domingo, 30 de junho de 2013

Imigração Japonesa No Brasil.



No ano de 2008, comemoramos, aqui no Brasil, 100 anos da imigração japonesa. Foi em 18 de junho de 1908, que chegou ao porto de santos  o Kasato Maru, navio que trouxe 165 famílias de japoneses. A grande parte destes imigrantes era formada por camponeses de regiões pobres do norte e sul do Japão, que vieram trabalhar nas prósperas fazendas de café do oeste do estado de São Paulo.

Motivos e início da imigração 

No começo do século XX, o Brasil precisava de mão-de-obra estrangeira para as lavouras de café, enquanto o Japão, passava por um período de grande crescimento populacional. A economia nipônica não conseguia gerar os empregos necessários para toda população, então, para suprir as necessidades de ambos países, foi selado um acordo imigratório entre os governos brasileiro e japonês.

Nos primeiros dez anos da imigração, aproximadamente quinze mil japoneses chegaram ao Brasil. Este número aumentou muito com o início da Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Pesquisas indicam que de 1918 até 1940, aproximadamente 160 mil japoneses vieram morar em terras brasileiras. A maioria dos imigrantes preferiam o estado de São Paulo, pois nesta região já estavam formados bairros e até mesmo colônias com um grande número de japoneses. Porém, algumas famílias espalharam-se para outros cantos do Brasil como, por exemplo, agricultura no norte do Paraná, produção de borracha na Amazônia, plantações de pimenta no Pará, entre outras.

Dificuldades e desafios

O começo da imigração foi um período difícil, pois os japoneses se depararam com muitas dificuldades. A língua diferente, os costumes, a religião ,o clima, a alimentação e até mesmo o preconceito tornaram-se barreiras à integração dos nipônicos aqui no Brasil. Muitas famílias tentavam retornar ao país de origem, porém, eram impedidas pelos fazendeiros, que as obrigavam a cumprir o contrato de trabalho, que geralmente era desfavorável aos japoneses. Mesmo assim, eles venceram estes problemas e prosperam. Embora a ideia inicial da maioria fosse retornar para a terra natal, muitos optaram por fazer a vida em solo brasileiro obtendo grande sucesso.

Durante o período da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), os japoneses enfrentaram muitos problemas em território brasileiro. O Brasil entrou no conflito ao lado dos aliados, declarando guerra aos países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão). Durante os anos da guerra a imigração de japoneses para o Brasil foi proibida e vários atos do governo brasileiro prejudicaram os japoneses e seus descendentes. O presidente Getúlio Vargas proibiu o uso da língua japonesa e as manifestações culturais nipônicas foram consideradas atitudes criminosas.

Com o término da Segunda Guerra Mundial, as leis contrárias à imigração japonesas foram canceladas e o fluxo de imigrantes para o Brasil voltou a crescer. Neste período, além das lavouras, muitos japoneses buscavam as grandes cidades para trabalharem na indústria, no comércio e no setor de serviços.

Contribuições 
Atualmente, o Brasil é o país com a maior quantidade de japoneses fora do Japão. Plenamente integrados à cultura brasileira, contribuem com o crescimento econômico e desenvolvimento cultural de nosso país. Os japoneses trouxeram, junto com a vontade de trabalhar, sua arte, costumes, língua, crenças e conhecimentos que contribuíram muito para o nosso país. Juntos com portugueses, índios, africanos, italianos, espanhóis, árabes, chineses, alemães e muitos outros povos, os japoneses formam este lindo painel multicultural chamado Brasil.

Curiosidades:

- Estados brasileiros com maior porcentagem de descendentes de japoneses: São Paulo (1,9%), Paraná (1,5%) e Mato Grosso do Sul (1,4%).
- Denominações dos descendentes de japoneses: 1ª geração (isseis, imigrantes); 2ª geração (nisseis, filhos); 3ª geração (sanseis, netos); 4ª geração (yonseis, bisnetos).
- É comemorado em 18 de junho o Dia da Imigração Japonesa.

sábado, 29 de junho de 2013

WikiLeaks trazem à tona detalhes e provas da estreita relação da Rede Globo com os EUA

Cai a mascara dos Jornalistas brasileiros que são "espiões" dos EUA.



Novos documentos vazados pela organização WikiLeaks trazem à tona detalhes e provas da estreita relação do USA com o monopólio dos meios de comunicação no Brasil semicolonial.
Um despacho diplomático de 2005, por exemplo, assinado pelo então cônsul de São Paulo, Patrick Dennis Duddy, narra o encontro em Porto Alegre do então embaixador John Danilovich com representantes do grupo RBS, descrito como “o maior grupo regional de comunicação da América Latina“, ligado às organizações Globo.
O encontro é descrito como “um almoço ‘off the record’ [cujo teor da conversa não pode ser divulgado], e uma nota complementar do despacho diz: “Nós temos tradicionalmente tido acesso e relações excelentes com o grupo”.

Outro despacho diplomático datado de 2005 descreve um encontro entre Danilovich e Abraham Goldstein, líder judeu de São Paulo, no qual a conversa girou em torno de uma campanha de imprensa pró-sionista no monopólio da imprensa no Brasil que antecedesse a Cúpula América do Sul-Países Árabes daquele ano, no que o jornalão O Estado de S.Paulo se prontificou a ajudar, prometendo uma cobertura “positiva” para Israel.

Os documentos revelados pelo WikiLeaks mostram ainda que nomes proeminentes do monopólio da imprensa são sistematicamente convocados por diplomatas ianques para lhes passar informações sobre a política partidária e o cenário econômico da semicolônia ou para ouvir recomendações.
Um deles é o jornalista William Waack, apresentador de telejornais e de programas de entrevistas das Organizações Globo. Os despachos diplomáticos enviados a Washington pelas representações consulares ianques no Brasil citam três encontros de Waack com emissários da administração do USA. O primeiro deles foi em abril de 2008 (junto com outros jornalistas) com o almirante Philip Cullom, que estava no Brasil para acompanhar exercícios conjuntos entre as marinhas do USA, do Brasil e da Argentina.
O segundo encontro aconteceu em 2009, quando Waack foi chamado para dar informações sobre as conformações das facções partidárias visando o processo eleitoral de 2010. O terceiro foi em 2010, com o atual embaixador ianque, Thomas Shannon, quando o jornalista novamente abasteceu os ianques com informações detalhadas sobre os então candidatos a gerente da semicolônia Brasil.
Outro nome proeminente muito requisitado pelos ianques é do jornalista Carlos Eduardo Lins da Silva, d’A Folha de S.Paulo. Os documentos revelados pelo WikiLeaks dão conta de quatro participações do jornalista (ou “ex-jornalista e consultor político”, como é descrito) em reuniões de brasileiros com representantes da administração ianque: um membro do Departamento de Estado, um senador, o cônsul-geral no Brasil e um secretário para assuntos do hemisfério ocidental. Na pauta, o repasse de informações sobre os partidos eleitoreiros no Brasil e sobre a exploração de petróleo na camada pré-sal.



