro da Síria muitos grupos políticos já manifestaram publicamente suas posições.

Os representantes das tribos nacionais (estrutura social tradicional constituída por milhares de famílias, principalmente nas zonas rurais) afirmaram publicamente que seus representantes estão dentro do país, e aqueles que se encontram no estrangeiro não têm direito de falar em nome destas ou dos sírios no geral.

Segundo uma recente declaração, os chefes de clãs concedem à delegação formada pelo governo para a Genebra II todo o direito e o mandato popular de representá-los.

Os sírios, manifestam, são os únicos capazes de encontrar uma solução à crise que atravessa o país, sem ingerência externa.

Representantes de 11 partidos reunidos neste janeiro, na cidade de Latakia, coincidiram em recusar projetos impostos por outros países.

Nessa reunião, o ministro de Estado para Assuntos de Reconciliação Nacional, Ali Haidar, deixou claro que apesar de que Genebra poderia ser uma oportunidade para pôr fim ao conflito, a sociedade síria não deve depender de nenhum processo político gestado no exterior.

Anteriormente, o ministro de Informação sírio, Omran al-Zougbi, ratificou a posição de Damasco de que qualquer ação ou acordo a que se chegue na Genebra II só terá valor se for aprovado pelo povo em referendo.

Não obstante, ainda que na Síria poderia existir no futuro um governo amplo, alertou, nunca seria um órgão governamental de transição, tal como ocorreu no Iraque após a última invasão dos Estados Unidos.

E com relação ao principal ponto de discórdia: enquanto os opositores externos, bem como seus patrocinadores, fazem questão da retirada do presidente Bashar al-Assad, al-Zougbi assegurou que atualmente existe no país uma vontade popular a favor de que ele se declare como candidato presidencial para as eleições de 2014.

De fato, analistas locais estimam que nesse caso, o atual presidente triunfaria nas urnas sem problemas.

Assim, tudo indica que na Genebra II serão apresentados a ambos os lados da mesa de negociações posições antagônicas muito difíceis de serem harmonizadas, o que leva ao ceticismo sobre o possível sucesso dessa complexa reunião.
Fonte Prensa Latina

domingo, 5 de janeiro de 2014

O Mais Médicos 2014


A terceira etapa de contratação do Programa Mais Médicos será iniciada no mês que vem com os profissionais brasileiros e, em março, com os estrangeiros. Segundo o Ministério da Saúde, a meta é atingir 13 mil médicos. Atualmente o programa conta com 6.658 profissionais, atendendo a 23 milhões de brasileiros.
Os locais onde os médicos irão trabalhar ainda não foram escolhidos. O ministério pretende contemplar municípios que não receberam profissionais do programa lançado pelo governo federal em julho de 2013.
No estado do Rio, foram beneficiadas 765,9 mil pessoas em 23 municípios, entre eles Duque de Caxias, Belford Roxo e Mesquita, na Baixada Fluminense; Campos dos Goytacazes, no norte fluminense, Petrópolis na região serrana, e a cidade do Rio. No estado, 222 profissionais fazem parte do programa, sendo 198 estrangeiros.
Na capital, trabalham 70 médicos. O maior número está nas zonas oeste (34) e norte (31). A maior parte dos 68 estrangeiros é cubana. Há ainda uma espanhola, um argentino e uma peruana. Todos atendem em unidades básicas de saúde e em clínicas da Família próximas às comunidades, e são monitorados pelos coordenadores das unidades.
Na avaliação da Secretaria Municipal de Saúde, como os médicos cubanos tinham o costume de atender em clínicas da Família de Cuba, eles se adaptaram muito bem ao trabalho no Brasil e a resposta dos pacientes é positiva.
A Bahia é o estado que recebeu mais profissionais (787). Na sequência, vêm os estados de São Paulo (588), do Ceará (572) e do Maranhão (445), onde, segundo o Ministério da Saúde, há o menor índice de médicos por mil habitantes do país.
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(Agência Brasil



Cabo Submarino Embratel AMX-1

A gigante de telecomunicações América Móvilanunciou, no dia 17 de dezembro, o aterramento do cabo submarino AMX-1 em Cancún, no estado Quintana Roo, no México, e colocou o serviço em operação.

