domingo, 23 de maio de 2010

Brasil ganha duas posições no ranking de competitividade, diz FDC

O Brasil se tornou um país mais competitivo este ano, segundo uma pesquisa desenvolvida pelo International Institute for Management Development (IMD), em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC), divulgada nesta quarta-feira (19).

Os resultados mostraram que o Brasil subiu duas posições no ranking mundial de competitividade em 2010, passando para o 38º lugar. São 58 países classificados quanto a quatro fatores de competitividade: desenvolvimento econômico, eficiência governamental, eficiência de negócios e infraestrutura.

Os destaques de melhorias do Brasil foram "Eficiência dos Negócios", no qual o país ganhou três posições e passou para o 24º lugar, além do Produto Interno Bruto (PIB), no qual o Brasil chegou ao 8º lugar.

Por outro lado, nos quesitos "Eficiência de Governo", o país se manteve na 52ª colocação. Perdas de posições ocorreram nas áreas de infraestrutura (49º lugar), saúde (40º) e educação (53º).

Com a crise econômica mundial, os Estados Unidos perderam a primeira posição do ranking geral e caíram para o terceiro. Lideram o ranking agora Cingapura e Hong Kong. Atrás do Brasil ficaram África do Sul, México e Rússia. Neste levantamento, os países europeus foram, de modo geral, os que mais perderam posições.

"O Brasil manteve a sua capacidade competitiva, alavancada pelos avanços na produtividade empresarial e na geração do emprego", diz Carlos Arruda, professor da FDC. Os dados são referentes ao primeiro trimestre deste ano.
FONTE G1

LULA PT x FHC PSDB

Por Renato Fabiano Matheus
04 de outubro de 2006
Belo Horizonte, 4/10/2006, recebida por email: índices, fatos e dados comparativos entre o governo Lula e o governo FHC. Alguns dos números apresentados, dentre muitos outros que estão nesta matéria, separados por áreas de atuação do governo (saúde, educação, economia, desigualdade social, segurança, habitação, meio ambiente, etc), são: Criação de empregos: Lula: 6 milhões (4 milhões com carteira assinada) PSDB: 700 mil; Número de pobres: Lula: 33,57% PSDB: 34,34%; Número de miseráveis: Lula: 25,08% PSDB: 26,23%. Os valores foram totalizados considerando 8 anos de governo PSDB e 3 anos e meio de governo Lula. No entanto, para uma análise mais ampla, deveriam também ser consideradas as condições nas quais os governos de Lula e FHC foram iniciados e o cenário externo. Neste último caso, FHC, que governava durante o ataque terrorista de 11 de setembro e as crises financeiras da Ásia e da Rússia, certamente teve que lidar com uma situação muito mais conturbada.
(Fontes: IBGE, IBGE/Pnad - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (IBGE/PNAD 2005); ANEEL; Bovespa; CNI; CIESP; Ministérios Federais e Agências Reg.; SUS; CES/FGV; jornais FSP, O Globo e O Estado)

Outros números e fatos sobre os governos Lula e FHC, separados por áreas de atuação do governo (saúde, educação, economia, desigualdade social, segurança, habitação, meio ambiente, etc):

SAÚDE
- Mortalidade infantil indígena (por 1000 habitantes): Lula: 21,6 PSDB: 55,7
- Investimento anual em saúde básica: Lula: 1,5 bilhão PSDB: 155 milhões
- População atendida pelo Prog. Saúde da Família: Lula: 70 milhões PSDB: 55 milhões
- Porcentagem da população atendida pelo Programa Saúde da Família: Lula: 39,7% PSDB: 31,9%
- Pacientes com HIV positivo atendidos pela rede pública de saúde: Lula: 151 mil PSDB: 119 mil

EDUCAÇÃO
- Pró-jovem - estudo subsidiado: Lula: 93 mil (18 a 24 anos) PSDB: não havia programa, nem registro. * 100 reais por mês de subsídio a cada estudante
- Investimentos em alimentação escolar: Lula: 1 bilhão PSDB: 848 milhões
- Livros gratuitos para o Ensino Médio: Lula: 7 milhões PSDB: zero
- Construção de Universidades Federais: Lula: 10 universidades + 48 novos campus PSDB: 6 universidades federais em 8 anos

