domingo, 28 de abril de 2013

Verdade: Folha financiava operações na ditadura, conta ex-delegado


A ida do vereador Natalini (PV) ao Espírito Santo para entrevistar o ex-delegado da Polícia Civil Claudio Guerra marcou o início de uma busca da Comissão da Verdade municipal por depoimentos de agentes do regime. Guerra, segundo ele próprio, “ficava clandestinamente à disposição do escritório do SNI (Sistema Nacional de Informações)” e realizava execuções a pedido do órgão.

O ex-delegado da Polícia Civil Claudio Guerra afirmou nesta terça-feira (23), à Comissão Municipal da Verdade de São Paulo, que foi o autor da explosão de uma bomba no jornal O Estado de S. Paulo, na década de 1980, e afirmou que a ditadura, a partir de 1980, decidiu desencadear em todo o Brasil atentados com o objetivo de desmoralizar a esquerda no País.

“Depois de 1980 ficou decidido que seria desencadeada em todo o País uma série de atentados para jogar a culpa na esquerda e não permitir a abertura política”, disse o ex-delegado.
Entre suas atividades na cidade de São Paulo, Guerra afirmou ter feito pelo menos três execuções a pedido do SNI. “Só vim saber o nome de pessoas que morreram quando fomos ver datas e locais que fiz a execução”, afirmou o ex-delegado, dizendo que, mesmo para ele, as ações eram secretas. Guerra afirmou que, embora soubesse de tudo que acontecia durante a ditadura, nunca torturou ninguém.

Guerra falou também do Coronel Brilhante Ustra e do delegado Sérgio Paranhos Fleury, a quem acusou de tortura e assassinatos. Segundo ele, Fleury “cresceu e não obedecia mais ninguém”. “Fleury pegava dinheiro que era para a irmandade (grupo de apoiadores da ditadura, segundo ele)”, acusou.
O ex-delegado disse também que Fleury torturava pessoalmente os presos políticos e metralhou os líderes comunistas no episódio que ficou conhecido como Chacina da Lapa, em 1976.
“Eu estava na cobertura, fiz os primeiros disparos para intimidar. Entrou o Fleury com sua equipe. Não teve resistência, o Fleury metralhou. As armas que disseram que estavam lá foram ‘plantadas’, afirmo com toda a segurança”, contou.
Guerra disse que recebia da irmandade “por determinadas operações bônus em dinheiro”. O ex-delegado afirmou que os recursos vinham de bancos, como o Banco Mercantil do Estado de São Paulo, e empresas, como a Ultragas e o jornal Folha de S. Paulo. “Frias (Otávio, então dono do jornal) visitava o DOPS (Departamento de Ordem Política e Social), era amigo pessoal de Fleury”, afirmou.
Segundo ele, a irmandade teria garantido que antigos membros até hoje tivessem uma boa situação financeira.

‘Enterrar estava dando problema’

Segundo Guerra, os mortos pelo regime passaram a ser cremados, e não mais enterrados, a partir de 1973, para evitar “problemas”. “Enterrar estava dando problema e a partir de 1973 ou 1974 começaram a cremar. Buscava os corpos da Casa de Morte, em Petrópolis, e levava para a Usina de Campos”, relatou.
Hoje, Cláudio Guerra é pastor evangélico da Assembleia de Deus. “Minha historia é feia, não me orgulho dela, quero passar a limpo”, disse. Segundo o vereador Natalini, o ex-delegado teria explicado que está “tentando ganhar a salvação pelo que fez contando as barbaridades do passado”. “Conversei muito para deixá-lo a vontade. Não fui lá para julgá-lo”, observou.

Outros membros da Comissão da Verdade elogiaram a atitude de Natalini que, mesmo tendo sido preso e torturado durante a ditadura, foi ao encontro de Guerra e fez a entrevista. O presidente do colegiado reiterou que irá ainda ouvir os coronéis Ustra e Calandra.

Natalini, que foi preso no DOI-Codi, denuncia as torturas sofridas no órgão de repressão: “Fiquei dois meses preso no DOI-Codi. Lá, fui pessoalmente torturado pelo Ustra [coronel reformado do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex-comandante do órgão] umas três vezes. Numa delas, me colocaram em cima de duas latas e ele me bateu com um pedaço de cipó. Depois, levei choques”, disse, em audiência da Comissão Estadual da Verdade.

Fundação maurucio  Grabois

A Comuna de paris

Os proletários da capital - dizia o Comité Central no seu manifesto de 18 de Março - no meio das fraquezas e das traições das classes governantes, compreenderam que chegara para eles a hora de salvar a situação assumindo a direcção dos assuntos públicos... O proletariado... compreendeu que era seu dever imperioso e seu direito absoluto tomar nas suas mãos o seu próprio destino e assegurar o triunfo apoderando-se do poder."

Mas a classe operária não se pode contentar com tomar o aparelho de Estado tal como ele é e de o pôr a funcionar por sua própria conta.

O poder centralizado do Estado, com os seus órgãos presentes por toda a parte: exército permanente, polícia, burocracia, clero e magistratura, órgãos moldados segundo um plano de divisão sistemática e hierárquica do trabalho, data da época da monarquia absoluta, em que servia à sociedade burguesa nascente de arma poderosa nas suas lutas contra o feudalismo."

"Em presença de ameaça de sublevação do proletariado, a classe possidente unida utilizou então o poder de Estado, aberta e ostensivamente, como o engenho de guerra nacional do capital contra o trabalho. Na sua cruzada permanente contra as massas dos produtores, foi forçada não só a investir o executivo de poderes de repressão cada vez maiores, mas também a retirar pouco a pouco à sua própria fortaleza parlamentar, a Assembleia Nacional, todos os meios de defesa contra o executivo."

"O poder de Estado, que parecia planar bem acima da sociedade, era todavia, ele próprio, o maior escândalo desta sociedade e, ao mesmo tempo, o foco de todas as corrupções."

"O primeiro decreto da Comuna foi pois a supressão do exército permanente e a sua substituição pelo povo em armas.

A Comuna era composta por conselheiros municipais, eleitos por sufrágio universal nos diversos bairros da cidade. Eram responsáveis e revogáveis a todo o momento. A maioria dos seus membros eram naturalmente operários ou representantes reconhecidos da classe operária. A Comuna devia ser, não um organismo parlamentar, mas um corpo activo, ao mesmo tempo executivo e legislativo. Em vez de continuar a ser o instrumento do governo central, a polícia foi imediatamente despojada dos seus atributos políticos e transformada num instrumento da Comuna, responsável e revogável a todo o momento. O mesmo se deu com os outros funcionários de todos os outros ramos da administração. Desde os membros da Comuna até ao fundo da escala, a função pública devia ser assegurada com salários de operários."

" Uma vez abolidos o exército permanente e a polícia, instrumentos do poder material do antigo governo, a Comuna teve como objectivo quebrar o instrumento espiritual da opressão, o"poder dos padres"; decretou a dissolução e a expropriação de todas as igrejas, na medida em que elas constituíam corpos possidentes. Os padres foram remetidos para o calmo retiro da vida privada, onde viveriam das esmolas dos fiéis, à semelhança dos seus predecessores, os apóstolos. Todos os estabelecimentos de ensino foram abertos ao povo gratuitamente e, ao mesmo tempo, desembaraçados de toda a ingerência da Igreja e do Estado. Assim, não só a instrução se tornava acessível a todos, como a própria ciência era libertada das grilhetas com que os preconceitos de classe e o poder governamental a tinham acorrentado.

Os funcionários da justiça foram despojados dessa fingida independência que não servira senão para dissimular a sua vil submissão a todos os governos sucessivos, aos quais, um após outro, haviam prestado juramento de fidelidade, para em seguida os violar. Assim como o resto dos funcionários públicos, os magistrados e os juizes deviam ser eleitos, responsáveis e revogáveis."