A infraestrutura óptica tem 17,8 mil quilômetros e une as três Américas, conectando Brasil, Colômbia, Estados Unidos, Guatemala, México, Porto Rico e República Dominicana. A instalação durou 19 meses e consumiu investimento total de US$ 1,1 bilhão, segundo comunicado do grup


 nota, a América Móvil comunica que o AMX-1 garante capacidade e redundância para tráfego de voz, dados e vídeo pelos próximos 20 anos. “Esse cabo submarino dá um impulso decisivo para a inclusão digital de grandes, médias e pequenas empresas e fortalece os serviços de nuvem, voz fixa e banda larga.”
Os pontos de conexão da infraestrutura óptica estão em Miami e Jacksonville, nos Estados Unidos; Barranquilla e Cartagena, na Colômbia; Fortaleza, Salvador e Rio de Janeiro, no Brasil; Puerto Plata, na República Dominicana; Cancún, no México; San Juan, em Porto Rico; e Puerto Barrios, na Guatemala.
A América Latina registrou aumento na demanda por capacidade de pelo menos 60% ao ano, impulsionado pela demanda de tráfego da Internet, de acordo com o comunicado.
O novo cabo submarino da América Móvil deverá fortalecer a infraestrutura da Embratel, subsidiária do grupo, para os Jogos Olímpicos Rio 2016. Como patrocinadora oficial do evento na categoria Telecomunicações, junto com a Claro, a Embratel prepara solução composta por dois data centers de categoria Tier 3 (um em São Paulo, em operação, e outro no Rio, a ser inaugurado em 2014) e backbone de fibra óptica que interliga cerca de 160venues olímpicas, além de dois novos satélites que serão lançados até 2016

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

As Transformações Geográficas do Brasil

1534 - Capitanias hereditárias Em 1504, os portugueses começaram a dividir as terras que estavam sob seu controle em 14 capitanias hereditárias. Nomes como Espírito Santo, Pernambuco, Maranhão e Ceará já eram usados na época.

1789 - Tratado de Madri Em 1750, com o Tratado de Madri, começa a expansão territorial para o interior. São criados Grão-Pará e São Paulo, que posteriormente é dividido e dá origem aos estados de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.



1889 - Independência e República Até a Independência, em 1822, havia o contorno de 17 estados, mais a Cisplatina (atual Uruguai). Com a República, em 1889, o mapa fica ainda mais parecido com a configuração atual.

1943 - Primeira metade do século 20 Em 1904, o Acre é comprado da Bolívia. Em 1942, o governo cria os territórios de Roraima (acima, ainda com nome de Rio Branco), Amapá e Fernando de Noronha. Em 1946, é criado o estado de Rondônia (acima, Guaporé).

1990 - Transformações recentes Em 1960, Goiás é desmembrado para abrigar a capital, Brasília. Em 1979, um novo desenho dá origem a Mato Grosso do Sul. A Constituição de 1988 define as divisões atuais, indicando a criação de Tocantins para 1989.

Carta na escola. 
As primeiras subdivisões do Brasil ocorreram no século 16, com a criação das capitanias hereditárias. Desde então, decisões políticas orientaram o formato do território nacional até chegarmos aos atuais 26 estados e o Distrito Federal. Hoje, qualquer alteração nesse sentido deve passar pela aprovação popular - em 2011, os eleitores do Pará votaram contra a divisão do estado em mais dois, Tapajós e Carajás - e posteriomente pelo Congresso. Veja nos mapas diferentes divisões do Brasil em cinco momentos.

A Letônia entra para Zona do Euro.