ECONOMIA
- Criação de empregos: Lula: 6 milhões (4 milhões com carteira assinada) PSDB: 700 mil
- Média anual de empregos gerados : Lula: 1,14 milhão PSDB: 87,5 mil
- Taxa de desemprego nas regiões metropolitanas: Lula: 8,3% PSDB: 11,7%
- Desemprego em SP: Lula: 16,9% PSDB: 19,0%
- Exportações (em dólares): Lula: 118,3 bilhões PSDB: 60,4 bilhões
- Balança comercial (em dólares): Lula: 103,3 bilhões (positivos) PSDB: - 8,4 bilhões (negativos)
- Transações correntes (em dólares): Lula: 30,1 bilhões (positivos) PSDB: - 186,2 bilhões (negativos)
- Risco-país: Lula: 204 PSDB: 2.400 (!!) * No governo Lula, o país atingiu o patamar mais baixo da história.
- Inflação: Lula: 2,8% PSDB: 12,53%
- Dívida com o FMI (em dólares): Lula: dívida paga PSDB: 14,7 bilhões
- Dívida com o Clube de Paris (em dólares): Lula: dívida paga PSDB: 5 bilhões
- Dívida pública: Lula: 34,2% PSDB: 35,3%
- Dívida externa: Lula: 2,41% PSDB:12,45%
- Investimento em desenvolvimento (em reais): Lula: 47,1 bilhões PSDB: 38,2 bilhões
- PIB: Lula: 2,6% ao ano (até 2005) PSDB: 2,3% ao ano
- Crescimento industrial: Lula: 3,77% PSDB: 1,94% * O lucro líquido das grandes empresas com ações em Bolsa quase triplicou nos três anos e meio de overno de Luiz Inácio Lula da Silva em relação ao período da segunda gestão de Fernando Henrique Cardoso, de 1999 a 2002. Folha de S. Paulo (20/08/2006)
- Produção de bens duráveis: Lula: 11,8% PSDB: 2,4%
- Aumento na Produção de veículos: Lula: 2,4% PSDB: 1,8%
- Crédito para a agricultura familiar: Lula: 6,1% PSDB: 2,4%
- Crescimento real do salário mínimo: Lula: 25,3% PSDB: 20,6% * Ganho real de 25,7% em três anos
- Valor do salário mínimo em dólares: Lula: 152 PSDB: 55
- Poder de compra do salário mínimo em relação à cesta básica: Lula: 2,2 cestas básicas PSDB: 1,3 cesta básica
- Aumento do custo da cesta básica: Lula: 15,6% PSDB: 81,6%
- Número de turistas que vêm ao Brasil: Lula: 4,6 milhões PSDB: 3,8 milhões - Apoio à agricultura familiar: Lula: 7,5 bilhões (safra 2005/2006) PSDB: 2,5 bilhões (último ano de governo) * O governo Lula investirá 10 bilhões na safra 2006/2007
- Compra de terras para Reforma Agrária: Lula: 2,7 bilhões (2003 a 2005) PSDB: 1,1 bilhão (1999 a 2002)
- Investimento do BNDES em micro e pequenas empresas: Lula: 14,99 bilhões PSDB: 8,3 bilhões
- Juros / taxa SELIC: Lula: 16% PSDB: 25%
- BOVESPA: Lula: 35,2 mil pontos PSDB: 11,2 mil pontos
- Dívida externa: Lula: 165 bilhões PSDB: 210 bilhões
- Desemprego no país: Lula: 9,6% PSDB: 12,2%
- Dívida/PIB: Lula: 51% PSDB: 57,5%
- Eletrificação Rural - Luz Para Todos: Lula: 3 milhões de pessoas PSDB: 2,7 mil pessoas
- Geração de Energia Elétrica: Lula: 1.567 empreendimentos em operação, gerando 95.744.495 kW de potência. PSDB em final de governo: apagão * Está prevista ara os próximos anos uma adição de 26.967.987 kW na capacidade de geração do País, proveniente os 65 empreendimentos atualmente em construção e mais 516 outorgadas.
- Privatizações: Lula: zero PSDB : 100 bilhões