"Após uma luta heróica de cinco dias, os operários foram esmagados. Fez-se então, entre os prisioneiros sem defesa, um massacre como se não tinha visto desde os dias das guerras civis que prepararam a queda da República romana. Pela primeira vez, a burguesia mostrava a que louca crueldade vingativa podia chegar quando o proletariado ousa afrontá-la, como classe à parte, com os seus próprios interesses e as suas próprias reivindicações. E, no entanto, 1848 não passou de um jogo de crianças, comparado com a raiva da burguesia em 1871."

"Proudhon, o socialista do pequeno campesinato e do artesanato, odiava positivamente a associação. Dizia dela que comportava mais inconvenientes do que vantagens, que era estéril por natureza e até mesmo prejudicial, pois entravava a liberdade do trabalhador; dogma puro e simples... E é também por isso que a Comuna foi o túmulo da escola proudhoniana do socialismo."

"As coisas não correram melhor aos blanquistas. Educados na escola da conspiração, ligados pela estrita disciplina que lhe é própria, partiam da ideia de que um número relativamente pequeno de homens resolutos e bem organizados era capaz, chegado o momento, não só de se apoderar do poder, mas também, desenvolvendo uma grande energia e audácia, de se manter nele durante um tempo suficientemente longo para conseguir arrastar a massa do povo para a Revolução e reuni-la à volta do pequeno grupo dirigente. Para isso era preciso, antes de mais nada, a mais estrita centralização ditatorial de todo o poder entre as mãos do novo governo revolucionário. E que fez a Comuna que, em maioria, se compunha precisamente de blanquistas? Em todas as suas proclamações aos franceses da província, convidava-os a uma livre federação de todas as comunas francesas com Paris, a uma organização nacional que, pela primeira vez, devia ser efectivamente criada pela própria nação. Quanto à força repressiva do governo outrora centralizado, o exército, a polícia política, a burocracia, criada por Napoleão em 1798, retomada depois com prontidão por cada novo governo e utilizada por ele contra os seus adversários, era justamente esta força que devia ser destruída por toda a parte, como o fora já em Paris."

"Para evitar esta transformação, inevitável em todos os regimes anteriores, do Estado e dos órgãos do Estado em senhores da sociedade, quando na origem eram seus servidores, a Comuna empregou dois meios infalíveis. Primeiro, submeteu todos os lugares, da administração, da justiça e do ensino, à escolha dos interessados através de eleição por sufrágio universal e, evidentemente, à revogação, em qualquer momento, por esses mesmos interessados. E segundo, retribuiu todos os serviços, dos mais baixos aos mais elevados, pelo mesmo salário que recebiam os outros operários. O vencimento mais alto que pagou foi de 6000 francos. Assim, punha-se termo à caça aos lugares e ao arrivismo, sem falar da decisão suplementar de impor mandatos imperativos aos delegados aos corpos representativos.

Esta destruição do poder de Estado, tal como fora até então, e a sua substituição por um poder novo, verdadeiramente democrático, estão detalhadamente descritas na terceira parte de A Guerra Civil.(Karl Marx) Mas era necessário voltar a referir aqui brevemente alguns dos seus traços, porque, precisamente na Alemanha, a superstição do Estado passou da filosofia para a consciência comum da burguesia e mesmo de muitos operários. Na concepção dos filósofos, o Estado é"a realização da Ideia" ou o reino de Deus na terra traduzido em linguagem filosófica, o domínio onde a verdade e a justiça eternas se realizam ou devem realizar-se. Daí esta veneração que se instala tanto mais facilmente quanto, logo desde o berço, fomos habituados a pensar que todos os assuntos e todos os interesses comuns da sociedade inteira não podem ser tratados senão como o foram até aqui, quer dizer, pelo Estado e pelas suas autoridades devidamente estabelecidas. E julga-se que já se deu um passo prodigiosamente ousado ao libertarmo-nos da fé na monarquia hereditária e ao jurarmos pela república democrática."



fonte fundação Mauricio graboi.

Bilionária, educação brasileira permanece entre as piores do mundo.


Bilionária, educação brasileira permanece entre as piores do mundo.

É comum dizer que não se pode colocar preço na educação. Não no Brasil. O país é o 116º colocado em um ranking com 144 nações organizado pelo Fórum Econômico Mundial. E, mesmo assim, surpreende o mercado com notícias como a da recente fusão entre dois de seus principais grupos de ensino, Kroton e Anhanguera, que criaram uma empresa de US$ 5,9 bilhões, a maior do setor em todo o mundo, de acordo com os próprios executivos envolvidos na operação.


A companhia resultante desse acordo supera gigantes como a New Oriental, da China, e a Apollo, dos EUA. Com 15% de todos os alunos de ensino superior no Brasil (cerca de um milhão deles), a transação ainda precisa ser aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Mas já é considerada como a cereja no bolo de um movimento de compras e vendas iniciada há seis anos no setor, e que já registra 180 negociações desde então.

Economicamente, tudo bem, obrigado. A notícia foi recebida de bom grado pelos investidores. Eles correram à principal bolsa de valores do Brasil, a Bovespa, e turbinaram o pregão do dia. Na verdade, bem antes da fusão bilionária, as empresas de educação já colecionavam desempenhos muito interessantes. Para se ter uma ideia, enquanto a Bovespa acumula queda de 13,4% nos últimos 12 meses, a ações da Kroton registraram valorização de 112% no período. E a Anhanguera, 39%.

Mas deixando os números de lado, tamanha pujança monetária desse mercado pouco ou nada impacta na qualidade do serviço prestado como um todo. A existência desses grandes grupos não diminuiu o nível de qualidade da educação no país.

 Também não eleva. Quem vai estudar na Kroton e na Anhanguera trabalha o dia todo para pagar a mensalidade. E ainda por cima cursou o ensino médio em colégio público, com metodologia e infraestrura desinte ressante. 

Exatamente por isso, na ótica do consumidor da educação - privada e principalmente da pública -, o Brasil permanece com seu triste papel em avaliações internacionais, seja na formação básica, universitária ou nos cursos de pós-graduação.

Recentemente, um informe apresentado pelo Fórum Econômico Mundial alertou que, com um dos piores ensinos de matemática e ciências do mundo, o país reduz sua capacidade de adaptação ao mundo digital. Em tempos de economia criativa, negócios virtuais e startups bem-sucedidas como Google e Facebook, o Brasil subiu apenas da 65.ª para a 60.ª posição entre as nações mais preparadas para aproveitar as novas tecnologias em seu crescimento no último ano.

O principal mercado da América Latina está atrás de Chade, Suazilândia e Azerbaijão quando o assunto é educação em geral. Falando especificamente sobre ciência, apesar dos investimentos públicos em infraestrutura e de um certo dinamismo do setor privado nacional, Chile, Panamá, Uruguai e Costa Rica estão melhores preparados para enfrentar o mundo digital que o Brasil.

Ainda há um longo caminho para se percorrer no que tange as melhorias da educação brasileira. E, certamente, a rota dessa evolução passa bem longe da bolsa de valores ou do interesse imediato de seus investidores.






sábado, 20 de abril de 2013

Hitler, Stalin, Trotsky, Freud e Tito Juntos no mesmolugar


Uma reportagem publicada nesta quinta-feira 18 pelo site da tevê britânica BBC levantou um fato histórico inusitado. Em um determinado período de tempo no ano de 1913, cinco figuras que tiveram papéis determinantes na história do século XX moravam no mesmo local, Viena, então capital do Império Austro-Húngaro, hoje capital da Áustria: Adolf Hitler, Joseph Stalin, Leon Trotsky, Sigmund Freud e Joseph Tito.
Trostky, um dos líderes da Revolução Russa de 1917, e Stalin, que assumiria o poder na União Soviética após a morte de Lênin, estavam na Áustria como exilados da Rússia czarista, regime que derrubariam anos mais tarde. Freud, que desde o início do século XX era conhecido como o homem que revolucionou a psicanálise, era uma figura conhecida na cidade. Hitler, que viria a se tornar o ditador da Alemanha e deflagrar a Segunda Guerra Mundial, ainda era um jovem tentando estudar pintura em Vienna. Tito, que lideraria os partisans iugoslavos na Segunda Guerra e se tornaria o ditador da Iugoslávia após o conflito, era um trabalhador de uma siderúrgica.
À BBC, Charles Emmerson, autor do livro 1913: In Search of the World Before the Great War(em tradução livre 1913: Em busca do Mundo Antes da Grande Guerra) afirma que a comunidade intelectual era muito pequena na Viena daquela época, o que favorecia a troca de experiência por meio de fronteiras culturais entre as 15 nações que formavam o Império e também outros povos europeus. Isso, disse Emmerson, favorecia a chegada de dissidentes políticos e fugitivos. “Você não tinha um estado central tremendamente poderoso, ele era um pouco desastrado”, diz. “Se você quisesse achar um lugar para se esconder na Europa onde pudesse encontrar muitas pessoas interessantes, Viena seria uma boa escolha”, afirma.
Além dessas figuras, viviam na Viena daquele período outras pessoas importantes para a história do século XX, como o físico Erwin Schrödinger e os economistas Ludwig von Mises e Frederick Hayek.

