terça-feira, 12 de março de 2013

Espanha: Milhares de manifestantes nas ruas contra desemprego e corrupção





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Cerca de 300 mil pessoas saíram hoje às ruas em 60 cidades espanholas para protestar contra a altas taxas de desemprego e a austeridade e para pedir uma regeneração democrática para o nível de corrupção, informa a agência noticiosa Efe.

Um porta-voz da Cúpula Social – uma plataforma que congrega 150 organizações sociais e sindicais e que convocou a manifestação de hoje por toda a Espanha –, indicou que terão saído 300 mil pessoas para as ruas em protesto.
Na capital espanhola, Madrid, registaram-se cerca de 50 mil manifestantes nas ruas, na Catalunha 66 mil, na Comunidade Valenciana 30 mil, ou nas Astúrias cerca de 20 mil pessoas.

Prensa Latina

Manifesto contra a emigração


Manifesto contra a emigração







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Manifestação de portugueses em Paris

Nestes tempos difíceis no Sul da Europa, muitos pensam em emigrar. O que leva as pessoas a deixarem o seu país, os seus amigos, em muitos casos a deixar os filhos, e pôr-se a caminho para terras que não conhecem? A crise, dizem uns. Desejo de aventura e de novas experiências, dizem outros. Será só isso?

Portugal, país com 10 milhões de habitantes, em 2012 perdeu 100 mil pessoas que emigraram e, nos últimos dois anos, mais de 200 mil. Só na Alemanha, a entrada de emigrantes portugueses aumentou 53% no primeiro semestre de 2012.
Sabemos que há várias emigrações. Há aquela que se faz por motivos familiares, por desejo de realização acadêmica ou profissional ou por mero desejo de aventura e de conhecer o mundo. Essa é humanamente compreensível, sempre existiu em todos os países e sempre existirá. É uma constante, da qual os governos não têm que se envergonhar nem de estimular: uma pequena parte das pessoas em qualquer país gostará sempre de sair do local onde nasceu.
O pior é quando essa pequena parte se transforma numa parte muito grande.
Em Portugal, fala-se de "debandada dos mais jovens" e de "emigração em massa". Os jovens emigram para Angola, para o Reino Unido, para França, para a Irlanda, para a Austrália, para a Suíça e para o Brasil. É grande a tentação de cair no "choradinho" habitual ou no otimismo criminoso de alguns governantes ao explicar esta situação. Otimismo criminoso é quando o primeiro-ministro português Pedro Passos Coelho diz que os "jovens devem sair da zona de conforto" onde estão, que "o desemprego é uma oportunidade" e que, se os professores não têm emprego no país, podem perfeitamente emigrar. Otimismo criminoso é um secretário de estado dizer que a emigração "é uma mais-valia para o país" e que "o financiamento do nosso sistema financeiro, da nossa banca, também se está a fazer muito à custa das remessas dos emigrantes".
A emigração parece ser a solução mágica para governos incompetentes: faz baixar o desemprego, alivia os serviços de saúde, financia os bancos com as remessas e ainda ajuda na internacionalização das empresas...
Se tudo fosse tão simples e tão côr-de-rosa!
Senhores governantes, já muitos antes de mim tentaram desfazer um dos mitos da emigração: não é verdade, como gostam de repetir na imprensa, que a emigração portuguesa atual seja composta apenas por gente qualificada, professores universitários, pilotos, engenheiros e enfermeiros, jovens com instrução superior. Como escreve a economista portuguesa Cristina Semblano, residente na França, "em Portugal, de anos atrás a esta parte, mas de forma intensíssima a partir da crise financeira, emigram homens e mulheres de todas as idades, sem qualificação, com filhos em idade escolar, a oferecerem-se contra salários de miséria na Europa. Para melhor os acompanhar, o governo português fechou estruturas consulares, despediu professores de Português, obrigou-os a pagar propinas para os filhos e, não contente com isso, pede-lhes para… ajudar Portugal! A maioria da emigração, como eu também a vi, traz de arrastão as suas crianças que assim cedo (re)aprendem a insegurança e a perda. A perda de uma segurança que a continuidade e previsibilidade oferecem. A perda das interações com os seus familiares, com os seus amigos, com os seus professores e com a sua língua que é o que lhes permite comunicar e portanto dar significado a uma existência que só se concretiza na relação com os outros".
A crise e a emigração NÃO são uma oportunidade. São, mas apenas para uma parte dos que partem, para aqueles que conseguem trabalhos de acordo com a sua formação, para os que se conseguem integrar nos novos países. E todos os outros? Por que desgraças e privações terão que passar anos a fio? Quantas horas de desespero não viverão? Quantos filhos não ficarão privados dos pais, do seu carinho físico diário? Quantas mulheres não ficarão privadas dos maridos, quantos idosos não chorarão a partida de filhos adultos, quantos casamentos não acabarão por causa da distância?
O embaixador de Portugal em Paris, Seixas da Costa, mostra muita lucidez ao escrever no seu blogue: "Não nos iludamos e não confundamos os impulsos de aventura e de legítima ambição pessoal ou profissional com as rotas tristes da necessidade e da miséria. O que é uma evidência indiscutível é o fato de que, nos últimos dois séculos, Portugal foi incapaz de sustentar um processo de progresso interno que desse oportunidade a muitos dos nossos compatriotas de, se assim o quisessem, se realizarem plenamente no seu seio. E, por isso, muitos foram obrigados a sair, por vezes em condições dramáticas, com percursos de vida frequentemente heroicos, dos quais o país se deve orgulhar muito, por tudo quanto esses compatriotas conseguiram fazer por si próprios e pela imagem de Portugal. Mas que, simultaneamente, Portugal também se deve envergonhar bastante, por aquilo que infelizmente lhes não soube proporcionar. E, enquanto não conseguirmos gerar, para todos, soluções decentes de vida, dentro das nossas fronteiras, uma parte de Portugal andará sempre numa viagem forçada pelo mundo".
Sim, quando um regime joga para fora os seus cidadãos, está a defraudar a sua primeira missão, que é a de proporcionar condições para as pessoas procurarem a felicidade na terra onde nasceram. Isto é válido para Portugal e para todos os outros países.