ECONOMIA / DESIGUALDADE SOCIAL
- Número de pobres: Lula: 33,57% PSDB: 34,34%
- Número de miseráveis: Lula: 25,08% PSDB: 26,23%
- Índice de Desigualdade Social: Lula: 0,559 PSDB: 0,573
- Participação dos mais pobres na renda: Lula: 15,2% PSDB: 14,4%
- Transferência de renda (em reais): Lula: 7,1 bilhões PSDB: 2,3 bilhões
- Média por família: Lula: 70 reais PSDB: 25 reais
- Atendidos pelo programa Saúde da Família: Lula: 43,4% PSDB: 30,4%
- Equipes do Programa Saúde da Família: Lula: 21.609 PSDB: 16.698
- Atendidos pelo programa Brasil Sorridente (atendimento odontológico): Lula: 33,7% PSDB: 17,5% * 15 milhões de brasileiros foram pela primeira vez ao dentista.
- Bolsa Família: Lula: 11,1 milhões de famílias PSDB: o programa era o Bolsa Escola com menos atendidos e atendimento mais limitado. * Educação e subsídio alimentar
- Incremento no acesso a água no semi-árido nordestino: Lula: 762 mil pessoas e 152 mil cisternas PSDB: zero, não havia programa.
- Distribuição de leite no semi-árido (sistema pequeno produtor): Lula: 3,3 milhões de brasileiros PSDB: zero, não havia programa.

SEGURANÇA
- Número de policiais federais: Lula: 11 mil PSDB: 5 mil
- Operações da PF contra a corrupção, crime organizado, lavagem de dinheiro, etc...: Lula: 183 PSDB: 20
- Prisões efetuadas: Lula: 2.971 PSDB: 54

HABITAÇÃO
- Empréstimo para habitação (em reais): Lula: 4,5 bilhões PSDB: 1,7 bilhões

MEIO AMBIENTE
- Áreas ambientais preservadas: Lula: incremento de 19,6 milhões de hectares (2003 a 2006) * Do ano de 1500 até 2002: 40 milhões de hectares

Dilma enfrentou regime militar e Serra fugiu

Em que mãos você gostaria que estivesse o Brasil? Qual o verdadeiro
diploma que cada um tem e que conta para construir um país justo,
soberano e humanista?

Nas horas mais difíceis se revela a personalidade – as forças e as
fraquezas – de cada um. Os franceses puderam fazer esse teste quando
foram invadidos e tinham que se decidir entre compactuar com o governo
capitulacionsista de Vichy ou participar da resistência. Os italianos
podiam optar entre participar da resistência clandestina ou aderir ao
regime fascista. Os alemães perguntam a seus pais onde estavam no
momento do nazismo.


No Brasil também, na hora negra da ditadura militar, formos todos
testados na nossa firmeza na decisão de lutar contra a ditadura, entre
aderir ao regime surgido do golpe, tentar ficar alheios a todas as
brutalidades que sucediam ou somar-se à resistência. Poderíamos olhar
para trás, para saber onde estava cada um naquele período.

Dois personagens que aparecem como pré-candidatos à presidência são
casos opostos de comportamento e daí podemos julgar seu caráter,
exatamente no momento mais difícil, quando não era possível esconder
seus comportamentos, sua personalidade, sua coragem para enfrentar
dificuldades, seus valores.

José Serra era dirigente estudantil, tinha sido presidente do Grêmio
Politécnico, da Escola de Engenharia da USP. Já com aquela ânsia de
poder que seguiu caracterizando-o por toda a vida, brigou duramente
até conseguir ser presidente da União Estadual dos Estudantes (UEE) de
São Paulo e, com os mesmos meios de não se deter diante de nada,
chegou a ser presidente da UNE.

Com esse cargo participou do comício da Central do Brasil, em março
de 1964, poucas semanas antes do golpe. Nesse evento, foi mais radical
do que todos os que discursaram, não apenas de Jango, mas de Miguel
Arraes e mesmo de Leonel Brizola.