Fernando Rodrigues, repórter especial de política da Folha de S.Paulo, chegou a dar explicações aos ianques sobre o funcionamento do Tribunal de Contas da União.
Outro assunto que veio à tona com documentos revelados pelo WikiLeaks são os interesses do imperialismo ianque no estado brasileiro do Piauí.
Um documento datado de 2 de fevereiro de 2010 mostra que representantes do USA participaram de uma conferência organizada pelo governador do Piauí, Wellington Dias (PT), na capital Teresina, a fim de requisitar a implementação de obras de infra-estrutura que poderiam favorecer a exploração pelos monopólios ianques das imensas riquezas em matérias-primas do segundo estado mais pobre do Nordeste.

A representante do WikiLeaks no Brasil, a jornalista Natália Viana, adiantou que a organização divulgará em breve milhares de documentos inéditos da diplomacia ianque sobre o Brasil produzidos durante o gerenciamento Lula, incluindo alguns que desnudam a estreita relação do USA com o treinamento do aparato repressivo do velho Estado brasileiro. A ver.

As Informações. são do Blog Rede Esgoto de Televisão






domingo, 23 de junho de 2013

Brasileiros estão contentes com a Vida Atual

Pesquisa Ibope: 71% dos brasileiros dizerem estar satisfeitos com sua vida atual


‘Uma pesquisa encomendada  ao Ibope, pela  Revista Época, da Globo, e divulgada  na noite de sábado (22), mostra que; Setenta e cinco por cento dos brasileiros apoiam as manifestações por melhores serviços públicos.No entanto, segundo a pesquisa, só 17%  estão preocupados com corrupção

Apesar do elevado apoio, apenas 6% disseram ter ido às manifestações e  35% dos que não foram tiveram a intenção de fazê-lo.

Metade dos brasileiros que apoia os protestos considera que os mesmos provocarão mudanças, segundo a pesquisa que entrevistou 1.008 pessoas em 79 municípios entre 16 e 20 de junho.

Segundo  a pesquisa, 71% dos brasileiros dizerem estar satisfeitos com sua vida atual e 43% terem expectativas positivas sobre o futuro do país.

Entre as pessoas que apoiam os protestos, 69% estão satisfeitas com sua vida e 39% acreditam em um futuro melhor para o país.

Em relação ao motivo dos protestos, 77% citaram o transporte público deficiente, 47% a insatisfação com os políticos, 32% a corrupção, 31% deficiências na educação e na saúde, e 18% a inflação.

Interrogados sobre os principais problemas do país, 78% citaram a saúde, 55% a segurança pública, 52% a educação, 26% as drogas, 17% a corrupção e 11% a miséria.”

Blog amigos do Presidente Lula 

2030 O Ano em que a Globo deixará de Existir



Em 2030, o Brasil já não terá mais a Rede Globo. Ela foi definhando em audiência, o que já está ocorrendo aliás há alguns anos.  Eram 50%, depois 40%, depois 30%, depois 20%, e afinal o zero se aproximava.

Chegou uma hora em que ela era vista apenas pela família Marinho, e não na totalidade, e parte dos funcionários da Globo.

O golpe baixo com o qual ela segura a receita publicitária – o infame BV, que mantém as agências acorrentadas à empresa – foi finalmente enquadrado pelo governo como prática monopolista e desleal.
O governo também apertou o cerco sobre expedientes fiscais imorais, como a proliferação de PJs. O caso icônico de Carlos Dornelles deflagrou uma ação da Receita Federal que pôs fim à mamata.
E a internet foi cobrando o seu preço, segundo a segundo.
No futuro que ofereço ao exame de vocês, os brasileiros ao se livrar da Globo se livrarão também de: a) novelas que deseducam; b) programas como o BBB, que também deseducam; c) horários abjetos de jogo de futebol apenas para que as novelas não sejam interrompidas.
É fácil montar um abecedário aí.
Os brasileiros também estarão libertados de noticiários desonestos e manipuladores, e de colunistas que combatem tenazmente pela manutenção dos privilégios dos Marinhos, de Jabor a Merval.
Não mais Jô, não mais Galvão, não mais Waack. Não mais Faustão, não mais Fantástico, não mais Ana Maria Braga.
Não mais Bonner. Não mais Bial. Talvez bebamos menos cerveja, e levemos portanto uma vida mais saudável, porque sumirão os merchans das novelas que estimulam os espectadores a achar qualquer motivo para abrir uma lata ou uma garrafa de qualquer marca.
Isso porque o anunciante é a Ambev, dona de quase todas as marcas, a começar por Brahma e Antarctica, e então não faz diferença que cerveja seja consumida.
Os Marinhos deixarão de figurar na lista dos bilionários da Fortune, e parte de sua fortuna irá construir casas, escolas e hospitais nas favelas cariocas, que aliás deixarão de ser favelas.
Numa autocrítica imperiosa, a prefeitura de São Paulo rebatizará a avenida Roberto Marinho como avenida Vladimir Herzog.
Já não lembro os detalhes do futuro de Constantino, mas prefiro me ater a este, que de resto considero bem mais realista.
Quanto a ele próprio, Constantino, em 2030 ele está casado com Yoani, e os dois vivem numa tent city em Miami. O padrinho do casamento foi o cubano exilado em Miami Carlos Alberto Montanez, o Perfeito Idiota Latino-americano.”

Fonte - Blog Saraiva

sábado, 22 de junho de 2013

A Lei Antimáscara para Ku Klux Klan.




Lei antimáscara - Como reação, a Louisiana votou uma lei antimáscara (proibição de usar máscaras fora do Dia de Todos os Santos e do carnaval), adotada em seguida por outros estados. A perda de respeitabilidade da KKK, unida a divisões internas, levou à degradação de seu público, apesar de a organização continuar a realizar expedições punitivas, desempenhando por exemplo o papel de supervisora de uma agremiação de patrões contra os sindicalistas, cuja cota estava em alta depois da crise de 1929. Nos anos 1930, o nazismo exerceu uma certa atração sobre a KKK. Não passou disso, porém. A aproximação com germanistas foi bruscamente encerrada na Segunda Guerra Mundial, depois do ataque japonês à base americana de Pearl Harbor, quando muitos membros se alistaram no exército para lutar contra o "perigo amarelo". Só faltava o tiro de misericórdia ao império invisível. Em 1944, o serviço de contribuições diretas cobrou uma dívida da Klan, pendente desde 1920. Incapaz de honrar o compromisso, a organização morreu pela segunda vez.

Apesar de diversas tentativas de ressurreição (num âmbito mais local que nacional), a KKK não obteve mais o sucesso de antes da guerra. As mentalidades evoluíram. A ameaça de crise estava a partir de então descartada, tendo o soldado negro mostrado que era capaz de derramar tanto sangue quanto o branco. Finalmente, o "traidor" Stetson Kennedy contribuiu para desmistificar a organização, liberando todos os seus segredos no livro Eu fiz parte da Ku Klux Klan. Alguns klanistas ainda insistiram e suscitaram, temporariamente, uma retomada de interesse entre os WASP (sigla em inglês para protestantes brancos anglo-saxões) frustrados, que não compunham mais a maioria da população americana.