A Letônia se juntou à zona do euro nesta quarta-feira, apostando na sua experiência com políticas de austeridade traga benefícios numa união monetária onde outras economias tiveram dificuldades.
O país báltico de apenas dois milhões de habitantes se tornou o décimo oitavo membro da zona do euro na virada do ano, se distanciando ainda mais da sombra da vizinha Rússia, uma década depois de se juntar à União Europeia (UE) e à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
O primeiro-ministro em exercício Valdis Dombrovskis, que comandou a Letônia durante a pior crise econômica desde que o país deixou a ex-União Soviética, afirmou que a adoção do euro é uma oportunidade, mas não uma garantia de riqueza, e que a Letônia não deve afrouxar a política fiscal.
"Isso não é uma desculpa para não buscarmos uma política macroeconômica e fiscal responsável", disse ele, após sacar, depois da meia-noite, a primeira nota de euro de um caixa eletrônico em Riga.
A cerimônia da mudança para o euro se deu no lugar onde a crise da Letônia começou, na antiga sede do falido banco Parex, agora sede do banco estatal Citatele, que emergiu do que restou do Parex. O Parex, então um dos maiores bancos do país, faliu no fim de 2008, forçando a Letônia a buscar socorro internacional para manter o seu câmbio atrelado ao euro.
A economia encolheu em um quarto entre 2008 e 2010, mas então cresceu de novo, no ritmo mais acelerado dentro da UE, aumentando em 5,6% em 2012, depois que o governo cortou gastos e aumentou impostos num dos programas de austeridade mais duros da Europa.
O esforço letão ganhou elogios da UE e foi apontado várias vezes como um exemplo de que a austeridade pode funcionar. "Graças a esses esforços a Letônia vai entrar mais forte do que nunca na zona do euro, enviando assim uma mensagem encorajadora para outros países que enfrentam um difícil ajuste econômico", declarou o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, nesta terça-feira.
Ainda assim, há algumas preocupações. O Banco Central Europeu alertou a Letônia que o alto grau de depósitos estrangeiros, a maior parte da Rússia, nos bancos do país, é um fator de risco, como no caso do Chipre.
A Letônia também entra na zona do euro sem um governo permanente, já que Dombrovskis renunciou em dezembro, assumindo a responsabilidade política pelo desabamento de um supermercado que matou 54 pessoas. As pesquisas de opinião mostram que os letões estão divididos em relação ao euro. Muitos se preocupam que a nova moeda possa virar uma desculpa para um aumento de preços
Fonte Terra.

Conquistas Femininas dos Anos 60


Na década de 60 o movimento feminista invadiu a Europa e os Estados Unidos buscando novos horizontes, queimando sutiãs em praça pública em protesto a antigos padrões sociais, e desde então o universo masculino nunca mais foi o mesmo. No Brasil, a revolução só tomou fôlego de fato na década seguinte. Com a popularização da pílula, a mulher viu-se livre de uma gravidez indesejada e promoveu o maior banquete sexual da historia da humanidade. Milhões de mulheres livres e emancipadas em todo o mundo saíram propagando o amor livre e buscando em cada relação sexual o máximo de prazer, até encontrar o tão sonhado orgasmo, um direito que até então lhe fora negado.

Nos anos 80, foi a vez das mulheres fazerem de nós homens-objeto. Ainda no embalo e no clima criado pelos bacanais dos anos 70, o novo mercado apresentava agora lindas mulheres descasadas, independentes, disponíveis e sedentas de vingança. Com ideologia feminista lançaram a 'amizade colorida', que nada mais era do que uma desforra secular do papel de mulher-objeto a que sempre foi submetida. Esse modelo de relação perdeu o seu pique em meados dos anos 80 em razão do aparecimento da AIDS. Mas como dizia o cantor e poeta Cazuza, o tempo não pára. Mudanças significativas de comportamento ocorrem no mundo a todo instante. Os valores que norteiam as relações afetivas e sexuais na esfera social há muito não são mais os mesmos. Mas confesso que tanta modernidade, às vezes me assusta. Antigos costumes deram lugar a novos conceitos que exigem de todos nós um reflexão.

Faço essa breve introdução para melhor me expressar sobre a mais nova onda do momento: o poliamor. Os adeptos do movimento defendem a idéia de que é possível, natural e até saudável amar e ser amado por duas ou mais pessoas simultaneamente.

No meu ponto de vista não passa de uma versão repaginada do sexo livre que serviu de bandeira para muitos casais que viveram a moda do casamento aberto, achando que estavam salvando a relação ao abrir a possibilidade de transar com outras pessoas. A nova fórmula de relacionamento amoroso, que surgiu nos Estados Unidos, tem parentesco com alguns movimentos de libertação sexual, mas difere substancialmente da queima de sutiãs, do casamento aberto, do ménage a trois e do swing porque o centro da questão passa a ser o amor, não o sexo. A pluralidade de parceiros estáveis, o envolvimento emocional e o sexo sem as implicações de exclusividade não deixam espaço para crise existencial ou de ciúmes. A felicidade do marido ou da esposa é saber que a pessoa que ama está contente e sendo bem cuidada por alguém. Assim pensam os poliamoristas.