Carta Capita

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Venezuela Continua Socialista





O testamento político de Hugo Chávez foi cumprido, o seu fiel correligionário Nicolás Maduro foi eleito presidente da Venezuela. Os peritos explicaram em entrevistas à Voz da Rússia o que o levou à vitória e qual será a partir de agora o rumo da República Bolivariana.


Com uma vantagem de 1,5 por cento, as eleições presidenciais venezuelanas foram ganhas pelo líder do Parido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) Nicolás Maduro, que se tornou presidente interino depois da morte de Hugo Chávez. Numa situação de divisão do eleitorado venezuelano em dois campos opostos, as tendências socialistas prevaleceram. Segundo referiu a presidente do Comitê Russo de Cooperação com os Países da América Latina, Marina Vasilieva, Maduro deve a vitória ao seu carismático antecessor:



Durante a presidência de Hugo Chávez, o povo venezuelano obteve aquilo que nunca conheceu – benefícios sociais completamente novos na história do país. Passou a ter saúde e educação gratuitas, a possibilidade de obter um emprego e garantias sociais. Por isso, é completamente natural que o povo da Venezuela tenha escolhido a continuidade dessa política.”



Outra das componentes da vitória eleitoral de Maduro foi a desconfiança da maioria do eleitorado relativamente aos métodos de mercado na governação do país, considera o editor principal da revista Latinskaya Amerika (América Latina) Vladimir Travkin:
“As eleições demonstraram que a política social também é defendida pela base eleitoral de Capriles, o qual falou na necessidade de aumentar o nível de vida, de lutar contra a criminalidade e contra a corrupção. O mesmo dizia Maduro. Capriles apenas propunha outros métodos. Ele propunha chamar empresários privados à governação do país e introduzir no país mais relações de mercado.”


O candidato vencido Henrique Capriles se recusou reconhecer os resultados das eleições presidenciais e insiste na recontagem dos votos. Esse tipo de reação por parte do lado que perde a eleição também acontece em outros países, mas no entanto, na opinião de Vladimir Travkin, não se deve dar demasiada importância às declarações de Capriles:
“É preciso referir que na Venezuela o sistema de contagem de votos funciona bem, ele é computadorizado e muito difícil de quebrar. Ou seja, é quase impossível falsificar os resultados seja qual for o lado que o tente. Outro argumento a favor da vitória de Maduro é a pequena diferença. Se tivesse querido falsificar os resultados, iriam “aumentar” a diferença e torná-la mais expressiva.”




De qualquer das formas, a equipe de Maduro não deve baixar os braços. Na opinião do responsável pela cátedra de economia mundial e relações internacionais do Instituto de Negócios e Direito Internacionais, Victor Kheifets, apesar da derrota, a oposição venezuelana irá continuar a receber o apoio político dos EUA:
“Os EUA teriam ficado mais satisfeitos com uma vitória do representante da oposição, mas tradicionalmente os norte-americanos não apoiam uma só força. E eles têm também, com certeza, contatos com o partido no poder na Venezuela. Mas eu penso que eles irão continuar a apoiar Capriles. Em primeiro lugar, ele demonstrou bastante boas potencialidades. A importância nem é tanto de a oposição ter perdido por uma pequena margem, mas por ter demonstrado um crescimento em indicadores absolutos. Em comparação com as eleições de outubro de 2012, o seu resultado aumentou em 700 mil votos.”

Depois da eleição de Nicolás Maduro, as empresas russas poderão respirar de alívio. Na opinião dos peritos, os contratos nas áreas do fornecimento de armamento e da indústria petrolífera, assinados entre Moscou e Caracas durante a presidência de Hugo Chávez, não irão sofrer alterações por parte da nova administração venezuelana.





A esperança está mais viva do que nunca na Venezuela, com a vitoria de Maduro, basta que o escolhido por Hugo Chaves continue avançado nas reformas que Chaves tanto Lutou quando estava com Saúde e tinha apoio de boa parte do povo da Venezuela.

Maduro continuará com este apoio, mesmo que diminuído um poco em relação a Vitória de Chaves em dezembro de 2012, quando O Revolucionário teve uma vantagem mais folgada em relação a seu opositor Caprilles.
  
Toda Sorte competência e felicidade do Mundo, para que o Socialismo continue trilhando e fazendo Justiça Social Mundo a fora.

Fonte Russia 
Conclusão blogspot.com 

sábado, 13 de abril de 2013

Fundação Casa e os números da Miséria



crimes e contravenções  de jovens avança 67% em 10 anos em SP

Em dez anos, o número de adolescentes internados por atos infracionais cresceu 67% – passou de 5.385 no fim de 2002 para 9.016 no início deste mês. Por dia, chegam às Varas da Infância e Juventude 40 casos envolvendo menores, em média. Isso somente em São Paulo, onde já há falta de vagas na Fundação Casa – que tem capacidade para abrigar 8,7 mil jovens infratores.

O número de casos que passam pela Promotoria da Infância e Juventude – que não resultam, necessariamente, na adoção de medidas socioeducativas – subiu 78% nos últimos 12 anos, segundo o promotor Thales Cesar de Oliveira. Em 2012, 14.434 processos passaram pela Vara da Infância.

Em 2000, eram 8.100. Os casos envolvem desde agressões verbais contra professores e furtos até tráfico e homicídios.

A discussão sobre o que fazer com os jovens infratores – juridicamente "em conflito com a lei" – avançou na última semana após a morte do universitário Victor Hugo Deppman, de 19 anos. O suspeito de matá-lo, um jovem que completou 18 anos na sexta-feira, já tinha passagem pela Fundação Casa.

Como reação, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), deve ir pessoalmente a Brasília nesta semana para entregar um projeto que pune com mais rigor jovens que cometerem delitos graves, alterando o Estatuto da Criança e do Adolescente. Alckmin sugere que o prazo de detenção seja maior – ele pretende aumentar o prazo de três anos para oito ou até dez anos (reincidentes). O governador também quer que, ao completar 18 anos, o adolescente seja encaminhado para o sistema prisional.

Lotação

Seria uma forma também de reduzir a superlotação da Fundação Casa – um em cada cinco internos, incluindo o jovem apreendido nesta semana no Brás, tem 18 anos ou mais. Dados obtidos pelo Estado, por meio da Lei de Acesso à Informação, mostram que, em dezembro de 2012, três em cada quatro unidades da Fundação Casa abrigavam mais adolescentes do que sua capacidade original. Apenas 30 dos 143 equipamentos tinham lugares ociosos.

O principal motivo para a lotação é o grande aumento no número de internações de menores por tráfico de drogas, principalmente no interior paulista. "Isso já está bem claro. Há um excesso de condenação por tráfico no interior, mesmo com jurisprudência dos tribunais superiores de que a internação de menores por tráfico só deve ser feita em caso de reincidência, descumprimento de medida socioeducativa ou emprego de violência", afirma a presidente da fundação, Berenice Giannella.