Nos anos 1950, a promulgação da lei contra a segregação nas escolas públicas despertou novamente algumas paixões, e cruzes se acenderam. Seguiram-se batalhas, casas dinamitadas e novos crimes (29 mortos de 1956 a 1963, entre eles 11 brancos, durante protestos raciais). Os klanistas tentaram se reciclar no anticomunismo, combatendo os índios ou atenuando seu anticatolicismo fanático.

Mas nada surtiu grande efeito e o declínio da Klan já tinha começado desde o fim dos anos 1960, época em que só contava com algumas dezenas de milhares de membros. Depois, podia-se tentar distinguir os Imperial Klans of America dos Knights of the Ku Klux Klan, ou ainda dos Knights of the White Camelia, alguns dos vários nomes das tentativas de ressurgimento. Mas os klanistas não eram mais uma organização de massa. Apesar das proclamações tonitruantes e de provocações episódicas, as "Klans" não reuniam mais do que alguns milhares de membros, comparáveis assim com outros grupelhos neonazistas com os quais às vezes mantinham relações. O império invisível não parece estar perto de renascer uma segunda vez.

A Globo celebrando o Golpe Militar de 64

 Capa do jornal O Globo, celebrando o "ressurgimento da democracia", um dia após o Golpe Militar. Clique para ampliar.
Editorial de “O Globo” do dia 02 de abril de 1964:

“Ressurge a Democracia”
Vive a Nação dias gloriosos. Porque souberam unir-se todos os patriotas, independentemente de vinculações políticas, simpatias ou opinião sobre problemas isolados, para salvar o que é essencial: a democracia, a lei e a ordem. Graças à decisão e ao heroísmo das Forças Armadas, que obedientes a seus chefes demonstraram a falta de visão dos que tentavam destruir a hierarquia e a disciplina, o Brasil livrou-se do Governo irresponsável, que insistia em arrastá-lo para rumos contrários à sua vocação e tradições.

Como dizíamos, no editorial de anteontem, a legalidade não poderia ser a garantia da subversão, a escora dos agitadores, o anteparo da desordem. Em nome da legalidade, não seria legítimo admitir o assassínio das instituições, como se vinha fazendo, diante da Nação horrorizada.
Agora, o Congresso dará o remédio constitucional à situação existente, para que o País continue sua marcha em direção a seu grande destino, sem que os direitos individuais sejam afetados, sem que as liberdades públicas desapareçam, sem que o poder do Estado volte a ser usado em favor da desordem, da indisciplina e de tudo aquilo que nos estava a levar à anarquia e ao comunismo.
Poderemos, desde hoje, encarar o futuro confiantemente, certos, enfim, de que todos os nossos problemas terão soluções, pois os negócios públicos não mais serão geridos com má-fé, demagogia e insensatez.
Salvos da comunização que celeremente se preparava, os brasileiros devem agradecer aos bravos militares, que os protegeram de seus inimigos. Devemos felicitar-nos porque as Forças Armadas, fiéis ao dispositivo constitucional que as obriga a defender a Pátria e a garantir os poderes constitucionais, a lei e a ordem, não confundiram a sua relevante missão com a servil obediência ao Chefe de apenas um daqueles poderes, o Executivo.
As Forças Armadas, diz o Art. 176 da Carta Magna, “são instituições permanentes, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade do Presidente da República E DENTRO DOS LIMITES DA LEI.”
No momento em que o Sr. João Goulart ignorou a hierarquia e desprezou a disciplina de um dos ramos das Forças Armadas, a Marinha de Guerra, saiu dos limites da lei, perdendo, conseqüentemente, o direito a ser considerado como um símbolo da legalidade, assim como as condições indispensáveis à Chefia da Nação e ao Comando das corporações militares. Sua presença e suas palavras na reunião realizada no Automóvel Clube, vincularam-no, definitivamente, aos adversários da democracia e da lei.
Atendendo aos anseios nacionais, de paz, tranqüilidade e progresso, impossibilitados, nos últimos tempos, pela ação subversiva orientada pelo Palácio do Planalto, as Forças Armadas chamaram a si a tarefa de restaurar a Nação na integridade de seus direitos, livrando-os do amargo fim que lhe estava reservado pelos vermelhos que haviam envolvido o Executivo Federal.

Este não foi um movimento partidário. Dele participaram todos os setores conscientes da vida política brasileira, pois a ninguém escapava o significado das manobras presidenciais. Aliaram-se os mais ilustres líderes políticos, os mais respeitados Governadores, com o mesmo intuito redentor que animou as Forças Armadas. Era a sorte da democracia no Brasil que estava em jogo.

A esses líderes civis devemos, igualmente, externar a gratidão de nosso povo. Mas, por isto que nacional, na mais ampla acepção da palavra, o movimento vitorioso não pertence a ninguém. É da Pátria, do Povo e do Regime. Não foi contra qualquer reivindicação popular, contra qualquer idéia que, enquadrada dentro dos princípios constitucionais, objetive o bem do povo e o progresso do País.

Se os banidos, para intrigarem os brasileiros com seus líderes e com os chefes militares, afirmarem o contrário, estarão mentindo, estarão, como sempre, procurando engodar as massas trabalhadoras, que não lhes devem dar ouvidos. Confiamos em que o Congresso votará, rapidamente, as medidas reclamadas para que se inicie no Brasil uma época de justiça e harmonia social. Mais uma vez, o povo brasileiro foi socorrido pela Providência Divina, que lhe permitiu superar a grave crise, sem maiores sofrimentos e luto. Sejamos dignos de tão grande favor.”

Fonte. Blog Acertos de conta 

quarta-feira, 19 de junho de 2013

"Unir o povo, denunciar a direita, disputar a mudança!



                                  "Unir o povo, denunciar a direita, disputar a mudança!


Mao dizia que basta uma fagulha para incendiar uma pradaria. Nunca sabemos quando um fato, um símbolo, acenderá as paixões das ruas. Quando isso acontece, dias valem anos de aprendizado e de tempo histórico, a realidade muda rápida e impressionantemente, e sempre se coloca a questão de como dirigir essa grande luta às vitórias.

Por Paulo Vinícius*


Mao dizia que basta uma fagulha para incendiar uma pradaria. Nunca sabemos quando um fato, um símbolo, acenderá as paixões das ruas. Quando isso acontece, dias valem anos de aprendizado e de tempo histórico, a realidade muda rápida e impressionantemente, e sempre se coloca a questão de como dirigir essa grande luta às vitórias.

No Brasil, tal quadro se agudiza. No ano anterior às eleições, em meio à crise capitalista, é inevitável, diante do fato novo das mobilizações, a necessidade de disputar a agenda da sociedade, e o quadro atual impõe que essa disputa seja feita no plano da comunicação e com a imprensa golpista e a direita.