Para o psiquiatra José Ângelo Gaiarsa, 86 anos, que viveu a experiência do casamento aberto, em entrevista a Revista IstoÉ (1930-18/10/2006), diz: 'Namorar outras pessoas pode favorecer o casamento, sim. Ninguém pode proibir uma pessoa de se apaixonar. Um dos fatores que mais geram rancor entre casados é o fato de um tolher a liberdade do outro. Por esse motivo, ás vezes o ódio e o tédio são mais fortes do que o amor. Na casamento aberto também há sofrimento, mas é melhor se sentir triste por querer estar com sua mulher quando ela está com outro do que ser obrigado a conviver com uma megera'.

Nos anos dourados, na chamada relação aberta era comum os parceiros contarem um ao outro suas aventuras sexuais, até que descobriram que não há quem resista contar tudo o tempo todo. Machucava demais. Depois de algum tempo, as infidelidades eram propositais, como uma espécie de vingança. Se um tinha seus casos, o outro arranjava três vezes mais. Ironicamente, foi por causa das traições que o casamento de muitos terminou.

Hoje sabemos que a liberação sexual promovida pelos movimentos feministas dos anos 60 e 70 em nada contribuiu para melhorar as relações. Pelo contrário, além de promover uma inversão de valores, novos conflitos foram gerados. A mulher levou quase trinta anos para descobrir que o amor livre que ela tanto propagou nos anos 70 e a 'amizade colorida' defendida nos anos 80, só concorreram para tornar as relações mais descartáveis ainda. São por essas e outras, que ainda hoje, para muitos, o casamento já começa com prazo de validade vencido.

A inserção das Mulheres na Politica e as conquistas sociais


A data
O Dia da Mulher, 8 de março, é comemorado desde o início dos século XX. A data tem origem nas manifestações femininas por melhores condições sociais, como trabalho digno, salário justo e direito de voto.
O primeiro Dia Internacional da Mulher foi celebrado em 28 de fevereiro de 1909, nos Estados Unidos, por iniciativa do Partido Socialista da América. No início, era comemorado principalmente na Europa e nos Estados Unidos. Na segunda metade dos anos 70, foi adotado pelas Nações Unidas (organização internacional que tem por objetivo facilitar a cooperação entre os países).
O objetivo dessa data é, de um lado, lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, e, do outro,  refletir sobre as discriminações e a violência a que muitas mulheres ainda estão sujeitas em todo o mundo.
Hoje, o Dia da Mulher tem sido usado para fins comerciais e perdeu parcialmente o significado político.

A história
O surgimento do Dia das Mulheres está associado à incorporação da mão-de-obra feminina na indústria, na época da Segunda Revolução Industrial. As condições de trabalho, geralmente perigosas, eram motivo de frequentes protestos por parte das trabalhadoras.
Em 1910, ocorreu a primeira conferência internacional de mulheres. No ano seguinte, o Dia Internacional da Mulher foi celebrado em 19 de março, por mais de um milhão de pessoas, na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça.
O Dia Internacional da Mulher foi comemorado no Ocidente durante as décadas de 1910 e 1920, e depois foi revitalizado pelo movimento feminista da década de 1960.

Igualdade entre homens e mulheres: avanços e desafios

Já foram erradicadas do mundo 90% das disparidades no que se refere a educação e saúde. Entretanto, nenhum país possui igualdade total entre homens e mulheres. Os pontos mais problemáticos continuam a ser a oportunidade profissional e econômica e a participação na política.
Mesmo na Suécia, país que está no topo do ranking de igualdade, uma mulher recebe 71% do salário de um colega na mesma posição. E, nos Estados Unidos, somente 15% dos cargos parlamentares, ministeriais e de chefes de Estado eram ocupados por mulheres em 2005.
No Brasil, existem três grandes obstáculos: o abismo salarial entre os dois sexos, os poucos cargos políticos ocupados por mulheres e a desigualdade no acesso à educação. As mulheres ocupam a maioria dos bancos das universidades (quase 60%) e estudam mais que os homens, mas, em termos proporcionais, ingressam menos que os homens no Ensino Fundamental.
A participação no governo também é desigual, apesar de mais da metade da população ser do sexo feminino. No Poder Legislativo, por exemplo, a média de mulheres é de apenas 12%.