No dia do golpe, poucos dias depois, da mesma forma que as outras
organizações de massa, a UNE, por seu presidente, decretou greve
geral. Esperava-se que iria comandar o processo de resistência
estudantil, a partir do cargo pelo qual havia lutado tanto e para o
qual havia sido eleito.

No entanto, Serra saiu do Brasil no primeiro grupo de pessoas que
abandonou o país. Deixou abandonada a UNE, abandonou a luta de
resistência dos estudantes contra a ditadura, abandonou o cargo para o
qual tinha sido eleito pelos estudantes. Essa a atitude de Serra
diante da primeira adversidade.

Por isso sua biografia só menciona que foi presidente da UNE, mas
nunca diz que não concluiu o mandato, abandonou a UNE e os estudantes
brasileiros. Nunca se pronunciou sobre esse episódio vergonhoso da sua
vida.

Os estudantes brasileiros foram em frente, rapidamente se
reorganizaram e protagonizaram, a parir de 1965, o primeiro grande
ciclo de mobilizações populares de resistência à ditadura, enquanto
Serra vivia no exílio, longe da luta dos estudantes. Ficou claro o
caráter de Serra, que só voltou ao Brasil quando já havia condições de
trabalho legal da oposição, sem maiores riscos.

Outra personalidade que aparece como pré-candidata à presidência
também teve que reagir diante das circunstâncias do golpe militar e da
ditadura. Dilma Rousseff, estudante mineira, fez outra escolha. Optou
por ficar no Brasil e participar ativamente da resistência à ditadura,
primeiro das mobilizações estudantis, depois das organizações
clandestinas, que buscavam criar as condições para uma luta armada
contra a ditadura militar.
No episódio da comissão do Senado em que ela foi questionada por ter
assumido que tinha dito mentido durante a ditadura – por um senador da
direita, aliado dos tucanos de Serra -, Dilma mostrou todo o seu
caráter, o mesmo com que tinha atuado na clandestinidade e resistido
duramente às torturas. Disse que mentiu diante das torturas que
sofreu, disse que o senador não tem idéia como é duro sofrer as
torturas e mentir para salvar aos companheiros. Que se orgulha de ter
se comportado dessa maneira, que na ditadura não há verdade, só
mentira. Que ela o senador da base tucano-demo estavam em lados
opostos: ela do lado da resistência democrática, ele do lado da
ditadura, do regime de terror, que seqüestrada, desaparecia, fuzilava,
torturava.

Dilma lutou na clandestinidade contra a ditadura, nessa luta foi
presa, torturada , condenada, ficando detida quatro anos. Saiu para
retomar a luta nas novas condições que a resistência à ditadura
colocava. Entrou para o PDT de Brizola, mais tarde ingressou no PT,
onde participou como secretária do governo do Rio Grande do Sul.
Posteriormente foi Ministra de Minas e Energia e Ministra-chefe da
Casa Civil.

Essa trajetória, em particular aquela nas condições mais difíceis, é
o grande diploma de Dilma: a dignidade, a firmeza, a coerência, para
realizar os ideais que assume como seus. Quem pode revelar sua
trajetória com transparência e quem tem que esconder momentos
fundamentais da sua vida, porque vividos nas circunstâncias mais
difíceis?

O maior lider norte coriano da história

Ho Chi Minh nasceu no Vietnã em 1890. Seu pai, Nguyen Sinh Huy foi um professor empregado pelos franceses.

Ele tinha uma reputação de ser extremamente inteligente, mas sua falta de vontade de aprender a língua francesa resultou na perda do seu emprego. Para sobreviver, Nguyen Sinh Huy foi forçado a viajar por todo o Vietnã, oferecendo seus serviços para os camponeses. Esta letras geralmente escrito envolvidos e prestação de cuidados médicos.

Como um nacionalista, Nguyen ensinou seus filhos a resistir à regra dos franceses. Não surpreendentemente, todos eles cresceram e se tornaram nacionalistas comprometidos, dispostos a lutar pela independência do Vietname.

irmã de Ho Chi Minh conseguiu um emprego a trabalhar com o exército francês. Ela usou essa posição para roubar as armas que ela esperava que um dia seria usado para conduzir os franceses do Vietnã. Ela foi finalmente capturado e sentenciado à prisão perpétua.