O fato central é que o nosso povo está na ruas! Isso é básico, a nossa responsabilidade de nos vermos como parte dos anseios mais avançados de luta expressos nas mobilizações, que tem quatro preocupações principais:

O povo não aguenta mais ser massacrado pelo transporte público, e exige o direito à cidade, em especial para os mais pobres, estudantes, trabalhadoras e trabalhadores, e quer o massivo financiamento do transporte público, a preço baixo, subsidiado, o que recoloca o debate da força do estado no tema;

A prioridade do gasto público com saúde e educação. São bandeiras nossas. Lutamos pelos 10% do PIB para a Educação e para a Saúde, que sofreu dura derrota quando a direita impediu que a CPMF destinasse 50 bilhões à saúde pública. Dilma reapresentou o Projeto de Lei que assegura 100% dos Royalties do Pré-Sal para a Educação. O povo apoiará com certeza as NOSSAS bandeiras, que são as formas concretas de atender ao anseio das manifestações;
Questiona os grandes eventos esportivos que o Brasil conseguiu, porque efetivamente se menosprezou a necessidade disputar o sentido avançado dessa vitória. E há que publicizar a transparência com o gasto público, e punir qualquer desvio.

Mas, principalmente, pouco se defendeu a importância desse investimento. Por 40 anos, em grande medida, as arenas esportivas ficaram em clara degradação, lembrem do dramático desabamento no Estádio da Fonte Nova, em Salvador, que cobrou vidas. Em tão poucos anos se renovarem as arenas, melhorar o transporte e as malhas viárias e aeroportos, precisa ser justificado diante do povo, que canta o Hino Nacional e leva as bandeiras do Brasil para os protestos.O que esse mesmo povo acharia, se soubesse que há um gasto muito pior, quase metade do orçamento reservado ao imposto do capital financeiro que a mídia defende? Como enfrentar os gargalos ao investimento e aos serviços públicos se não mudarmos essa realidade? Como disputar a legitimidade do investimento público?

Questiona a política brasileira, na crítica à corrupção e aos partidos. Diante dos dilemas de dez anos de governos de centro-esquerda, essa crítica não tem apenas a versão que interessa à direita, que descaradamente assume ares golpistas e quer dirigir o movimento. Temos de denunciar que a imprensa golpista e da ditadura quer disputar a agenda de luta do povo, denunciar seu golpismo! Mas também temos de ouvir a exigência de maior nitidez na aliança política que leve o Brasil à solução efetiva dos dilemas do desenvolvimento, incluindo o bem estar do povo como sua prioridade.Temos que enfrentar o tema da Reforma Política e da construção de maioria, disputando de modo mais nítido a consciência da Nação. Desse modo, é indispensável a máxima amplitude e unidade do nosso campo, e uma Reforma Política que dê poderes ao povo nas eleições, e não apenas aos ricos.

O povo tem sua agenda, e ela também se expressa, de modo mais nítido em três linhas:

Na luta do movimento Passe Livre, das Entidades Estudantis e do Movimento Comunitário pela melhoria e gratuidade do transporte público para o povo, agenda histórica e permanente, que assume importância central e que pode constituir uma grande vitória política;

Na pauta da Marcha das Centrais Sindicais que reuniu 50 mil em Brasília esse ano;

Na pauta de reivindicações entregue pela Jornada de Lutas da Juventude Brasileira à Presidenta Dilma.

Conhece o povo essas bandeiras, essa luta? O bloqueio midiático impede o povo de saber o que querem as tantas marchas que temos feito ao longo dos anos. Há uma tremenda luta política em curso e a imprensa golpista disputa em tempo integral a direção e as bandeiras do movimento, assim como vendeu, por mais de dez anos, a sua própria agenda.

É preciso separar o nosso povo em luta da pretensão da direita e da imprensa golpista dirigirem o movimento. É preciso ter humildade para estar junto com o povo e a juventude nessa hora de aprendizado, muitos pela primeira vez conhecem manifestações públicas. É preciso acompanhar como o povo faz a sua própria experiência, e por isso é preciso estar com o povo e a juventude. Eles já percebem que as marchas organizadas por nós são SEMPRE pacíficas! Nós somos os que temos as propostas para resolver as demandas! É esse experiência que pode ajudar esse movimento, afirmando uma luta massiva, unida, com propostas que levem a vitórias!

A juventude e os estudantes, por sua denúncia da imprensa golpista são deliberadamente ocultados de toda a cobertura jornalística. O PIG – Partido da |Imprensa Golpista – quer assumir a voz do movimento. É um escândalo! Eles querem eleger os líderes e a agenda, a direita e a imprensa golpista quer tomar de assalto o movimento. Digamos não! Como é importante apoiar as entidades estudantis e a juventude nessa hora!

Cabe-nos entrar na disputa com toda a nossa força, organização, didática, propostas e apontar um rumo de vitória para o povo, demarcando com a imprensa hipócrita da Ditadura, com os provocadores de direita e irresponsáveis que desejam o caos. Apontemos saídas que unifiquem o campo das mudanças pela sua aceleração, por uma nova arrancada, nas propostas, na utopia e na mobilização de massas pelas mudanças de sentido avançado do Brasil. E, por isso mesmo, os nossos governos tem de ter a coragem de propor saídas que signifiquem a nossa própria vitória e do movimento.

Nunca saímos das ruas, e o nosso povo quer o melhor para o nosso país, falemos com ele, disputemos apaixonadamente a agenda de mudanças no Brasil. É preciso apresentar as nossas ideias para o povo nas ruas!

*Sociólogo e Bancário, coordenador da Juventude trabalhadora da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e membro do Conselho Nacional de Juventude. 


(título original "Unir o povo, denunciar a direita, disputar a nova arrancada pelas mudanças!" alterado por redação Vermelho)

Protestos sacodem as Ruas de Todo Brasil

                                 O povo na rua sempre abre  possibilidades


As manifestações ocorridas em 11 capitais do Brasil na última segunda-feira (17), mobilizando 250 mil pessoas e que ainda prosseguem pelo país afora, devem ser registradas na história da vida política brasileira como alvissareiras, como uma oportunidade e, como tal, repleta de possibilidades.

Por Divanilton Pereira


Uma grande mobilização nacional, justa e popular como esta propicia desdobramentos objetivos e subjetivos numa sociedade. Geralmente a partir de algum fato catalisador – neste caso os reajustes das passagens dos transportes públicos – ela provoca articulações, pautas, ensinamentos, confrontos e apreço pela luta social. 

Portanto, contribui para a formação de uma consciência social avançada de um povo, condição indispensável para se alcançar as transformações maiores de uma nação.

Legitimidade a toda prova
Para o pensamento progressista, esses elementos por si só dão completa legitimidade aos movimentos em curso no país. Além disso, por conseguirem sintetizar e aglutinar demandas sociais populares represadas há décadas, amplia-se ainda mais essa condição.

A juventude brasileira e sua forte capilaridade social
A juventude brasileira – a grande protagonista política dessas manifestações – mais uma vez é depositária histórica de anseios populares. Através de novos instrumentais, mas, sobretudo com sua ousadia e maior mobilidade política, conseguiu aglutinar imensas camadas sociais e nacionalizou uma pauta que não é só sua e a fez vê-la de uma forma viva perante o país.
Confrontou um modelo que nos últimos tempos e em grande parte prevalece no país: a via pela negociação parlamentar e governamental, uma arena movediça que tem represado a solução dessas e outras demandas populares. O movimento deslocou a agenda para as ruas e exige um novo ritmo à sua superação.