Vagas

Apesar do aumento de quase 30% no número de vagas na Fundação Casa desde 2006, há unidades funcionando com até 50% mais adolescentes do que o previsto. É o caso de uma unidade de semiliberdade na zona leste da capital ou de uma de internação na região de Campinas – a regional com maior índice de lotação em todo o sistema, com 12% a mais de internos do que vagas, na média.

Mesmo assim o advogado Ariel de Castro Alves, vice-presidente da Comissão Nacional da Criança e do Adolescente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), ressalta que houve um grande avanço nas condições de atendimento a adolescentes infratores após a criação da Fundação Casa, em 2006. "Mas existe a postura no Judiciário de que, quanto mais vaga houver, mais eles vão encaminhar menores."

Segundo ele, um dos aspectos negativos do excesso de internações é o aumento da insatisfação dos adolescentes. "Isso causa tumultos e até rebeliões", disse. O presidente do sindicato dos trabalhadores da Fundação Casa, Júlio Alves, concorda. "Há funcionários para atender só até a capacidade da unidade."

Já a presidente da Fundação Casa afirma que 600 novos funcionários deverão ser contratados em breve. "E a maioria das unidades tem algo como 60 adolescentes, e 15% a mais disso são só 9 menores a mais. Isso não faz diferença", ressaltou Berenice.

Veja a evolução das internações ano a ano:

2002 - 5.385
2003 - 6.246
2004 - 6.133
2005 - 5.944
2006 - 5.160
2007 - 5.404
2008 - 5.401
2009 - 6.506
2010 - 7.090
2011 - 7.892
2012 - 8.758
2013 (abril) - 9.016

fonte Estadão 

quinta-feira, 11 de abril de 2013

EUA,54 anos de fracasso contra os Cubanos.






A revisão da política em relação a Cuba: Não suficientes 54 anos de fracasso?


Por mais de cinco décadas, a política dos EUA de fazer tentativas de derrubar o governo de Cuba. Seus argumentos para isso ter mudado ao longo do tempo, e os seus métodos.Mas o objetivo permaneceu: negar o direito de Cuba à autodeterminação e da vontade de impor a partir de decisão econômica, social e econômica fora do governo dos EUA.
Em 1959-60, após a Revolução Cubana, Washington usou organizações contra-revolucionárias e agentes da CIA em Cuba para realizar sabotagem e ataques terroristas para criar condições impossíveis para o novo governo. No entanto, as forças de segurança de Cuba, com o apoio popular, capturado e preso o contador que não fugir do país.
Em março de 1960, antes de Cuba fez qualquer pacto com a URSS ou nacionalizados muito das propriedades na ilha. Presidente Eisenhower ordenou à CIA para formular um plano para derrubar o governo cubano. O plano incluiu ataques terroristas que variam de propriedades sabotagem estratégicos para assassinar dirigentes cubanos. Em abril de 1961, o golpe de misericórdia foi feita por uma invasão de exilados cubanos apoiados pela CIA. Presidente Kennedy ordenou à CIA para lançar o ataque, uma decisão que ela lamentou apenas três dias depois, quando o ataque ficou conhecido como o "fracasso" da Baía dos Porcos.
Desde então, Washington tem tratado a mera existência de Cuba como um desafio à sua reivindicação de propriedade do Caribe regional. Em janeiro de 1961, Washington rompeu relações com Cuba por causa de seus pecados de desobediência: estabelecer laços diplomáticos e econômicos com o inimigo soviético da Guerra Fria, exportando a revolução ea expropriação dos EUA.
Política de Washington evoluiu para a violência patrocinada pela CIA. Funcionários da agência inicialmente apoiou grupos em Miami, que durante décadas tentaram invadir, atacar e até mesmo pouso de guerrilha relâmpago, mas estes esforços também não conseguiram desalojar ou enfraquecer o governo de Cuba. A CIA continuou a usar seus recursos para promover ataques terroristas de cubanos e propriedades.
Em 1962, Kennedy tomou medidas econômicas mais fortes do que Eisenhower para a ilha e impuseram um embargo econômico devastador. Esta punição coincidiu com um esforço diplomático para isolar a ilha de suas relações com outras nações. EUA conseguiu isolar Cuba Hemisfério.
Em 1976, dois exilados cubanos da CIA explodiu um avião civil em Barbados Cubana de Aviación, A73 matando pessoas a bordo. Mais recentemente, em 2000, quatro exilados cubanos quase destruiu um edifício da universidade, no Panamá, onde Fidel Castro era falar para milhares de estudantes.
Somente durante o governo Carter (1977-1981) foram restaurados diplomática e consular de baixo nível.Mas Reagan (1981-1989) substituiu o estoque de ágio Carter com publicidade desagradável. Apoiantes de Reagan emitido para a ilha de rádio e TV programas completos de contra retórica e se opôs apoio de Cuba para os aliados progressistas no exterior. Além disso, Reagan foi além da lei dos EUA para enviar suprimentos para as forças contra-revolucionárias na Nicarágua, Angola e El Salvador, mas não aceitou tentativas óbvias de derrubar o governo de Havana. No entanto, os reaganeanos ricos cubanos ajudaram a criar um conselho que emulava o AIPAC (American Israel Public Affairs) para moldar a política em relação a Cuba.
Em 1991-1992, com a queda do bloco soviético, EUA cancelou os planos para Cuba, apresentado como cenoura e diplomacia pau, e refeito como uma política bipartidária para derrubar o governo cubano, sem até mesmo os fabricantes de política rever os resultados anteriores com abordagens semelhantes.
A mudança pós-Guerra Fria na retórica dos EUA também levou a uma nova retórica destinada a subverter o governo cubano. Ao codificar o embargo (Helms-Burton, 1996) e adicionar a "construção da democracia", com novas medidas para promover a tecnologia de Internet, serviços de apoio "dissidentes" - o Congresso emergiram como um fator ativo na política subversiva EUA Cuba. As novas leis deu USAID responsabilidade de contratação de empresas privadas para executar tarefas que visam minar o governo cubano, apesar de chamá-los de "construção da democracia".
O norte-americano do século 21 ideal Cuba enviou a agentes disfarçados de turistas para recrutar os cubanos a construir uma "sociedade civil". Como a elite americana para o Real Cuba considerada inaceitável como agentes de vizinhos dentro de Cuba USAID incentivou dissidentes para tentar estabelecer uma sociedade alternativa paralela.
Pólos da década de 1980 teve um movimento de união real independente do comércio, por exemplo, mas em Cuba, agentes dos EUA tentou inventar ou fabricar qualquer coisa real força de "trabalho independente", como ele fez com os "bibliotecários independentes" e " médicos independentes ". Estes planos não deram certo, os cubanos recrutados por funcionários dos EUA ou contratados queria ganhar algum dinheiro-uma vida subsidiados espécie de "marcação de contra-revolucionários de dólares." Muitos destes supostos agentes americanos realmente trabalhou para o serviço secreto cubano.
Embora não seja um plano dos EUA único antes sucesso, os decisores políticos americanos parecem não se importar com a realidade cubana e os fatos não os afetam. Além disso, a iniciativa do século 21 tornou-se uma operação virtual de oposição que, em última análise serviu apenas a "realidade" virtual.
Com a ajuda dos EUA, dissidentes cubanos podem agora organizar uma oposição virtual interno. Ou seja, sentado em casa com um PC, um tablet ou smartphone e se preparar para a revolta Twitter. Enquanto isso, os revolucionários continuam a manter organizações de bens imóveis nas massas, através do qual mais mobilizados. "Radio Bemba", a rede cubana de rumores, é tão antiga quanto o povo cubano e sempre derrotar a tecnologia viral.
No entanto, nenhum alto funcionário da segurança nacional dos EUA quer saber os fatos sobre os quais o governo cubano continua a beneficiar do apoio popular, e do serviço de inteligência de Cuba está à frente dos planejadores norte-americanos.
Sem o uso de dados reais ou história para apoiar sua política, Washington produziu 54 anos de fracassos consecutivos. Em seus esforços para destruir a independência do governo cubano, enfraquecido direito internacional e isolado os Estados Unidos violaram princípios fundamentais da decência humana. Para estabelecer uma nova política em relação a Cuba, a comunidade internacional ea demanda pública norte-americana, o Salão Oval e do Departamento de Estado tem que mudar as noções anteriores que não são baseadas na realidade.
Filmes Saul Landau e Fidel favor terrorista real do suporte estão disponíveis em DVD através cinemalibrestudio.com. Nelson Valdés é Professor Emérito da Universidade do Novo México.
(Extraído do Progresso Semanal)