Fonte Voz Russia

Manifestações Na Europa:


Realizaram-se 579 manifestações em Lisboa, 1,5 por dia, no ano passado







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A PSP indicou hoje que no ano passado aconteceram 579 manifestações em Lisboa, significando, em média, 1,5 por dia.

Na cerimônia que assinalou o 146º aniversário do Comando Metropolitano de Lisboa (COMETLIS) da PSP (Policia de Segurança Pública), o comandante de Lisboa, superintendente Constantino Azevedo Ramos, destacou a “forma profissional, competente e proporcional” como a PSP tem conseguido gerir a segurança das manifestações.
No seu discurso, o superintendente Constantino Azevedo salientou a preocupação deste comando, “sobretudo nos três últimos anos de maior conflitualidade social, em aprimorar as fases de planejamento, execução e de avaliação dos dispositivos policiais em manifestações públicas de protesto com o objetivo de garantir o direito de reunião”.
O comandante de Lisboa destacou também “o trabalho preparatório de contato e diálogo entre a PSP e as organizações de manifestantes, o planejamento criterioso de todos os movimentos táticos e a aplicação faseada, coordenada e metódica dos diversos níveis de intervenção operacional”.
Das várias manifestações que se realizaram em 2012 fica para a história o protesto de 15 de setembro, que juntou centenas de milhares de pessoas nas ruas de várias cidades portuguesas, e a carga policial em dia de greve geral, a 14 de novembro, em frente ao parlamento.
-- Diário Digital / Lusa

Dilma elogia empresas e diz que dará apoio a investimentos na África


Dilma elogia empresas e diz que dará apoio a investimentos na África


 




Dilma Rousseff, presidente, Brasil

Quatro dias depois de voltar da África, a presidente Dilma Rousseff elogiou a atuação das empresas brasileiras no continente e ofereceu ajuda a empresários e representantes da sociedade civil para aumentar os investimentos na região.