Gargalos concretos de uma geografia concreta
A mobilidade urbana e a qualidade dos serviços públicos estão em crise em todos os centros no país e foram postos no centro do debate nacional. Não à toa, o epicentro dessas jornadas ocorre nas capitais. Uma situação que só não é mais dramática do que os efeitos da seca sobre o semiárido nordestino.


"A gente não quer só comida..."
Apesar da concretude objetiva de suas reivindicações, o movimento em grande parte se nutre – e também por isso tem amplo apoio popular – por expressar uma repulsa contra o status quo das representações políticas e sociais do país. Mesmo que isso seja resultado de um projeto midiático da elite para afastar o povo da vida política, é um fato que exige depuração e requer de uma forma crítica e autocrítica uma análise por todos nós.

No entanto, essa circunstância de alcance político limitado, pode ser o fator que mais condicione os resultados desse processo. O espontâneo assemelha-se a uma reação instintiva: tem impulso e fôlego curto, e se instrumentalizado por interesses escusos e contra o povo, possibilita-se a retomada de retrocessos no Brasil.

Desenvolver o movimento programaticamente e de uma forma ampla são condições para a conquista de melhorias imediatas e futuras. 

Oportunidade para um novo projeto de desenvolvimento
O Brasil, mesmo sob a égide de um novo ciclo político em curso, carece de um novo projeto nacional de desenvolvimento que consiga aglutinar as forças democráticas e populares. Isso requer convicção e liderança para conduzir essa estratégia. 

Essa plataforma deve enfrentar no atacado e não no varejo os obstáculos que impedem o progresso social do Brasil. As flutuações do governo Dilma em torno desse necessário caminho precisam ser disputadas em novo patamar. 

Pouco provável não haver um agente político e social no país que não esteja neste momento refletindo sobre o recado dessa manifestação popular. 

Aos comprometidos com o povo e o futuro da nação espera-se que concluam em assumir para si o exemplo da luta ora em curso, pois esta dá efetiva centralidade política às ruas e relativiza o exercício exclusivamente institucional.

Mãos à obra.

*Divanilton Pereira é membro do comitê central do PCdoB, da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), da Federação Única dos Petroleiros (FUP) e do SINDIPETRO-RN.

domingo, 16 de junho de 2013

A Produção de veículos no Mundo.


A associação de montadoras automobilísticas Ukravtoprom elaborou um ranking dos países fabricantes de automóveis. De acordo com os dados apresentados pela entidade, a China é o que mais fabrica veículos no mundo, embora o líder desta indústria na Europa continue sendo a Alemanha. A Rússia passou a ocupar o segundo lugar em volume de produção de carros de passeio no continente.
De acordo com os resultados apurados naquele período, 10 dos 40 países fabricantes de automóveis são responsáveis por 78% da produção mundial de veículos. A parcela da China na produção mundial de automóveis de passageiros é de 26,76%; do Japão, 12,42%; da Alemanha, 8,13%; dos Estados Unidos, 6,84%; da Coreia do Sul, 6,19%; da Índia, 5,32%; do Brasil, 3,90%; da Rússia, 2,79%; da Espanha, 2,77%; e do México, 2,76%.
A maior quantidade de carros do mundo é produzida nos países da região Ásia-Pacífico. Na China, por exemplo, foram fabricados quase 4,5 milhões de passageiros durante o primeiro trimestre. Na Europa, as três primeiras posições são de Alemanha, Rússia e Espanha.
Gazeta da Russia.

Os Super Nanicos e os Jagunços Proletários

Os Super Nanicos, e os Jagunços  Proletários

Há dias venho comentando nas redes Sociais , principalmente no Twitter sobre a onda de violência que  vem varrendo a maioria das capitas brasileira neste momento. as causas como já se sabe é uma só o aumento das tarifas de ônibus em todo país que sofreu um reajuste, nos últimos meses bem abaixo da inflação.

O que tem de curioso nestes movimentos,  e protestos  são as pluralidades e as ideologização de todos os que se aventura frente as as balas de borrachas da policia mal preparada, a exemplo de São paulo, nos últimos protestos que sacudiu as principais avenidas de maior cidade da America latina com mais 11,5 milhões de habitantes, deixando o transito que já é doente por vida própria, e que tem piorado com as multidões nas ruas.

Quem são estes manifestantes, que se apresentam, na maioria sem uma bandeira politica, Vermelha, ou sigla partidária?  bem ,vamos tentar dar cor aos movimentos e tentar apontar seus  lideres, que  escamoteiam-se no no meio  da multidão travestidos de revolucionários e dissidentes radicais  e dicotomizados inconformados com os insucessos de seus partidos políticos, nas ultimas eleições buscam agora, agarrar a bandeira que lhes  não pertence e se apresentam para o Brasil como os salvadores de uma nova pátria, que não usam o vermelho (cores tradicionais) símbolos das grandes manifestações, e das transformações sociais.

O naniquismo politico é  nome que este movimento  deveria assumir, já que se trata de grupo dos descontes e deixado de lado pelo PT.  Veja desta semana vem rasgando o véu  do PSOL, PCO.  acrescento aqui sem medo de errar , outro Nanico que só sabe fazer barulho e atrapalhar o andamento  das politicas sociais que estão dando certo no pais, implantadas pela presidenta Dilma Rousseff, trata-se do PSTU aquele mesmo partido que ficou famosos em todo Brasil, com o discurso da professora Amanda Gurgel, na assembleia legislativa do Estado do Rio Grande Do Norte, apontando as mazelisses da Educação brasileira.

Já é sabido, que a filha de Tarso Genro Governador do Rio Grande do Sul, Luciana Genro, hoje Filiada ao PSOL, está envolvida até o pescoço nestes movimentos que vem ganhando cada vez mais adeptos em todo Brasil. Luciana é uma das mentoras que articulam os militantes através das redes sociais, que catapultam as informações e articulam de maneira rápidas qualquer informação, sobre os próximos movimentos.

Uma nova maneira de se fazer protestos no Brasil está sendo tecida por mentes com capacidades nunca visto antes. podemos aqui relembrar as ultimas greves dos professores em São Paulo, Bahia que não houve avanço nenhum. estes movimentos continuaram  usar as mesmas metodologias dos anos 80, pautadas em serviços sonoros e jornaizinhos, que funcionam como quase que único meio de comunicação entre os proletários reivindicatórios.

Quem ganha e quem perde com estes movimentos em todo Brasil?  Uma coisa é certa, aqui em São Paulo, os coquiteis Molotov irão cair no colo do Governador Geraldo Alckmin, a ele será creditado boa parte da conta
pelos os excessos praticado por sua policia violenta. ademais o Prefeito Haddad cederá as pressões das tarifas 
e negociará uma saída a curto e longo prazo. quanto ao Governador duas coisa preocupam, a opinião Publica 
sua própria policia, pelos os motivos citados a cima, e pela má qualidades dos serviços publico  prestados 
a população paulista, como os trens metropolitanos. ou seja, o prefeito Haddad tem uma batata só pra descascar
enquanto Geraldo tem Varias, grandes e quentes em seu colo.

Onde entra a Mídia neste envolucro todo, dos movimentos contra os transportes publico?
     Pelo o que tudo indica, a Mídia tradicional e golpista seguira a velha cartinha
de sempre, apoiar até onde for possível, e fazer estragos no Governo federal creditando toda conta no PT.