O conflito na Península Coreana: E as intenções dos EUA


O foco da maioria das notícias sobre a situação na península coreana desde março e até à data, localizado como causa única ou principal do conflito com o governo da República da Coreia (RPDC). Titulares abundam "ameaça Coreia", "A Coréia intimida", com espaços que mantém o controle dos movimentos militares, como "suspeito Pyongyang Seul mudou um míssil de médio alcance em sua costa leste."
A este respeito, uma abordagem objetiva para o conflito na península coreana, ou pelo menos onde o senso comum prevalece, indica, do exposto, que os outros atores envolvidos, em particular os Estados Unidos da América (EUA), não são tão inocentes quanto parecem. Como demonstrado pelas ações das potências ocidentais na chamada Primavera Árabe, os EUA e seus aliados são especialistas na criação de crises e conflitos na mídia e no chão.
No leste da Ásia o foco, primeiro, os mais importantes aliados dos EUA na região: o Japão ea República da Coreia ( Coreia do Sul ), por outro lado, afirma que, na prática, estão desempenhando um papel " contrapeso, não ", mesmo qualificar protesto contra EUA, com uma oferta baseada na política e relações internacionais multipolares prática: a República da China (RPC) e da Rússia. Nesse cenário, chamado por Collin Powel, como um último bastião da Guerra Fria vem como "luva" para caso imperial política Washington.En isso, devemos considerar quatro níveis básicos, primeiro instanciado, indicam intenções dos EUA. 
1. Coréia do Norte e sua demonização permitir Estados Unidos, não só para manter a sua presença na região, mas fortalecê-lo. Não podemos esquecer que, em sua Estratégia de Segurança Nacional, a Ásia é uma prioridade.
Embora a guerra no Afeganistão começou em 2001, destinava-se a permitir o controlo dos EUA no território da Ásia Central, na prática, isso não aconteceu: tem enfrentado uma situação de estado de guerra dentro do país, que se espalhou para a vizinha Paquistão e progresso na resolução dos problemas da região no âmbito da Organização de Cooperação de Xangai, liderada por Pequim e Moscou.
Neste contexto, a ameaça coreana "justifica" o sistema de bases militares na Ásia-Pacífico e de defesa de mísseis dos EUA no Oceano Pacífico. A administração de Obama é que a sua liderança se torna inquestionável.
Se a situação não fosse tão sério, seria quase rir a imensa importância que é dada à transferência de um míssil norte-coreano, como mencionado acima, "Pyongyang Seul suspeito mudou-se de um míssil de médio alcance em sua costa leste." Estamos na presença de um míssil de alcance médio. A ameaça é iminente, é imenso, então EUA, de acordo com a BBC "Hones suas defesas contra a ameaça norte-coreana" e enviado para Guam anuncia que o chamado Terminal High Altitude de Defesa (THAAD, por sua sigla em Inglês) , considerou. mais novo e mais abrangente no país o sistema de defesa antimísseis de "
O nosso objectivo é a lista de equipamentos de todas as forças e de alta tecnologia, a partir de aeronaves de radar e outros equipamentos de arte enviado por os EUA para Ásia oriental, só mencionei isso porque nos mostra a desproporcionalidade entre as possibilidades tecnológicas da RPDC e os EUA .
Isso está diretamente ligado aos interesses de ações dos EUA na região. Ele só quer impressionar, mostrar e ameaçando a RPDC com seu exército?
2. No nível regional, para criar uma situação de instabilidade e tensão em um país limítrofe da RPC. O último país tem de demonstrar liderança, ao abrigo das disposições de sua política e seus princípios de "país harmonioso" e "ascensão pacífica". A nova gestão e liderança da República Popular da China tem um desafio pela frente. EUA visa, se não "conter" a segunda maior economia do mundo, empurrar a guerra, enquanto implantou e demonstrou nos mares asiáticos gigantes perto de sua plena força militar.
3. Para a República da Coreia (RPDC) afeta a situação criada de várias maneiras, mas sobretudo economicamente. Insegurança e estado lento de guerra, ou pelo menos dificultar, os investimentos no país e seu progresso pacífico em vários projetos, como a exploração de recursos minerais e para a construção da estrada de ferro da Rússia para a Coreia do Sul. No entanto, o elemento político não é desprezível, parece que Washington está pressionando a nova liderança do país, na figura de Kim Um jovem, este tem de legitimar essencialmente interior.
4to. EUA reafirma e aprofunda a divisão da nação coreana. Na medida em que as tensões e desacordos entre norte e sul ascensão, o progresso em direção à reunificação da península está se tornando mais difícil. Se o país reunificado, nascido provavelmente outro poder regional, que iria juntar-se, entre outros, os recursos militares do Norte e do Sul, os recursos naturais do Norte e da experiência e dinamismo do sul.Se alguém não está pronto para a reunificação que é Washington, isso significaria que o "perigo" não existe e outros, a necessidade de bases militares e planejados exercícios conjuntos com a Coreia do Sul (quatro cada ano, mas, por vezes, é feita mais) não teria sentido.
Em jogos de guerra, os EUA leva o bolo, as intenções são claras, liderança, e reafirmando a sua presença a nível global? Papel de garante dos valores democráticos?
Neste cenário, as intenções podem não ser claro, mas os perigos são imprevisíveis.
Até que ponto a situação em torno da península não aumenta o risco de que países como a Coréia do Sul e Japão consideram a necessidade de armas nucleares?. No entanto, a maior ameaça é que, embora os Estados Unidos não precisa que o estresse se deteriora a ponto de uma guerra contra a Coreia do Norte, não está descartada, mas neste caso, resultaria em uma guerra nuclear. Como observou o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Igor Morgúlov, "a Rússia acredita que qualquer erro aleatório na península coreana pode deixar a situação fora de controle", insistem que a situação fora de controle, certamente inclui o uso de armas atômicas. Esperemos que isso não aconteça.
Fonte Cuba em Debate.

Organizações populares em solidariedade com medo da blogomercenaria Cubana


Yoani Sánchez 2Não há dúvida de que as ações tomadas pelo Movimento Argentino de Solidariedade com Cubae do Comitê Argentino pela Libertação dos Cinco, para unir o social, estudantil, política, trabalho, direitos humanos, legisladores de diferentes blocos, a decisão da assembléia publicou um pedido de um ou dois jornais nacionais e divulgação permanente, denunciando e repudiando a agenda que surge direito internacional, por meio da Fundação Liberdade, a base Pensar e Faes, a ser financiado pela USAIDAgência dos EUA (para Internacional Desenvolvimento) e NED (National Endowment Foundation), a ser realizada nas cidades argentinas de Rosário e Buenos Aires, e traz resultados concretos.
Yoani Sanchez  a estrela blogomercenaria SIP, La Nación, Clarín, Edit. Perfil ea CIA, sob o aniversário de seminário da Fundação Liberdade. As amostras eram muito repugnante para sua turnê da América e da Europa a se reunir em Argentina a Cuba movimento de solidariedade com sinais muito grandes e já mostrou de ações de rejeição contra os que atacam a Revolução Cubana, seu povo e seu governo.
O movimento anti-imperialista argentino reagiu rapidamente e agora chama a não desistir com este pequeno triunfo, discutir as questões levantadas por ONGs e fundações financiadas diretamente por os EUA continua de pé, as questões levantadas discutir afetam diretamente americanos causas populares Latina e do Caribe, perdendo apenas um peão no jogo, mas também a blogomercenaria poderia vir e ele enviou o tweet: "Eu tive que cancelar minha viagem a # Argentina por problemas # saúde em alguns dias, mas eu vou ficar bem, eu espero que Eu sinto muito ... "ser uma nuvem de fumaça para desinformar. Tudo é possível quando se move da CIA mão.
Segue o texto da declaração e solicitaram o planejado jornal nacional publicou na Argentina, com algumas das assinaturas de indivíduos e organizações que vão