"Vocês contem com o governo brasileiro para ter uma política em relação à África", disse Dilma na tarde desta quarta-feira, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, no Palácio do Planalto.
A presidente, contudo, não explicou como de que forma o governo abriria porta para as empresas brasileiras no continente africano.
Para Luiza Trajano, dona do Magazine Luiza, a presidente disse que a África é um mercado em potencial para a área de varejo e fornecimento de bens, em especial nos países ricos em petróleo. "É uma área que demanda tudo", disse Dilma, lembrando o déficit na balança comercial do Brasil com a África.
Segundo Dilma, o Fundo Monetário Internacional prevê que até 2022 sete dos dez países que mais vão crescer no mundo são africanos.
A presidente disse ainda que há uma expectativa muito forte dos africanos em relação ao governo e as empresas brasileiras porque o Brasil, que até há pouco tempo, compartilhava uma situação similar conseguiu crescer e mudar de patamar.
Além disso, Dilma salientou que as empresas brasileiras têm "hábito de mitigação ambiental e social", o que facilita os negócios no continente africano.
Além de firmar compromissos com a Nigéria, em especial na área de energia e agricultura, a presidente pretende ampliar parcerias com outros países africanos.
-- Folha Online

Escassez de alimentos afeta 6 milhões de pessoas


Escassez de alimentos afeta 6 milhões de pessoas no sul da África

 




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A escassez de alimentos no sul de África põe em risco de desnutrição e de doença 6 milhões de pessoas, especialmente em Angola, no Zimbábue, Lesoto e Malawi, advertiu hoje a Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.

"Milhões de pessoas em todo o sul da África estão pagando o preço dos contínuos ciclos de seca severa seguidos de inundações. Não é uma crise, é uma situação que se tornou crônica", explicou em coletiva de imprensa a porta-voz da Federação, Jessica Sallabank.
Os países mais afetados são o Malawi, onde dois milhões de pessoas estão em risco de sofrer de falta de alimentos, Angola, com mais de 1,8 milhões, Zimbábue, com 1,6 milhões de pessoas em zonas rurais, e o Lesoto, onde mais de 700 mil pessoas se encontram em situação similar.
-- Diário Digital / Lusa

Argélia revisará "em breve" sua Constituição






argélia


A revisão da Lei fundamental argelina, prometida em Abril de 2010, pelo presidente Bouteflika, "acontecerá em breve", anunciou segunda-feira, em Argel, o primeiro-ministro Abdelmalek Sellal, à margem da abertura da sessão de Primavera da Assembleia popular nacional, noticiou terça-feira à AFP.

Sellal, não deu contudo, nenhuma indicação sobre os textos da Constituição, atualmente em estudo, que deverão ser emendados, senão mais que um anúncio da data de apresentação do projeto para debate perante as duas câmaras do Parlamento.
O primeiro-ministro precisou a agência oficial APS, que "nada foi decidido quanto a apresentação do projeto durante essa sessão ou a de Outono". Uma vez revista, a nova Constituição será adotada por via de referendo, acrescentou.
A Constituição de 1996, que limita os mandatos do chefe de Estado à dois exercícios, foi emendada em Novembro, afim de suprimir esse ato constitucional para permitir assim ao presidente Bouteflika, atualmente com 76 anos, de ser eleito em 2009, para um terceiro mandato.
-- Angop

Nelson Mandela está perdendo a memória, conta amigo


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O advogado Steven Bizos, um dos melhores amigos do ex-presidente sul-africano Nelson Mandela, a quem defendeu no famoso julgamento de Rivonia, no qual salvou Mandela da pena de morte, contou que este está ficando sem memória.

"Infelizmente, às vezes esquece-se de que um ou dois (dos seus companheiros) morreram, e fica muito pálido quando se lhe diz que Walter Silulu (outro histórico na luta contra o apartheid) já não está conosco", contou o também activista dos direitos humanos, numa entrevista publicada pelo Eyewitness.
Bizos tinha visitado pela última vez o seu amigo Mandela há 10 dias na sua casa de Johannesburg, antes do exame de rotina a que foi submetido num hospital no fim de semana. "Encontrei-o bem", contou.
Desde 2011, quando esteve gravemente doente, que a comunicação social especula sobre a possibilidade de Mandela sofrer de Alzheimer.
No entanto, o zelo e secretismo com que a família encara a doença de Mandela evitou sempre que se conhecesse na realidade o seu estado de saúde.
Esta é a primeira vez que alguém muito próximo de Nelson Mandela confirma a sua perda de memória.
-- Diário Digital

A Rússia propõe intensificar a influência do grupo BRICS


A Rússia propõe intensificar a influência global do clube informal BRICS, do qual fazem parte também o Brasil, a Índia, a China e a República Sul-Africana. As iniciativas foram formuladas no informe de peritos russos, preparado por ocasião da cúpula do BRICS a realizar-se nos dias 26 e 27 de março na cidade sul-africana de Durban.