Embora ele se recusou a aprender o francês se, Nguyen Ho decidiu enviar para uma escola francesa. Ele estava agora de opinião de que ele iria ajudar a se preparar para a luta futura contra os franceses.

Depois de seus estudos. Ho foi, por um curto período, uma professora. Ele então decidiu tornar-se um marinheiro. Isto permitiu-lhe viajar para muitos países diferentes. Isto incluiu vários países que faziam parte do Império Francês. Ao fazê-lo. Aprendi que o vietnamita Ho não eram as únicas pessoas que sofrem de exploração

Ho instalou definitivamente em Paris em 1917. Aqui ele leu os livros de Karl Marx e outros escritores de esquerda e, eventualmente, tornou-se convocada para o comunismo. Quando em Dezembro de 1920, o Partido Comunista Francês, foi formado. Ho tornou-se um dos seus membros fundadores.

Ho, como o resto do Partido Comunista Francês, foi inspirado pela Revolução Russa. Em 1924, ele visitou a União Soviética. Enquanto em Moscou, Ho escreveu a um amigo que era dever de todos os comunistas para retornar ao seu país para: "contato com as massas fazem a despertar, organizar, unir e treiná-los e levá-los para lutar pela liberdade e independência ".

No entanto, Ho estava ciente de que se voltou para o Vietnã estava em perigo de ser preso pelas autoridades francesas. Assim, decidiu ir morar na China, na fronteira do Vietnã. Aqui, ele ajudou a organizar outros nacionalistas exilados na "Liga Revolucionária do Vietnã.

Em setembro de 1940, o exército japonês invadiu a Indochina. Com Paris já ocupada pela Alemanha, as tropas francesas decidiram que não valia a pena colocar uma luta e se renderam aos japoneses. Ho Chi Minh e os nacionalistas seus companheiros viram isso como uma oportunidade para libertar seu país da dominação estrangeira e formaram uma organização chamada Vietminh. Sob a liderança militar do general Vo Nguyen Giap, o Vietminh iniciou uma campanha de guerrilha contra os japoneses.

O Vietminh receberam armas e munições por parte da União Soviética, e após o bombardeio de Pearl Harbour, eles também se abasteciam dos Estados Unidos. Durante este período, o Vietminh leant uma quantidade considerável sobre as táticas militares que foi muito útil para os anos que se seguiram.

Quando o Japão se rendeu aos Aliados após o lançamento de bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki em agosto de 1945, o Vietminh estava em boa posição para assumir o controle do país.

Em setembro de 1945, Ho Chi Minh, anunciou a criação da República Democrática do Vietnã. Desconhecido para o Vietminh Franklin D. Roosevelt, Winston Churchill e Joseph Stalin já tinha decidido o que iria acontecer com o pós-guerra do Vietnã em uma reunião de cúpula, em Potsdam. Tinha sido acordado que o país seria dividido em dois, a metade norte sob o controle dos chineses e metade sul sob o domínio britânico.

Após a Segunda Guerra Mundial a França tentou restabelecer o controle sobre o Vietnã. Em janeiro de 1946, a Grã-Bretanha concordaram em retirar suas tropas e mais tarde esse ano, a China deixou o Vietnã em troca de uma promessa de França que ela iria desistir de seus direitos ao território da China.

A França se recusou a reconhecer a República Democrática do Vietnã, que havia sido declarado por Ho Chi Minh e em breve luta eclodiu entre o Vietminh e as tropas francesas. No início, o Vietminh sob o general Vo Nguyen Giap, havia grande dificuldade em lidar com as forças mais bem treinados e equipados francês. A situação melhorou em 1949, depois de Mao Tsé-Tung e seu exército comunista derrotado Chaing Kai-Shek em China. O Vietminh agora tinham uma base segura onde eles poderiam levar seus feridos e treinar novos soldados.

Até 1953, o Vietminh controlada grandes áreas do Vietnã do Norte. Os franceses, porém, tinha uma firme no sul e tinha instalado Bo Dai, o ex-imperador vietnamita, como o Chefe de Estado.