A Globo assim como a revista veja já tem total conhecimento, quem está por traz dos movimentos em todo Brasil,
e já traçou sua logística de como agirá daqui pra frente. uma delas deverá ser a de deixar que os partidos nanicos 
já mencionados aqui neste artigo, façam aquilo que seus jagunços políticos, não conseguem fazer PSDB e 
DEM, dando todo apoio mídico, pra depois soltar seus leões, sua tropa de elite na devora infernal que só ela sabe 
fazer com eficacia. 

Logo quem vestirá a camiseta e colocará uma bandeira nas costa, e vem para as ruas, vai ser a Marina Silva 
 e Heloísa Helena, as duas dissidentes de maior nome do PT não vão perder a oportunidade de receber alguns 
flash e holofotes em suas caras lambidas e descaradas.  

Prof,.Adail 






sábado, 15 de junho de 2013

Vaias pagas do Mané Garrincha para Dilma Roussef



Oposição pode estar por Traz mais uma vez das vaias para Dilma Rousseff no Estadio Mané Garrincha, na Abertura da copas das confederações Realizada pela Fifa hoje 15/06/2003 Em Brasilia.

Nada surpreende aos telespectadores da Rede Globo e todo seu  sistema de comunicação. as vaias ofertada hoje em Brasilia por dezenas de torcedores que foram propositadamente ao Estadio recém inaugurado com o objetivo único: deixar transparecer que o povo não apoia a presidente Dilma Rousseff , o que vai na contra mão das pesquisas de opinião Publica que aponta um alto índice de aprovação  de seu Governo.

Quem pode estar por traz destas vaias?  tudo leva crer que  foram exaustivamente ensaiadas, com o sistema da Rede Globo e outros meios de comunicação  que, o monstro  usa para deslegitimar este Governo que vem batendo recordes e mais recordes de conquistas, para o povo brasileiro.

A oposição não se conforma com o sucesso deste Governo, a exemplo que fez com o Governo de Lula, que venceu todos os obstáculos de maneira digna e limpa as bruxarias,mandingas, catimba, sabotagem dos que torcem pelo fracasso  Brasil, e não querem em hipótese alguma que este governo alcance sucesso e tudo leva a crer que, o jogo está só no começo.  sabem que precisam intensificar suas  táticas e aperfeiçoar a pontaria, pois todos os tiros disparados contra o Governo de Lula e Dilma, sempre acertaram o próprio pé.

O povo brasileiro não esquece do ensaio do maracanã, onde Lula Foi vaiado por meias duzia de pessoas que receberam  um cache de fome do ex-prefeito da Cidade do Rio de Janeiro Cesar Maia, do PFL  na abertura do Pan em 2007.Cesar Maia sumiu no cenário Politico nacional, vive em pleno ostracismo politico pronto para o decepamento eterno de cargos executivos.

Sabemos também, que o assunto rendeu capa de Revista, manchete nos principais jornais 
do país filiados  rede Globo e todo o seu sistema de mentiras. o resultado foi catastrófico, para o prefeito da época, e a toda mentirosa Rede Globo.

Com todos estes ataques sem justificativas e desnecessários não impediu a reeleição do Presidente Lula, e dos vários postes que receberam, o apoio do petista em vários estado onde o PT disputou as eleições para governador.

Hoje em Brasilia, estes mesmo torcedores, torcedores contra o Brasil estavam lá para fazer repetir a História, mas com personagens diferentes, e com resultados que podem ser iguais aos de 2007 no Maracanã. 

Justamente quando a Presidente vai discursar para as  câmeras da Globo, é que começam as vaias. mais um sinal confirmador que todas esta meia duzia de pessoas,já estavam preparadas, com suas vozes afinadas esperando só o sinal de comando para a amplificação 
de seus berros, que foram logo ovacionados nos meios de mentiras da rede Globo.

Prof. Adail

domingo, 9 de junho de 2013

Declaração dos Direitos do Povo Trabalhador e Explorado da Russia

A Assembléia Constituinte decreta:

I

1) Fica proclamada na Rússia a República dos Sovietes de deputados operários, soldados e camponeses. Todo o Poder, tanto na capital como nas províncias, pertence a estes Sovietes.
 2) A República Soviética da Rússia é organizada, sobre a base da união voluntária de nações livres, como Federação de Repúblicas Soviéticas Nacionais.

II

Tendo-se determinado como missão essencial abolir toda a exploração do homem pelo homem, suprimir por completo a divisão da sociedade em classes, esmagar de modo implacável a resistência dos exploradores, estabelecer a organização socialista da sociedade e alcançar a vitória do socialismo em todos os países, a Assembléia Constituinte, decreta, também:
1) Fica abolida a propriedade privada da terra. Declara-se patrimônio de todo o povo trabalhador toda a terra, com todos os edifícios, o gado de trabalho, as ferramentas e demais acessórios agrícolas.
2) Se ratifica a lei soviética sobre o controle operário e o Conselho Superior de Economia Nacional, com o objetivo de assegurar o Poder do povo trabalhador sobre os exploradores e como primeira medida para que as fábricas, minas, ferrovias e demais meios de produção e de transporte passem por inteiro a ser propriedade do Estado operário e camponês.
3) Se ratifica a passagem de todos os bancos para a propriedade do Estado operário e camponês, como uma das condições da emancipação das massas trabalhadoras do jugo do capital.
4) Fica estabelecido o trabalho obrigatório para todos, com o fim de eliminar as camadas parasitas da sociedade.
5) Se decreta o armamento dos trabalhadores, a formação de um Exército Vermelho socialista de operários e camponeses e o desarmamento completo das classes proprietárias, com o objetivo de assegurar a plenitude do Poder das massas trabalhadoras e eliminar toda a possibilidade de restauração do Poder dos exploradores.

III

1) Ao expressar sua determinação inquebrantável de arrancar a humanidade das garras do capital financeiro e do imperialismo, que inundaram a terra de sangue na guerra atual, a mais criminosa de todas, a Assembléia Constituinte se solidariza totalmente com a política aplicada pelo Poder dos Sovietes, consistente em romper os tratados secretos, em organizar a mais extensa confraternização com os operários e camponeses dos exércitos atualmente em guerra e em obter, custe o que custar, por meio de procedimentos revolucionários, uma paz democrática entre os povos, sem anexações nem contribuições, sobre a base da livre autodeterminação das nações.
2) Com o mesmo fim, a Assembléia Constituinte insiste na completa ruptura com a bárbara política da civilização burguesa, que fundamentava a prosperidade dos exploradores de umas poucas nações predestinadas sobre a escravidão de centenas de milhões de trabalhadores na Ásia, nas colônias em geral e nos pequenos países.  A Assembléia Constituinte saúda a política do Conselho de Comissários do Povo, que proclamou a completa independência da Finlândia (2), que começou a retirar as tropas da Pérsia (3) e declarou a liberdade de autodeterminação da Armênia (4)
3) A Assembléia Constituinte considera a lei soviética da anulação dos empréstimos contraídos pelos governos dos tzares, dos proprietários de terra e da burguesia como um primeiro golpe desferido no capital bancário, financeiro internacional e expressa sua confiança de que o Poder dos Sovietes seguirá firmemente este caminho, até a completa vitória da rebelião operária internacional contra o jugo do capital.