Os peritos acham que é preciso criar o secretariado permanente de BRICS – inicialmente em forma virtual e, mais tarde, na qualidade de um órgão de pleno formato. No ano passado a Índia propôs criar um Banco de Desenvolvimento. O informe desenvolve esta iniciativa, propondo estabelecer o quartel-general do banco em Moscou. Propõem-se também estabelecer que o volume do seu capital social será igual a 50 bilhões de dólares.
Na cúpula de Nova Deli, realizada na primavera do ano passado, foi decidido que nos ajustes de contas comerciais e outras entre os parceiros em vez de dólares seriam utilizadas moedas nacionais. Em vista disso os peritos russos propõem criar o Banco de Ajustes Internacionais a fim de pôr a salvo as economias dos países-membros do grupo BRICS das vacilações bruscas do dólar e das chamadas “guerras monetárias”. Foi formulada também mais uma iniciativa – no quadro da segunda onda da crise financeira global formar um fundo anticrise especial no valor de 240 bilhões de dólares.
A essência de ambas as iniciativas russas é a consolidação da integração, afirma Andrei Volodin, perito da Academia Diplomática do Ministério das Relações Exteriores da Federação Russa.
"A integração econômica dos países-membros do BRICS hoje é evidentemente insuficiente e cede muito ao modelo que existia na Comunidade Econômica Europeia. Na minha opinião, este modelo era perfeito. Mais tarde esta comunidade ampliou-se até os limites da União Europeia. O BRICS também quer atingir o mesmo grau de integração."
Os peritos russos propõem completar a integração na economia pela solução conjunta de problemas na esfera de segurança, o que se deve, em particular, à difusão de armas de extermínio em massa, cibercriminalidade, tráfico de drogas e pirataria. A fim de elevar o potencial humanitário e intercivilizacional do grupo, foi proposto admitir no BRICS um país islâmico, por exemplo, a Indonésia ou a Turquia.
No informe de peritos chama-se a atenção para as contradições dentro do grupo BRICS. Os autores do informe qualificam de minas de ação retardada os litígios territoriais entre a China e a Índia, a competição em busca de matérias-primas, as contradições comerciais e diversos enfoques para com a alteração do clima. Aliás, os autores do informe não duvidam – Moscou é capaz de “desativar” estas minas. Graças ao seu prestígio a Rússia está em condições de estimular os seus parceiros no BRICS a superar os atritos, diz o co-presidente do Conselho de Estratégia Nacional Iosif Diskin, concordando com a opinião dos autores do informe.
"A Rússia enfrenta o requerimento por parte dos seus parceiros de adotar uma posição ativa na economia e na política internacional, e de empreender certas ações criadoras. O problema atual é a medida em que as suas propostas irão corresponder à demanda tendo como pano de fundo a possibilidade absolutamente única de multiplicar a sua influência econômica e política."
Os peritos apontam que o Ocidente encara BRICS como o seu competidor geopolítico e por isso procura impedir o “quinteto” de “fincar o pé” no palco mundial. O documento preparado pelos peritos russos para o governo visa precisamente impedir este desenrolar de acontecimentos. Ele vai constituir a base da estratégia nacional da Rússia no quadro do BRICS.

Fonte: Voz da Russai

Referendo nas Malvinas


aArgentina considera referendo nas Malvinas manobra midiática


Após 99,8% dos habitantes das Ilhas Malvinas voltarem a favor de continuar sendo parte do território ultramarino inglês, a embaixadora argentina em Londres, Alicia Castro, reiterou que a consulta foi uma “manobra midiática” e lembrou que “é um referendo organizado por britânicos para britânicos, com a finalidade de que digam que o território tem que ser britânico”.


Ilhas Malvinas 
A embaixadora argentina na Grã-Bretanha, Alicia Castro, insistiu que o referendo realizado entre os habitantes ingleses das ilhas constitui uma “manobra midiática"
A embaixadora argentina na Grã-Bretanha, Alicia Castro, insistiu que o referendo realizado entre os habitantes ingleses das ilhas constitui uma “manobra midiática que expressa a debilidade da posição do Reino Unidio”.