Quando ficou claro que a França estava a tornar-se envolvido em uma guerra longa tirada, o governo francês tentou negociar um acordo com o Vietminh. Eles se ofereceram para ajudar a definir-se um governo nacional e prometeu que acabaria por conceder a independência do Vietnã. Ho Chi Minh e outros líderes do Vietminh não confiar na palavra do francês e continuou a guerra.

a opinião pública francesa continuou a mover contra a guerra. Há quatro razões principais para isso: (1) Entre 1946 e 1952 90 mil soldados franceses foram mortos, feridos ou capturados, (2) A França estava tentando construir sua economia após a devastação da Segunda Guerra Mundial. O custo da guerra tinha sido até agora o dobro do que tinham recebido dos Estados Unidos ao abrigo do Plano Marshall, (3) A guerra durou sete anos e ainda não havia sinal de uma vitória definitiva francês, (4) Um número crescente de pessoas em França, chegou à conclusão de que seu país não tem qualquer justificação moral para estar no Vietnã.

General Navarre, o comandante francês no Vietnã, perceberam que o tempo estava acabando e que ele precisava para obter uma rápida vitória sobre o Vietminh. Ele estava convencido de que, se ele podia manobrar o general Vo Nguyen Giap em engajar-se em uma batalha em larga escala, a França foi obrigada a vencer. Em dezembro de 1953, o general Navarre instalação de um complexo defensivo de Dien Bien Phu, que iria bloquear a rota do Vietminh forças tentando retornar aos campos no vizinho Laos. Navarre supôs que, em uma tentativa de restabelecer a rota para o Laos, o general Giap seriam obrigados a organizar um ataque em massa sobre as forças francesas em Dien Bien Phu.

plano de Navarra e trabalhou General Giap, aceitou o desafio francês. No entanto, em vez de fazer um ataque maciço frontal, Giap escolher surround Dien Bien Phu e ordenou aos seus homens para cavar uma trincheira que rodeavam as tropas francesas. Da trincheira exterior, outras trincheiras e túneis foram escavados em direção ao centro. O Vietminh estavam agora capaz de se mover, em estreita sobre as tropas francesas defendem Dien Bien Phu.

Embora estas preparações foram acontecendo, Giap trazido membros do Vietminh de todo o Vietnã. Até o momento a batalha estava pronto para começar, Giap tinha 70 mil soldados ao redor Dien Bien Phu, cinco vezes o número das tropas francesas fechada dentro.

Empregando obtidos recentemente baterias antiaéreas e canhões da China, Giap foi capaz de restringir severamente a capacidade dos franceses para suprir suas forças em Dien Bien Phu. Quando Navarra percebi que ele estava preso, ele apelou para a ajuda. Os Estados Unidos foram abordados e alguns conselheiros sugeriram o uso de armas nucleares tácticas contra o Vietminh. Outra sugestão foi a de que ataques aéreos convencionais seria suficiente para dispersar as tropas de Giap.

O presidente dos Estados Unidos, Dwight Eisenhower, no entanto, se recusou a intervir, a menos que ele poderia convencer a Grã-Bretanha e seus outros aliados ocidentais para participar. Winston Churchill, primeiro-ministro britânico, recusou, alegando que queria esperar o desfecho das negociações de paz em curso em Genebra, antes de se envolver em uma escalada da guerra.

Em 13 de março de 1954, Vo Nguyen Giap lançou a sua ofensiva. Por cinquenta e seis dias do Vietminh empurrado pelas forças francesas para trás até que eles só ocuparam uma pequena área de Dien Bien Phu. Coronel Piroth, o comandante da artilharia, responsabilizou-se para a táctica que tinha sido contratado e, após contar seus colegas policiais que tinha sido "completamente desonrado suicídio" cometido por puxar o pino de segurança de uma granada.

Os franceses renderam-se em 07 de maio. baixas francesas somaram mais de 7 mil e mais 11 mil soldados foram levados como prisioneiros. No dia seguinte o governo francês anunciou que pretendia retirar do Vietname. No mês seguinte, os ministros do Exterior dos Estados Unidos, a União Soviética, Grã-Bretanha ea França decidiram se reunir em Genebra para ver se poderia trazer uma solução pacífica para os conflitos na Coréia e no Vietnã.