REUNIÃO reacionário golpe

Entre 8 e 12 de Abril, as cidades de Rosário e Buenos Aires vai voltar imediatamente ao pessoal internacional se reunirá em nosso país para atacar a Lei de Mídia, América Latina e Caribe Unidade e governos progressistas na região.
Mario e Álvaro Vargas Llosa (firme oposição a todas as formas de poder popular), José María Aznar (ex-primeiro-ministro espanhol, pediu invasão do Iraque e apoiou o golpe contra Chávez em 2002), Esperanza Aguirre (PP Presidente de Madrid), Joaquín Lavin (Pinochet) e Cristian Larroulet (Ministro de Sebastián Piñera), Luis Alberto Lacalle (ex-presidente do Uruguai), Jorge Quiroga (ex-presidente da Bolívia, acusado de tráfico de drogas e violador dos direitos humanos), Marcel Granier (presidente da estação RCTV venezuelana, apoiada e incentivada o golpe Chávez em 2002), Corina Machado (oposição venezuelana Adjunto e golpe), Carlos Alberto Montaner (cubano-americano ligado à CIA), bem como a cubana Yoani Sanchez, denunciado pelo Wikileaks por sua estreita relação com os diplomatas dos EUA em Cuba, nomeado vice-presidente regional da SIP (Jornal Employer Organização das Américas com sede em Miami), todos estes personagens sinistros foram convocados pela Fundação Liberdade, Pensamento Fundación FAES e firmes defensores do neoliberalismo .
Estes "visitantes ilustres" justificar o imperialismo ofensiva política, econômica e militar no continente desenvolve, atacar Cuba, Venezuela Bolivariana ALBA, Mercosul, Unasul e CELAC. Em relação à Argentina, arremeterán contra a lei de mídia, em defesa das políticas de mídia corporativa e dos princípios da SIP (Sociedade Interamericana de Imprensa) e apoiar as propostas da direita oligárquica liderado pela Sociedade Rural e Pro seu parceiros
Contra este encontro internacional direita com a subsidiária local da anfitriões macrismo e setores afins da Argentina direita, abaixo assinado:
-Repudiar a presença destes mensageiros do imperialismo e suas políticas destrutivas para com os povos e países da América Latina e do Caribe.
-Fazemos um apelo para o reforço da integração latino-americana, e as propostas emancipatórias estender a todos os países do continente
-Nós estendemos nossa solidariedade e exigir a libertação dos cinco patriotas cubanos, prisioneiros políticos em os EUA há mais de 14 anos, para denunciar os planos terroristas contra Cuba organizadas pelas máfias com sede em Miami.
Apelamos aos cidadãos para reunir a unidade de ação para impedir campanhas como a que hoje denunciar, pode prosperar com impunidade.
Firman:
Arquiteto Adolfo Perez Esquivel, Prêmio Nobel da Paz
Dr. Atilio A. Boro (Diretor do PLED Programa Latino-Americano de Educação a Distância em Ciências Sociais, Centro Cultural de Cooperação "Floreal Gorini")
Stella Calloni (jornalista e escritor, CAPAC)
Carlos Aznarez (jornalista, diretor da América Latina Resumo)
Araceli Ferreyra (congressista FPV)
Federico Martelli (Secretário Geral do Movimento Unidade MUP - FPV)
Lito Borello, Coordenador Nacional de Organização Social e Política Os Pibes
Luis D'Elia, da América Latina Partido do Movimento de Integração de Expressão Social (Milhas)
Carlos Heller - Parte congressista. Solidariedade / Nova Reunião
Juan Carlos de Junho - Centro congressista Encontro / Diretor fresco Cultural de Cooperação
Edgardo Forma, deputado Encontro Legislativo CABA Nova Frente
Jorge Selser, deputado Legislativo CABA, PSA
Jorge Drkos (Frente Grande)
Patricio Echegaray - Sec.Gral. Partido Comunista
Lidia Fagale, secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Imprensa de Buenos Aires-UTPBA
Juan Carlos Camaño, Federação Latino-Americana de Jornalistas Presidente FELAP
Hugo Yasky, nacional CTA Gen. cap.
Julio Fuentes - ATE Secretário-Geral, do Conselho Nacional
Luis "Bird" Fernandez - Sec Geral Taxi Capital Association
Pedro Wasiesko, Sec-Geral Adjunto nacional CTA.
Marcelo "Nono" Frondizi, CTA deputado nacional Gen. cap.
Estela Maldonado, CTERA Gen. cap.
Irina Santesteban, o general Sec AGEPJ (Trial de Córdoba).
Carmen Hernández, o general Sec ADIUNSa (Salta, acadêmicos).
Paloma Garcia (fotógrafo, jornalista, TV Pública, Argentina)
Revista 2016
Carlos Barragan, periodita e motorista
Norberto Galasso
Vicente Zito Lema, escritor
Dr. Miguel Monserrat Presidente da Assembleia Permanente de Direitos Humanos
Graciela Rosenblum Argentina Liga dos Direitos do Homem
Dr. Roberto estava perdendo Advogados Guilda Argentina
Mães Nora Cortinas de Plaza de Mayo Linha Fundadora
Eduardo "Preto" Soares - Presidente da União dos Advogados da Argentina
Dr. Carlos Direitos Humanos Slepoy Advocate
Juan Chaneton (Jornalista, escritor, advogado)
Victorio Paulon, Relações Internacionais Sec. Nacional CTA.
Gustavo Rollandi, coordenador nacional. CTA.
Roberto Baradel, CTA Buenos Aires.
Roberto Pianelli, Capital Federal CTA.
Carriça Heitor, Secretário Nacional de Direitos Humanos da ATE.
Cubainformación Manzaneda Coordenador José TV
Jornalista Eduardo Valverde - ativista PJ Rosario descamisados
Jorge Martinena, Kolina
Matías Ibáñez (JP descamisados)
Alejandro FOMi - Secretário Geral da Juventude Comunista da Federação Argentina
Alberto Tracz - Presidente de São Miguel intransigente Partido Prov Buenos Aires
Mario Volpe, (Cecim La Plata).
Gustavo Veiga, Página 12 jornalista
Ana Maria RAMB, Escritor
Sergio Ortiz - Sec Geral Partido da Libertação
Comitê Argentino pela Libertação dos Cinco
Movimento Argentino de Solidariedade com Cuba
Mil por Cuba
Comitê Internacional pela Libertação dos Cinco patriotas cubanos
Oscar Verón Waterways ATE grupo "Navegando com Che"
Norberto Galotti multissectorial Rosario Solidariedade com Cuba
Alberto Cabrera CAPAC - Jornalistas Club Argentino de Amigos de Cuba
Carina Maloberti - Conselho Nacional de ATE-CTA
Ponce Pedro Carrasco - CTA Regional Secretário Geral Lomas de Zamora
Ted Hugo Burgos (Presidente do Centro de Estudos Latino-Americanos e Cenla Nacional)
Alberte Bernardo (filho)
Boisrolin Henry, coordenador do Comitê Democrático Haitiano na Argentina
Danilo Martinez HR Secretário de Imprensa União Neuquen
José Luis Ronconi Vice Judicial Federação Argentina. Vocal Nacional Escritório Central de Trabalhadores da Argentina
Bercum Secretário Geral Andres SITUBA-Sindicato dos Trabalhadores CTA UBA
Herman Schiller (Repórter)
Norman Briski, ator
Richard Horvath (Mães Escritor Jornalista de Rádio)
HG Horacio Fontova (músico e compositor)
César Zubelet (AM 530 Mãe jornalista de rádio);
Maria Torrellas, jornalista, Resumo da América Latina;
Santiago Vega (rádio e televisão do condutor);
Veronica Viegas (locutor e apresentador de rádio);
Pablo Fernandez (Maestro Cartago TV)
Alcides Bonavita (Aconcagua Brigade)
Julia Leporace (Aconcagua Brigade)
Gustavo C. Professor Doutor Guevara História na Universidade e na UBA, Rosario Nacional
Dr. Ricardo Jorge Zambrano (médico argentino)
Jorge A. Kreyness (Relações Internacionais Sec.Internacional do Partido Comunista)
Salvador Caputo - Sec.de Partido Comunista organização;
Martin Sequeira Relações Internacionais FJC)
Mario Alderete Sec Partido Comunista da União;
Emilia Segotta - Sec.de Comunista propaganda partidária;
Sergio Kowalewsky (fotógrafo)
José "Coco" Repórter Lopez Rosario
Chamada de Libertação Nacional e Social
Frente Nacional de Resistência
Luis Ruben Zaccaro, apresentador do "De Cuba trazer um cantar" programa de rádio, AM 1580, Rádio 26 julho
Dario Nicolás Sementeira Bravo Grupo Cinco Estradas com, médico argentino Lationamericana Faculdade de Medicina em Cuba
Juan Rogelio Tola Monrroy Plantação Grupo Estradas com os cinco, Bolívia diploma de medicina na Escola Latino-Americana de Medicina em Cuba
Semeadura Grupo Dario Eduardo Valenzuela Caminos com o grau de doutor Cinco argentino na Escola Latino-Americana de Medicina em Cuba
Semeadura Grupo Machin Laura Estrada Borges aos Cinco grau venezuelano uruguaio médicos da Escola Latino-Americana de Medicina em Cuba.
fonte cuba debate.