IV

Eleita, com base nas candidaturas dos partidos organizadas antes da Revolução de Outubro, quando o povo não podia ainda rebelar-se, em sua totalidade, contra os exploradores, nem conhecia toda a força de resistência dos mesmos na defesa de seus privilégios de classe, nem havia abordado na prática a criação da sociedade socialista, a Assembléia Constituinte consideraria profundamente errado, inclusive do ponto de vista formal, contrapor-se ao Poder dos Sovietes.
De fato, a Assembléia Constituinte considera que hoje, no momento da luta final do povo contra seus exploradores, não pode haver lugar para estes últimos em nenhum dos órgãos de Poder. O Poder deve pertencer total e exclusivamente às massas trabalhadoras e seus representantes plenipotenciários, os Sovietes de deputados operários, soldados e camponeses.
Ao apoiar o Poder dos Sovietes e os decretos do Conselho de Comissários do Povo, a Assembléia Constituinte considera que suas funções não vão além de estabelecer as bases fundamentais da transformação socialista da sociedade.
Ao mesmo tempo, em seu propósito de criar uma aliança efetivamente livre e voluntária e por conseqüência, mais estreita e duradoura entre as classes trabalhadoras de todas as nações da Rússia, a Assembléia Constituinte limita sua missão a criar as bases fundamentais da Federação de Repúblicas Soviéticas da Rússia, deixando, aos operários e camponeses de cada nação, a liberdade de decidir, com toda independência, em seu próprio Congresso de Sovietes investido de plenos poderes, se desejam, e em que condições, participarem do governo federal e das demais instituições federais soviéticas.

3 (16) de janeiro de 1918.

sábado, 8 de junho de 2013

As estruturas eclesiásticas da Idade Media


As estruturas eclesiásticas
Até há relativamente pouco tempo, a história da Igreja era identificada com a das elites eclesiásticas.

A preocupação central era com as instituições clericais, com o pensamento oficial da Igreja e com seus altos dirigentes. A espiritualidade* dos fiéis quase sempre ficava à margem, vista como grosseira e cheia de superstições*, oposta à dos clérigos.

Maisrecentemente, porém, recuperou-se o sentido original de “igreja” (do grego ecclesia, “comunidade de cidadãos”, no caso cristão “comunidade de fiéis”), englobando portanto a hierarquia eclesiástica e a massa de leigos.

 Num primeiro momento, a organização da hierarquia eclesiástica visava à consolidação da recente vitória do cristianismo. A seguir, a aproximação com os poderes políticos garantiu à Igreja maiores possibilidades de atuação. Em uma terceira fase, o corpo eclesiástico separou-se completamente da sociedade
laica e procurou dirigi-la, buscando desde fins do século XI erigir uma teocracia que esteve em via de se concretizar em princípios do século XIII.

Contudo, por fim, as transformações que a Cristandade* conhecera ao longo desse tempo inviabilizaram o projeto papal e prepararam sua maior crise, a Reforma Protestante do século XVI.

A formação da hierarquia eclesiástica na Primeira Idade Média Nos seus primeiros tempos, a Igreja parecia envolvida numa contradição, que no entanto se revelaria a base de seu poder na Idade Média. Ao negar diversos aspectos da civilização romana, ela criava condições de aproximação com os germanos. Ao preservar vários outros elementos da romanidade, consolidava seu papel no seio da massa populacional do Império. Desta maneira, a Igreja pôde vir a ser o ponto de encontro entre aqueles povos. Da articulação que ela realizou entre romanos e germanos é que sairia a Idade Média.

 Nascida nos quadros do Império Romano, a Igreja ia aos poucos preenchendo os vazios deixados por ele até, em fins do século IV, identificar-se com o Estado, quando o cristianismo foi reconhecido como religião oficial. A Igreja passava a ser a herdeira natural do Império Romano.

O jogo político medieval

O jogo político medieval
Tais eram os personagens no palco político medieval. Mas como contracenaram nos seis séculos da Idade Média Central e da Baixa Idade
Média? Sabemos que os poderes universalistas (Igreja e Império) estavam em choque constante, porque pela própria natureza do que reivindicavam
— a herança do Império Romano — somente um deles poderia ter sucesso. Assim, ambos fracassaram, permitindo a emergência de poderes
particularistas (feudos* e comunas*) e nacionalistas (monarquias). Mais do que isso, quando ficou patente, em fins da Idade Média, que o futuro pertencia a estas últimas, duas nacionalidades já tinham perdido sua oportunidade histórica de organizar Estados centralizados.

A luta entre os universalistas debilitara as bases territoriais e nacionais da Itália (centro nevrálgico da Igreja) e da Alemanha (base do Sacro Império). Dessa forma, por muito tempo elas permaneceram apenas realidades geográficas, não políticas. Perdidas as chances de obter colônias no Novo Mundo dos séculos XVI-XVII, atrasadas na industrialização dos séculos XVIII-XIX, secundarizadas na partilha da África e da Ásia do século XIX, aquelas nacionalidades sentiam cada vez mais a necessidade de se corporificar politicamente. Tal ocorreu em 1870-1871, mas como o atraso relativo já existia aqueles novos Estados precisaram adotar uma política agressiva, que esteve nas raízes das duas Grandes Guerras do século XX. O
fracasso do nacionalismo alemão e italiano na Idade Média foi fator essencialpara explicar sua virulência nas últimas décadas do século XIX e primeiras do XX.

Enquanto isso, Portugal, Espanha, França e Inglaterra entravam na Modernidade como Estados nacionais unificados, mas que em virtude de trajetórias medievais diferentes teriam destinos políticos diferentes. Como na Inglaterra o processo de feudalização e a Magna Carta atribuíram ao rei o papel de suserano, ele nunca sofreu forte oposição (a não ser nos poucos momentos em que tentou ser soberano) e a monarquia pôde manter-se até hoje. Na França, por sua vez, como na Idade Média prevaleceu o papel de soberano, o monarca pôde tornar-se absolutista na Idade Moderna, despertando contra ele as revoluções de 1789, 1830 e 1848, quando então a monarquia desapareceu definitivamente.

Mas a formação das monarquias nacionais não se deu sem oposição dos poderes universalistas. O Império procurou, por exemplo, contestar a monarquia francesa aliando-se à inglesa, mas foi vencido em Bouvines em 1214 e não pôde impedir o crescente fortalecimento dos Capetíngios. Contra as pretensões imperiais, os juristas franceses desenvolveram nas décadas seguintes o princípio — logo adotado por outras monarquias — de “o rei é imperador no seu reino”. A Igreja, alegando ex ratione peccati (“por razões de pecado”), expressão ampla que lhe deixava grande margem de manobra, intervinha com freqüência nos assuntos internos de vários reinos, lançando excomunhão* sobre o monarca, interdito* sobre todo o país, cobrando
dízimo e outras taxas. Como representante da autoridade divina na Terra, o papa Inocêncio III chegou mesmo a receber Portugal, Sicília e Inglaterra como feudos.