Depois de muita negociação ficou acordado o seguinte: (1) do Vietnã seria dividido pelo paralelo 17, (2) o Vietnã do Norte poderia ser governado por Ho Chi Minh, (3) Vietnã do Sul será governado por Ngo Dinh Diem, um forte opositor do comunismo; (4) as tropas francesas que retirar do Vietname; (5), o Vietminh iria retirar-se do Vietnã do Sul, (6), o vietnamita pode livremente optar por viver no Norte ou no Sul, e (7) eleições gerais para o conjunto do Vietnã seria realizada antes de julho de 1956, sob a supervisão de uma comissão internacional.

Após sua vitória em Dien Bien Phu, alguns membros do Vietminh estavam relutantes em aceitar o acordo de cessar-fogo. Sua principal preocupação era a divisão do Vietnã em duas seções. No entanto, Ho Chi Minh argumentou que esta era apenas uma situação temporária e estava convencido de que na prometida eleição geral, os vietnamitas tinham certeza de eleger um governo comunista a governar um re-unida do Vietnã.

Esta opinião foi partilhada pelo presidente Dwight Eisenhower. Como ele escreveu mais tarde: "Eu nunca falei ou correspondeu-se com uma pessoa conhecedora dos assuntos indochineses que não concordam que as eleições haviam sido realizadas no momento da luta, talvez 80 por cento da população teria votado pelo comunista Ho Chi Minh.

Quando a conferência de Genebra, teve lugar em 1954, a delegação dos Estados Unidos propôs o nome de Ngo Dinh Diem como o novo governante do Vietnã do Sul. Os franceses argumentaram contra esta Diem, alegando que era ", mas não só incapaz louca". No entanto, eventualmente, foi decidido que Diem apresentou a melhor oportunidade para manter o Vietnã do Sul de cair sob o controle do comunismo.

Quando ficou claro que Ngo Dinh Diem não tinha intenção de realizar eleições para uma Vietnã Unidos, seus adversários políticos começaram a estudar formas alternativas de obtenção de seus objetivos. Alguns chegaram à conclusão de que a violência era a única maneira de convencer Diem a concordar com os termos da Conferência de Genebra de 1954. No ano seguinte, as eleições canceladas viu um grande aumento no número de pessoas deixando suas casas para formar grupos armados nas florestas do Vietnã. No começo eles não estavam em condições de assumir o Exército sul-vietnamita e em vez concentrada no que ficou conhecido como "alvos fáceis. Em 1959, uma estimativa de 1,2 mil funcionários do governo de Diem foi assassinado.

Ho Chi Minh foi inicialmente contra esta estratégia. Ele argumentou que as forças da oposição no Vietnã do Sul deve concentrar-se na organização de apoio ao invés de realizar atos de terrorismo contra o governo de Diem.

Em 1959, Ho Chi Minh enviado Le Duan, um conselheiro de confiança, para visitar o sul do Vietnã. Le Duan voltou a informar que a política de seu líder Diem de prisão os líderes da oposição foi tão bem sucedida que a menos que o Vietnã do Norte incentivados a resistência armada, um país unido jamais seria alcançado.

Ho Chi Minh concordou em fornecer as unidades de guerrilha com a ajuda. Ele também encorajou os diferentes grupos armados para se unir e formar uma organização de resistência mais poderosa e eficaz. Isso eles concordaram em fazer e em dezembro de 1960, a Frente Nacional de Libertação do Vietnã do Sul (FNL) foi formada. O NLF, ou o "Vietcong", como os americanos estavam a chamá-los, era composta por mais de uma dúzia de diferentes grupos políticos e religiosos. Embora o líder da FNL, Hua Tho, foi um não-marxista, advogado Saigon, um grande número de movimentos eram apoiantes do comunismo.