Estupro de mulheres como propaganda de guerra


Estupro de mulheres como propaganda de guerra
             Iman Al-Obeidi bem cercado pela mídia corporativa, incluindo TVE.
Iman Al-Obeidi bem cercado pela mídia corporativa, incluindo TVE.

Em 26 de Março de 2011, uma mulher invadiu o hotel Rixos, em Tripoli ( Líbia ), onde a imprensa internacional estava concentrada porque a operação militar contra a Líbia, Odyssey Dawn, já tinha começado, começou em 19 de março. A mulher gritou e soldados culpou Gaddafi que tinha seqüestrado e estuprado em grupo (15 homens na versão) por dois dias. Ele disse que tinha ficado longe de onde ele foi seqüestrado quando uma menina de 16 anos, que como ela e outras mulheres teria sido preso, ajudou-o a escapar dos laços que tinha deixado ir e dedos dos pés. A partir daqui, disse que foi direto para o hotel, depois de tomar um táxi, e ela sabia que tinha delegações de jornalistas internacionais. Eles gritaram que ele queria falar com jornalistas da Reuters e os New York Times . Tudo isso em frente da imprensa. Bem, ao que parece terrível, mas também parecia pessoa minimamente sensata, tudo era muito casual: através da guerra, do bombardeio, jornalistas internacionais em um hotel, só falta isso para o cenário. A cena iria viajar o mundo mostrando o mal governo líbio e da bondade de NATO em suas operações "humanitária".
Se formos ver as imagens e fotos da mulher, Iman Al-Obeidi, parece que não apenas os de uma mulher que foi amarrado por dois dias sem deixá-lo ir ao banheiro e, além disso, suas palavras também, ser estuprada, urinaram e defecar sobre ela por aqueles que a raptou. Nessa situação a mulher iria apresentar um estado lastimável, com um cheiro muito marcante e muito desagradável. Nenhum dos numerosos jornalistas presentes este testemunho lá. Marcas que deveria ter tomado dois dias para ser amarrado de pés e mãos para trás seria muito evidente e óbvio, não eram mais do que alguns arranhões leves. No entanto, o olhar era como se ela mesma tinha preparado os momentos de cena antes, despenteado e com alguns arranhões leves no rosto e pequenos arranhões em seus pulsos.
Aqui Al-Obeidi realizado do hotel, com a bolsa, o vestido lindo e manteve unhas bem pintadas.  Dois dias sequestrado, amarrado e excrementos estupradas cobrir este não deixar nenhum rastro.
Aqui Al-Obeidi realizado do hotel, com a bolsa, o vestido lindo e manteve unhas bem pintadas. Dois dias sequestrado, amarrado e excrementos estupradas cobrir este não deixar nenhum rastro.
Como também atingiu o hotel em seu celular próprio e sua própria sacola? Como mostrado nas fotos e ela, possivelmente, uma fiscalização, disse ele. Ele deixou que seus seqüestradores alegados? Difícil de acreditar, não é isso, se não pior. O pior de vista também, de acordo com sua versão, uma menina mais nova, seqüestrado como ela o ajuda a escapar, e não ajudá-lo muito jovem para voar. O que explica isso?É um insensível depravada? Você só pensar nisso e deixa a menina que a ajudou? o simplesmente inventou? E também notável que não apresentação lá no mesmo hotel, onde estavam as outras mulheres.Provavelmente porque não havia lugar tal.
No entanto, as contradições estão começando a partir do momento de sua prisão, primeiro indicou que ela foi presa quando ela foi com sua irmã em um posto, quando pediu sua carteira de identidade e notar um sotaque curso leste do país, parece campanha tinha que ser feito, não só para os direitos das mulheres, mas político, atiçando o confronto ea repressão suposta área de Benghazi. No entanto, mais tarde, deu outra versão, que era dois carros cheios de soldados bêbados de Kadafi, que foi sequestrado. Estas e outras versões estava mudando a dar nas muitas entrevistas que ele deu para canais corporativos, como a CNN a partir de 03 de abril, depois de ser preso pela polícia da Líbia e mais tarde libertados.
Nenhum dos meios de comunicação corporativos presentes na Líbia rigorosamente questionou esta versão improvável e extremamente oportunista desta mulher. Que tipo de jornalistas são? Mas não só não questionou isso, mas continuou contando uma história que não condiz com os fatos, a conversa CNN própria que a Al-Obeidi havia sido ajudado através da fronteira para um oficial desertor alegada usando um vestido tradicional berbere. Sandra Barr, explica muito bem todos estes eventos em mais detalhes em um artigo que eu coloquei na literatura, e mostra a solução fracassada comédia ruim falso que fez a CNN a mulher suposta busca de liberdade. Ele vê com supostas berberes al-Obeidi roupas, supostamente, não real, possivelmente alguns cobertores de cama, diz Sandra Barr, comparando-os com o vestuário típico berbere. Veja as fotos.
Al-Obeidi e CNN
Al-Obeidi e CNN
Vestido tradicional berbere.
Vestido tradicional berbere.
Esta mulher apareceu em entrevistas com roupa completamente diferente, roupa ocidental, logo mais ousadas, como em outros cobrir completamente, posando como um fiel religioso. Qualquer pessoa com um mínimo de capacidade de observador pode ver que há alguma inocente em tudo isso, e sim o desempenho de um bem preparado.
Não é de admirar que seja em uma entrevista à CNN mesmo, 6 de abril de dar o seu apoio para os chamados "rebeldes", que invadiram a Líbia com a OTAN. Esses "rebeldes" eram fundamentalistas islâmicos de vários países e da Líbia em si, financiado e armado pelas potências ocidentais e nas ditaduras do Qatar e Arábia Saudita. Logo eles foram claros sobre as verdadeiras intenções desses "rebeldes" na Líbia contra as mulheres, qualquer coisa com muita violações amigáveis ​​e real que nem os meios de comunicação corporativos nem apelidado como organizações humanitárias tiveram suas capas.
Desde 06 de junho, uma irmã da mulher indicou que os EUA havia concedido asilo a al-Obeidi. Na chegada em Nova York em 27 de julho, depois de um bem mantido na Roménia, agradeceu Hillary Clintonseu apoio. Na verdade o próprio Departamento de Estado dos Estados Unidos disse que daria Al-Obeidi e sua família tudo o que eles precisavam.
Tenho esta mulher o que ela queria? Para viver, e viver bem, apoiada por patrocinadores poderosos nos Estados Unidos? Mas a que preço: O carga e massa visceral do oeste ao governo líbio que matou milhares de líbios, o estupro de milhares de mulheres líbias ea destruição de um país?
O que a mídia diz sobre tudo isso? Você pode vê-lo? Suponho, foram dedicados a esquecer a sua função jornalística de informações e relatórios, e correu, mais uma vez, para aquecer os espíritos das pessoas a um governo odiado, a um povo ou de um país, abrindo o caminho para guerra.
Washington Post disse:
Os clipes de vídeo que rapidamente se espalhou online via Facebook e Twiter , transformando Obaidi um símbolo de desafio contra Gaddafi entre os ativistas que procuram acabar com o seu regime.