Conquistas nas leis 
O movimento das mulheres pela igualdade tem obtido, ao longo da história, avanços graduais e constantes.
No Brasil, o primeiro marco foi em 1932, quando foi estendido à mulher o direito ao voto. Em 1988, veio a maior conquista: a Constituição Federal, que consagrou, pela primeira vez na história do País, a igualdade de gênero como direito fundamental. Em 2002, o Novo Código Civil consolidou as mudanças constitucionais.
Portanto, no aspecto legal, nada poderia obstruir a igualdade de gênero no Brasil. Então, o que tem impedido que ela aconteça na prática? É principalmente a barreira cultural o que impede a ascensão feminina a altos cargos nas empresas e no governo, especialmente em áreas não relacionadas à saúde, educação ou assistência social, campos tradicionalmente reservados às mulheres.
Recentemente, em 2006, a  Lei Maria da Penha definiu um novo marco na proteção dos direitos das mulheres.

Mulheres na Politica


Num momento em que as mulheres da América Latina vão conquistando o  aumento da participação na política, chegando em vários países ao posto máximo da República, fui buscar na história alguns primeiros movimentos das mulheres em direção ao poder.
Na verdade, a primeira governante das américas foi D. Beatriz de la Cueva, Governadora Geral da Capitania da Guatemala no distante ano de  1541. Dona Beatriz de la Cueva, tornou-se governadora da Guatemala, após a morte em combate de seu marido, D. Pedro de Alvarado, após ser escolhida por altos funcionários e soldados na capitania da Guatemala, quando estes receberam a notícia da morte em combate de Alvarado. Ficou a frente do cargo pouco tempo, inclusive redebendo o título de “La sin ventura”, pela falta de sorte. A primeira mulher que governou na América, morreu pouco tempo depois com meninas em sua comitiva que acompanhou o colapso da capela onde estava rezando, em Antigua, antiga capital da Guatemala, na destruição da Ciudad Vieja por uma inundação repentina do vulcão Agua (algumas fontes históricas falam que sua morte se deu apenas 40 horas depois de sua posse, outras fonte falam em dias e outras em dois meses depois).
E para não citar apenas esse caso pitoresco, deixo registrado alguns outros casos emblemáticos da chegada das mulheres ao poder na América Latina.
Argentina  I- María Estela Martínez, conhecida como Isabelita Perón, foi a primeira mulher que ocupou a presidência da República Argentina. Isabelita tornou-se presidente após a morte de seu marido, que havia sido eleito numa chapa denominada Perón-Perón, pois ela era candidata à vice-presidência. Perón morreu em 1 de julho de 1974 e Martínez assumiu o cargo este mesmo dia.
Argentina II – Cristina Elisabet Fernández de Kirchner foi senadora pelas províncias de Santa Cruz e Buenos Aires, e atualmente é presidente de seu país. De 25 de maio de 2003 a 10 de dezembro de 2007 foi também primeira-dama, pois é viúva do ex-presidente Néstor Kirchner, ao qual sucedeu no governo do país latino. Em 28 de outubro de 2007 foi eleita 55ª presidente da Argentina, a primeira mulher eleita pelo voto direto, no país, sendo reeleita em 2011.
Bolívia - Lidia Gueiler Tejada foi a segunda sulamericana a assumir uma presidência. Lidia foi a presidente interina da Bolívia entre 1979 e 1980. Lidia Gueiler Tejada foi presidente de seu país entre 16 de novembro de 1979 e 17 de julho de 1980.
Brasil - Antes da histórica eleição de Dilma Roussef, marco no país, tivemos o caso da regencia de Dona Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança e Bourbon, mais conhecida como Pricesa Isabel. Isso que ela ainda foi a Foi a terceira chefe de Estado e chefe de governo brasileira após sua avó D. Leopoldina e sua trisavó Dona Maria I. Aos 24 anos, a princesa Isabel não havia mostrado a mesma vocação para o poder que a bisavó Carlota Joaquina, nem mesmo a da avó Leopoldina que, nos bastidores, tinha participado da Independência.
Costa Rica - Laura Chinchilla Miranda foi eleita presidente da Costa Rica em maio de 2010.
Chile  Michelle Bachelet Jeria foi a primeira mulher eleita presidente do Chile, cargo que ocupou entre 2006 e 2010. Foi presidente da República do Chile, e, desde 23 de maio de 2008, é também presidente da União de Nações Sul-Americanas. Membro do Partido Socialista do Chile, ocupou o lugar de ministra da Saúde no governo de Ricardo Lagos, entre 2000 e 2002, e posteriormente o cargo de Ministra da Defesa, tendo sido a primeira mulher a exercer este cargo na América Latina. Foi eleita presidente do Chile em 2006, para um mandato de quatro anos, sucedendo ao ex-presidente Ricardo Lagos.
Domínica – Dame Mary Eugenia Charles atuou como primeira-ministra do pequeno país da Domínica, situado entre o Mar do Caribe e o Oceano Atlântico Norte, no meio do caminho entre Porto Rico e Trinidad e Tobago, de 1980 a 1995.
Guiana - Janet Jagan. Esposa de Cheddi Jagan, ex-primeiro-ministro e ex-presidente da Guiana, de tendência marxista. Seguindo o passos do Partido Progressista do Povo, Janet foi presidente entre 1997 e 1999. Antes de ser presidente, Janet foi vice de seu marido, Cheddi Jagan. Com a morte de Cheddi em 1997 Janet assume o governo provisório da Guiana.
Nicaragua – Violeta Barrios de Chamorro. Viúva de Pedro Joaquín Chamorro, opositor ferrenho do ditador Anastásio Somoza, foi eleita presidente em 1990, derrotando os sandinistas liderados por Daniel Ortega. Em 1997, foi substituída por Arnoldo Alemán.
Panamá - Mireya Elisa Moscoso Rodríguez de Arias atuou como presidente do Panamá, entre 1999 e 2004, pelo partido Panameñista, liderado por ela desde 1991.
Prof. Adail Historiador e Pos graduado no ensino de  historia pela Universidade Cidade SP