Do lado britânico, o primeiro ministro David Cameron considerou que “os habitantes das ilhas Malvinas não poderiam falar de maneira mais clara. Querem continuam sendo britânicos e isso deveria ser respeitado por todos, inclusive a Argentina” 

“Não é que não entendemos os habitantes das ilhas em seu afã de ratificar sua identidade: eles são britânicos e a lei britânica os reconhece como tais. A Argentina não tenta mudar sua identidade e seu modo de vida, mas o território que habitam não é. Há um direito que não têm, que é decidir sobre o destino de nosso território ou resolver a controvérsia de soberania”, expressou a diplomata.  

Indicou que a autodeterminação dos povos que é um principio fundamental do direito internacional “que não é reconhecido qualquer comunidade estabelecida em território, mas os povos considerados povos originários que estão sendo submetidos ao poder colonial, que não é o caso dos habitantes” das ilhas Malvinas. “Não é um povo colonizado, mas um território colonizado. Os habitantes não são parte da disputa de soberania, mas que a soberania é sobre o território”, resumiu Alicia Castro em declarações para uma rádio argentina FM Milenium

Cameron, no entanto, destacou que 99,8% dos habitantes das ilhas votaram a favor de manter o status de território ultramarino britânico . “As Ilhas Malvinas podem estar a milhares de milhas de distância, mas são britânicas e querem continuar sendo. As pessoas têm que saber que estaremos ai para defendê-los”, disse.

Fonte: Página 12

Eleição: Venezuela inicia preparativos para “batalha definitiva”



Eleição: Venezuela inicia preparativos para “batalha definitiva”


O Comando de Campanha Hugo Chávez para as eleições presidenciais do próximo dia 14 de abril garantiu, nesta terça-feira (12) que todos os integrantes da campanha estão empenhados em garantir a vitória de Nicolás Maduro nas eleições e chamou esta de “a batalha definitiva”.


Disse que a batalha será realizada “contra os miseráveis” que sempre foram contra Chávez e suas realizações. E denunciou que a oposição tem uma campanha de ódio no povo.

“Entendemos de processos eleitorais na Venezuela e com responsabilidade afirmamos que o que vem se desenvolvendo aqui com a direita fascista não tem nada a ver com eleições” e afirmou que o candidato opositor, Henrique Capriles incita a violência.

Sobre o financiamento de campanha, Rodríguez afirmou que o PSUV (Partido Socialista Unido da Venezuela) tem seus próprios recursos como rifas e o dia de salário que os mais de 7 milhões de militantes do partido doam.

com Prensa Latina

Governo abre inquérito para investigar causa da morte de Chávez

O presidente encarregado da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou, na noite desta segunda-feira (11), que o governo vai abrir um inquérito para investigar a morte do presidente Hugo Chávez, que faleceu na terça (5), após complicações causadas por um câncer na região pélvica. A advogada e escritora, Eva Golinger, pediu a abertura de todos os documentos da CIA, do Pentágono e do Departamento de Estado sobre a doença do comandante Chávez.

Para o governo, o câncer do mandatário foi acelerado por envenenamento feito pelo que chamou de “inimigos estrangeiros”. A denúncia foi feita horas antes da morte de Chávez pelo próprio Maduro, que comparou o câncer do presidente à morte do líder palestino Iasser Arafat.

A hipótese de envenenamento de Chávez foi levantada pela primeira vez pelo próprio mandatário, em 2011, quando descobriu a doença. 

“O presidente Chávez foi envenenado por forças conservadoras que queriam se livrar dele para destruir a Revolução Bolivariana e golpear a América Latina e o Caribe”, declarou Maduro à teleSUR.

Chávez foi diagnosticado com câncer na região pélvica em junho de 2011 e passou por quatro cirurgias antes de morrer. Maduro disse que importantes cientistas estrangeiros serão convidados a participar de uma comissão do governo para investigar as causas da doença. 

O presidente encarregado ressaltou ainda que Chávez foi ameaçado diversas vezes e já que não conseguiram matá-lo por meio de atentados, conseguiram afetar sua saúde com técnicas avançadas.

“Os Estados Unidos e outros países, há décadas, têm laboratórios científicos onde ensaiam como provocar câncer e outras doenças”, afirmou.

Da Redação do Vermelho,
Vanessa Silva, com agências