As redes sociais, como usado justamente para usar e enganar as pessoas.
Al Obeidi se tornou um símbolo da revolta líbia após explosão, no final de março, em um hotel de Trípoli onde a imprensa internacional foi a gritar que ela foi estuprada. Mais tarde, em uma entrevista com a CNN, deu detalhes sobre a brutalidade que supostamente tinha abusado dela "soldados perto do círculo" de Gaddafi.
Este meio também falou quando esse evento ocorreu: a coragem de quebrar o silêncio.
O Daily Mail on Line disse:
foi estuprada por dois dias, torturado e estrangulado: mulher líbia finalmente revela todos os detalhes macabros do ataque por bandidos de Gaddafi.
Os leitores deste jornal foram em grande parte comédia humanitária:
Ela realmente é uma mulher muito valente e corajosa, inteligente e forte, não só por ter sobrevivido esses ataques, mas também para lutar por justiça.
No entanto, houve leitores também disse que as coisas estavam, mas receber um monte de notas negativas nos comentários, diário boa mão própria ou os "ativistas de direitos humanos" definhando por computadores. Empanados vai o mundo com estes "humanitária".
Será que esta "parece" tão verdadeiro? [Sobre o depoimento da mulher] Essa é a sua percepção, mas eu temo que em um tribunal de direito, sua intuição não é suficiente.
Dentro ... a milhares de quilômetros de onde você vive, milhares de mulheres foram estupradas, no entanto, os governos estrangeiros acusaram o primeiro-ministro [britânico] e tê-lo usado como parte de uma propaganda de guerra cínica.
Sim, milhares de estupros ocorrem todos os anos, todos os dias existem muitos deles, tanto os EUA e em vários países da Europa e ninguém pergunta para um ataque militar ou derrubada de pedidos do governo.Veja as estatísticas dos EUA:
A cada dois minutos, alguém na América é violentada.
A cada ano há cerca de 207.752 vítimas de agressão sexual.
54% das agressões sexuais não são relatados à polícia.
97% dos estupradores não será nunca um dia na cadeia.
Ir panorama! Você sabia? Houve, então, que acusam seu governo e lançar uma campanha militar, sob a responsabilidade de proteger a América? Devemos bombardear Washington e Chicago, Texas e Dallas, San Francisco e Los Angeles? Pense sobre isso.
Mas veja, com o que tem no seu país, como o New York Times foi uma violação que ocorreu na Índia, que recentemente foi muito divulgado na mídia corporativa, e outro que ocorreu em seu próprio país, em Ohio, em Steubennville e foi conduzido por jogadores do time de futebol de uma escola secundária.
The New York Times, as versões para as violações em casa ou no exterior.
The New York Times, as versões para as violações em casa ou no exterior.
No caso da Índia (acima), o New York Times diz que "os índios estão indignados com o estupro no ônibus em Nova Deli", no entanto, no caso do estupro de Steubenville, em Ohio (abaixo) "divisão Steubenville".Tratamento também muito diferente curioso para saber se ele está aqui ou fora dele, certo? Agravado pelo fato de que em Steubenville meninos estuprada seus colegas depois de drogar, e que a direção do instituto não era para o trabalho de expor e esclarecer o fato. Colocar na forma de o New York Times "estupro indiana" Novo (estupro na Índia), 13 700 referências apareceram nos 30 dias antes de 8 de janeiro de 2013, no entanto, colocar "estupro Steubenville" só tinha mais seis vezes para 2283 notícias estrangeiras, e isso não mudou muito quando se olha para outras datas, mantendo uma relação de 2.000 para 1. Tudo isso considerando que ainda era muito mais grave do que estava acontecendo na casa, várias meninas que foram estupradas e ter um organismo social que realmente não quer fazer justiça. É o New York Times, um ambiente corporativo esses ultrajes cometidos jornalístico e humano de sua origem.Vale lembrar para aqueles que ainda não despertaram para a realidade da mídia bastante obscura dominadas pelas corporações. Porque, se fosse claro aqui que disse à CNN, como supostamente preocupado com uma suposta violação na Líbia, tentando por Steubenbille onde preocupado com os estupradores, e não vítimas. ? Entender que, no caso da Líbia, se não tivesse havido uma violação real, estaria preocupado com os estupradores e da mulher estuprada por:
Eu não posso imaginar como emocional deve ter sido do julgamento ... 16, soluços em tribunal, independentemente da forma como os jogadores de futebol eram grandes [os estupradores]. Que é essencialmente o efeito duradouro de dois jovens sendo culpado no tribunal de menores? Candy Crowley.CNN.
CNN se preocupa com estupradores e não tem uma palavra para as vítimas.  Fotos: Michael M'Gehee.  Repita Offender: De Ohio para o Iraque, Concern Curioso, da CNN, para os agressores.
CNN se preocupa com estupradores e não tem uma palavra para as vítimas. 
Fotos: Michael M'Gehee. Repita Offender: De Ohio para o Iraque, Concern Curioso, da CNN, para os agressores.
Nem uma palavra para as vítimas, as meninas estupradas, tentando acima estupradores como quase heróis. Então Amanda Marcotte respondeu: Violadores Steubenville são heróis trágicos.
Que lições morais pode dar a mídia corporativa?
Veja também que a mídia vem com outra história da propaganda na Líbia, a história do estupro em massa por causa de viagra que nunca Gaddafi deu a seus soldados.
El País e The Guardian: 2/2 "progressista" e "verdadeira".
El País e The Guardian: 2/2 "progressista" e "verdadeira".
Sobre o papel dos tribunais internacionais em Haia, que é discutido no texto desses jornais, veja: A guerra contra a Iugoslávia, em relação a outros AI borrão.
Bem, isso é o que a mídia fez, mas não havia mais importantes atores entram em jogo aqui também chama de "organizações humanitárias". Human Rights Watch e Anistia Internacional, ambos financiados por grandes corporações, correu para atacar o governo de Gaddafi, acusando-o de constantes violações dos direitos humanos, mas sem fornecer elementos de prova, e assumindo declarações bons de Al-Obeidi, apesar de não haver evidências e ter provas contundentes em contrário, incluindo suas próprias declarações e ações.
Em vez de tentar estupro como um crime, a sério investigar casos e processar os responsáveis, as autoridades líbias, mais uma vez tentou silenciar mulheres corajosas, como a Al-Obeidi.
No caso de Al-Obeidi deveria ter sido Human Rights Watch (HRW), e Anistia, que teve que se preocuparam em investigar um pouco, não demorou muito para ver que havia pouco verdadeiro em tudo isso. Pode também se preocupar com o que estava acontecendo em seu país, os Estados Unidos, a Anistia adotada país, que já mencionamos. Duas agressões sexuais por minuto são muitos, muitos, e 97% dos estupradores ficam impunes é a altura. Onde estão as queixas com fanfarra HRW ea Anistia Internacional para isso? Onde ataques diretos contra o governo dos EUA como o fazem os inimigos destes?
Fonte Cuba Debate