A estratégia e as táticas da NLF eram muito baseados nos usados por Mao Zedong na China. Isso ficou conhecido como Guerrilha. A FLN foi organizado em pequenos grupos de entre três e dez soldados. Esses grupos foram chamados de células. Estas células trabalharam juntos, mas o conhecimento que tinha do outro foi mantido ao mínimo. Portanto, quando um guerrilheiro foi capturado e torturado, suas confissões não fez muito dano à NLF.

O objetivo inicial da NLF era ganhar o apoio dos camponeses que vivem nas áreas rurais. De acordo com Mao Tsé-Tung, os camponeses foram para o mar em que a guerrilha precisava nadar: "sem o apoio constante e activa dos camponeses ... o fracasso é inevitável."

Quando o NLF entrou numa aldeia que obedeceu a um rigoroso código de comportamento. Todos os membros foram emitidos com uma série de "directivas". Estes incluíram: (1) Não fazer o que é susceptível de prejudicar a terra e as culturas ou estragar as casas e os pertences das pessoas, (2) Não insista em comprar ou pedir que as pessoas não estão dispostos a vender ou emprestar; (3) Nunca quebrar a nossa palavra, (4) Não fazer ou falar o que é susceptível de fazer as pessoas acreditarem que segurá-los por desacato; (5) Para ajudá-los no seu trabalho diário (colheita, buscar lenha, carregar água, costura, etc.) "

Três meses após ser eleito presidente em 1964, Lyndon B. Johnson lançou a Operação Rolling Thunder. O plano era destruir a economia do Vietnã do Norte e obrigá-la a parar de ajudar os guerrilheiros do sul. Bombardeio também foi dirigida contra o território controlado pelo NLF no sul do Vietnã. O plano era para a Operação Rolling Thunder para durar oito semanas, mas que durou pelos próximos três anos. Nesse tempo, os E.U. caiu 1 milhão de toneladas de bombas sobre o Vietnam.

Ho Chi Minh morreu em 1969.

Ahmadinejad diz que acordo com Brasil e Turquia abre nova era

O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, insistiu neste domingo (23) em que o acordo para facilitar a troca nuclear assinado entre seu país, Turquia e Brasil é uma oportunidade para fortalecer a cooperação no mundo.

"Este documento significa o início de uma era nova nas relações políticas na arena internacional", disse Ahmadinejad durante uma conversa por telefone com o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, citado pela agência local "Isna".

"Irã quer continuar com a colaboração e a interação com os países amigos para contribuir a uma nova atmosfera de justiça e cooperação", acrescentou.

Erdogan reiterou que seu país fará esforços para que a chamada "declaração de Teerã" consiga apoio das demais nações, assinalou a fonte.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o próprio Erdogan conseguiram na segunda-feira passada um compromisso escrito do Irã para que aceite trocar parte de seu combustível nuclear fora de seu território.

Troca de material
Segundo o acordo fechado, o Irã enviará 1.200 kg de urânio de baixo enriquecimento para a Turquia, que devolverá o material enriquecido para um reator de pesquisas do Irã.

Depois de até um ano, o Irã deverá receber 120 kg de urânio enriquecido a 20%. De acordo com o porta-voz do ministério das Relações Exteriores iraniano, o urânio enriquecido estará sob supervisão da Agência Internacional de Energia Atômica na Turquia.

Sanções
Apesar do acordo, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que o projeto de novas sanções contra o Irã por conta de seu programa nuclear se mantém inalterado.

O governo americano disse que o programa fechado com a mediação de Brasil e Turquia é um passo positivo, mas o Irã ainda tem de demonstrar por atos que vai respeitar suas obrigações internacionais na questão nuclear.

"O Irã precisa tomar os passos necessários para assegurar à comunidade internacional que seu programa nuclear é voltado exclusivamente para propósitos pacíficos", disse o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, em um comunicado.

Polêmica
No ano passado, os Estados Unidos, a Rússia e a França propuseram retirar do Irã urânio com baixo grau de enriquecimento em troca de combustível com urânio enriquecido a 20%. A proposta era que o material fosse enviado para a Rússia e a França.

No entanto o Irã queria a troca de seu urânio pouco enriquecido por urânio mais enriquecido em pequenas quantidades e em seu próprio território, temendo a possibilidade de não receber de volta seu urânio.
fonte g1