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Aumento de Rodizio de Veículos em São Paulo

                               


O  Prefeito de São Paulo Fernando Haddad,  disse nesta segunda-feira (01), que pretende criar  mais  uma  lei que tem por objetivo o aumento  dos carros que não poderão circular no centro expandido da cidade de são Paulo.  Ele está preocupado com os altos índices de congestionamento nas ruas, e principais avenidas que só tem aumentado nos últimos meses em consequência da quantidade de veículos que estão sendo colocado em circulação todos os meses.  Ouro fator para tanta preocupação de Haddad tem sido as péssimas qualidades do ar dos últimos dias registrados pela CETESB órgão encarregado de fazer analise  na qualidade do ar na capital.

Com esta medida  o Prefeito do (PT ) Estará fazendo o bem  danado aos usuário de outros meios de condição, como por exemplo os ciclistas, e dos que se  utilizam dos  transportes coletivos como Ônibus, mas, ao mesmo tempo  ganhado a antipatia dos motoristas que serão  obrigados e deixar seus veículos em casa e ter que enfrentar outras formas de transportes para chegarem até seu trabalho.
Haddad está apostando  a esta medida no sucesso dos corredores de ônibus implantado por ele no inicio de   sua  gestão,  (que inclusive foi tema também de campanha politica para chegar a prefeitura de São Paulo). O Prefeito tem  citado frequentemente   o sucesso da s faixas exclusivas de ônibus nas principais avindas que reduziu em muito os tempo de viagem dos ônibus. Antes um percurso de 20 km um ônibus demorava em até em uma 1 hora e meia hoje, para fazer este mesmo percurso os motoristas de ônibus não gastam mais do que 30, ou 40 minutos.

O Rodizio o de veículos já vem sendo aplicada na Cidade há quase uma década e funciona da seguinte maneira:  na segunda-feira , não circulam pelo centro expandido da capital paulista os veículos de finais de placas  1e 2 nos horários entre ás  7 horas e 9 horas  e o motorista que desobedecer a esta lei estará sujeito a uma multa pesadíssima , mais  7 pontos na carteira de habilitação (CNH)

De acordo com a nova lei os donos de veículos com finais de placa 3,  também serão  obrigados e deixar seu veiculo em casa na segunda -feita , ou  serão multados .  Se aprovada  a nova lei, o prefeito vai esta tirando de circulação nos horários de pico o terço da frota de veículos  que hoje é de aproximadamente 6 milhões de veículos  de acordo com Órgãos  responsáveis pelo o setor.

Esta Medida vai resolver  com certeza, parte dos problemas causados pelo o caótico transito de Capital  paulista que tem hoje é o pior do país mesmo em dias normais. Com a implementação de mais novas faixas os usuários de veículos também serão beneficiados, uma vez que poderão deixar seus carros em casa e fazer uso de transportes coletivos alternativos. Cabe agora ao Prefeito, colocar mais Ônibus principalmente nos horários de maior incidência de usuários, e também fazer parceiras com o Governo de Estadual  que ele contribua com a oferta de trens metropolitanos. No final das contas todos sairemos ganhando, e a natureza agradece.

Prof. Adail .