Os poderes particularistas não podiam, é claro, escapar ao jogo político medieval. De um lado ocorriam conflitos, surdos e abertos, dentro dos feudos e entre eles. Dessa situação é que surgiu o outro tipo de poder particularista, de espírito diverso, a comuna. De outro lado, como já dissemos, as monarquias estimulavam as rivalidades entre feudos e comunas na tentativa de submeter todos os particularismos, precondição para completar a unificação e a centralização nacionais. Também os universalistas procuraram dominar os particularismos, impedindo que eles se fundissem em Estados nacionais. O Império tentou controlar as ricas e importantes comunas italianas, porém foi derrotado em Legnano em 1176. A Igreja
buscou comandar a nobreza feudal por meio das Cruzadas, mas perdeu o controle da situação e saiu desgastada. Tentou impor seus valores nas comunas e apenas acelerou o surgimento de heresias*.

Idade Media - A renovação imperial carolíngia

A renovação imperial carolíngia

As condições para tanto estariam reunidas apenas no reino franco do século VIII, na figura de Carlos Magno. Em primeiro lugar, pelo fato de ele ter a anuência da Igreja para dar aquele passo. De fato, os francos tinham sido os primeiros germânicos a se converter ao catolicismo romano, em fins do  século V. Depois, em 732, Carlos Martel derrotara os muçulmanos na célebre batalha de Poitiers, ganhando o prestígio de um verdadeiro salvador da Cristandade*. Seu filho, Pepino, o Breve, consolidou o pacto franco-papal.

Em troca da deposição do último rei da dinastia Merovíngia e de sua própria entronização como rei dos francos, em 751, Pepino arrancou as terras italianas recém-ocupadas pelos lombardos e entregou-as à Igreja. Ademais, ele transformou em lei o antigo costume dos cristãos de entregar o dízimo (décima parte dos rendimentos) à Igreja. Por fim, o próprio Carlos Magno continuou a obra do pai, derrotando definitivamente os lombardos, confirmando a doação daquelas terras ao papado e alargando a Cristandade
ao submeter saxões e ávaros.

Em segundo lugar, as relações do Ocidente com Bizâncio estavam bastante abaladas naquele momento, de forma que não havia a preocupação dos três séculos anteriores em respeitar os direitos bizantinos. Ainda por cima, pôde-se argumentar que quando da coroação de Carlos Magno, no Natal de 800, o título imperial estava vago, pois o trono em Bizâncio estava ocupado por uma mulher. De qualquer forma, os bizantinos consideraram o fato uma usurpação e, apesar de em 812 terem feito um acordo e reconhecido a validade do título de Carlos Magno, sempre viram o Império Ocidental como ilegítimo. Carlos Magno, de seu lado, parece ter-se interessado pelo título como um prêmio por suas atividades políticas. Tudo indica que ele não via o império no sentido romano, mas como algo transitório, como “uma espécie de apoteose pessoal”.

Isto fica claro pela organização administrativa do Império Carolíngio, excessivamente personalizada. O território estava dividido em centenas de condados, de extensão variável, cada um deles dirigido por um conde, nomeado pelo imperador. O conde representava o poder central em tudo, publicando as leis e zelando pela sua execução, estabelecendo impostos, dirigindo trabalhos públicos, distribuindo justiça, alistando e comandando os contingentes militares, recebendo os juramentos de fidelidade dirigidos ao imperador. Em troca recebia uma porcentagem das taxas de justiça e sobretudo terras entregues pelo soberano. Na tentativa de fiscalizar esses amplos poderes dos condes, o imperador contava com os missi dominici (“enviados do senhor”), que aos pares (um leigo e um clérigo) visitavam os condados e elaboravam relatórios a respeito. Contudo, sendo esses enviados eles próprios condes e bispos ou abades, poucas vezes cumpriam seu papel imparcialmente.

Nas regiões fronteiriças, o representante do imperador recebia poderes especiais, sob o título de marquês. Nesses locais a tendência autonomista tornava-se ainda maior, havendo apenas um frágil vínculo com o Império. Acentuava essa situação a tradição germânica pela qual todo ano era convocada uma assembléia geral, na qual as decisões eram teoricamente tomadas por todos os homens livres. Na prática, pelas dificuldades de viagem, compareciam apenas os optimates, que tinham então seu peso político reforçado. Como resultado disso tudo, o imperador carolíngio detinha somente um dos monopólios anteriormente gozados pelo imperador romano, o de cunhagem de moedas. Procurando contrabalançar o vasto poder dos nobres, era obrigatório o juramento de fidelidade ao imperador por parte de todo habitante masculino desde os 12 anos de idade.

Mas essa prática revelou-se insuficiente para superar a fraqueza estrutural do Império Carolíngio, o que levou em 843 à sua fragmentação por meio do Tratado de Verdun, assinado entre três netos de Carlos Magno. Nele aparecia o primeiro esboço do futuro mapa político europeu. Corporificando tendências anteriores, o tratado estabeleceu dois grandes blocos territoriais, étnicos e lingüísticos (dos quais surgiriam as futuras França e Alemanha  e uma longa faixa pluralista, composta de uma zona de personalidade definida (Itália do norte), zonas multilingüistas que sofreriam o poder de atração daqueles primeiros blocos (futuras Bélgica, Países Baixos, Luxemburgo, Suíça), zonas intermediárias que seriam objeto de longas disputas (Alsácia, Lorena,Trieste, Tirol). O que explica esse fracasso do Império Carolíngio.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Brasil Na OEA


O ex-ministro brasileiro Paulo Vannuchi foi eleito ontem membro da mesa diretora da CIDH (Comissão Interamericana de Direitos Humanos) da OEA (Organização dos Estados Americanos).
Anunciada ontem à noite na Assembleia-Geral da OEA, na Guatemala, a vitória consolida o maior passo de reaproximação, até agora, do governo brasileiro em relação à comissão e à organização.
As relações entre o país e os organismos estavam estremecidas desde 2011, quando a CIDH emitiu medida cautelar para forçar a suspensão das obras da usina de Belo Monte (PA) por possíveis impactos na comunidade indígena.
Em retaliação, o Brasil retirou seu embaixador da OEA --situação que se mantém até hoje-- e sua candidatura --também com Vannuchi-- à direção da CIDH, em 2011.
O chanceler Antonio Patriota comemorou a eleição de Vannuchi como mais um "reconhecimento do papel de liderança" do país na região.
"O Brasil tem investido no fortalecimento do sistema interamericano de direitos humanos. E queremos com a eleição do Vannuchi continuar nessa linha, para ajudar a reformar e modernizar o sistema", disse Patriota à Folha, da Guatemala, por telefone.
Para Patriota, a eleição do brasileiro na CIDH se soma às recentes vitórias de Roberto Azevêdo para a direção da OMC (Organização Mundial do Comércio) e de José Graziano para a FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura).
"São diferentes áreas em que o Brasil tem demonstrado a capacidade de propor soluções, de trabalhar com a comunidade internacional e no nosso hemisfério", disse.
Para a ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos, a eleição de Vannuchi vai "reforçar a defesa dos segmentos mais vulneráveis no continente".

Informações: Folha