quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Brasil Registra a Menor taxa de desemprego em sua Historia em Setembro de 4,9%

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,desemprego-cai-para-4-9-em-setembro-a-menor-taxa-para-o-mes-da-historia,1581279taxa de desocupação de setembro (4,9%) não teve variação estatisticamente significativa frente a agosto (5,0%) e recuou 0,5 ponto percentual em relação a setembro de 2013 (5,4%). Foi a menor taxa para um mês de setembro em toda a série da pesquisa, iniciada em março de 2002. A população desocupada (1,2 milhão de pessoas) ficou estável em relação a agosto e caiu (-10,9%) frente a setembro de 2013. O contingente de ocupados (23,1 milhões de pessoas) permaneceu estável em ambas as comparações. O número detrabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado (11,7 milhões) também mostrou estabilidade em ambas as comparações. rendimento médio real habitual dos trabalhadores (R$ 2.067,10) ficou estatisticamente estável em relação a agosto (R$ 2.064,82) e cresceu 1,5% em relação a setembro de 2013 (R$ 2.035,62). A massa de rendimento médio real habitual dos ocupados (R$ 48,4 bilhões) em setembro de 2014 não variou em relação a agosto e cresceu 0,9% comparada a setembro de 2013. massa de rendimento médio real efetivo dos ocupados em agosto de 2014 (R$ 48,7 bilhões) cresceu 0,4% no mês e 1,9% em relação a agosto de 2013.

Nem pagando Aécio consegue reunir público em Curitiba

O jornal curitibano Gazeta do Povo pode ser acusado de tudo, menos de petista ou simpático à candidatura de Dilma Rousseff. Pelo contrário. Faz parte do consórcio da velha mídia nacional, que defende o arcaico ideário neoliberal dos tempos de FHC.
Pois bem, ontem à noite o Blog do Esmael registrou que o protesto “black bloc” em favor do tucano Aécio Neves foi um fiasco em Curitiba. Foram contabilizados 300 comissionados do governo do Paraná no evento da Boca Maldita (clique aqui).
Mas outro detalhe importante não escapou aos olhos clínicos da Gazeta do Povo: “Entre os participantes estavam cabos eleitorais. A reportagem conversou com três deles, que disseram ter recebido R$ 100 para segurar bandeiras.”
O jornal foi generoso com o tucano ao afirmar que cerca de mil pessoas compareceram no evento “black bloc”.

Falta de água em São Paulo perguntas e Respostas.

 crise de abastecimento que assola o Estado de São Paulo, em especial a capital, entrou e vez no debate eleitoral nacional. O problema é resultado da falta de planejamento do governo de São Paulo diante da – prevista – pior estiagem desde 1953. Hoje, a principal fonte de captação de água da Região Metropolitana de São Paulo, o Sistema Cantareira, está com apenas 3% de sua capacidade e, segundo o Datafolha, 67% dos paulistanos já sofrem com a falta d’água. Tire suas dúvidas sobre a situação:
A falta de água em São Paulo é “culpa de São Pedro”, ou seja, de uma estiagem histórica?
Não. A estiagem severa que assola São Paulo e outras regiões do País era prevista. Veja o que os promotores afirmam na Ação Civil Pública proposta para barrar a retirada mais água do Cantareira: “A significativa redução das precipitações no Estado de São Paulo, outrossim, já era fenômeno detectado há anos, sem que as medidas para a redução das vazões de retirada tenham sido implantadas pelos órgãos gestores e pela operadora do sistema produtor (Sabesp), visando à preservação daquele manancial”.
O que é o Sistema Cantareira?
Uma Fonte de Captação, ou seja, um local do qual a Sabesp retira a água que posteriormente trata e vende a seus clientes.  O Cantareira é a principal Fonte de Captação da Grande São Paulo. Os outros sistemas que abastecem a região, por ordem de importância, são o Guarapiranga, o Alto Tietê, o Rio Claro, o Rio Grand, o Alto Cotia, o Baixo Cotia e o Ribeirão Estiva.
O que o governo do Estado deveria ter feito para evitar a falta de água?
Em 2004, ao receber a concessão para uso do Sistema Cantareira, o governo de São Paulo e a Sabesp foram informadas sobre a necessidade de planejamento e investimentos em novas fontes de captação, afim de evitar a atual crise. Em seu artigo 16, o documento da concessão estipulava que a Sabesp “deveria realizar em 30 meses estudos e projetos que viabilizem a redução de sua dependência do sistema (Cantareira)”. Como a atual crise comprova, isto não foi feito.
O governo criou algum novo sistema que pudesse compensar a seca do Cantareira?
Não. O Sistema Produtor São Lourenço poderia ajudar, mas não resolver o problema. O problema é que a sua implementação, responsabilidade do governo estadual, está atrasada em dois anos. O São Lourenço colocaria cerca de 5 metros cúbicos por segundo a mais no sistema de abastecimento. Seria uma boa ajuda. Para se ter uma ideia, o Cantareira produz 33 m³. Além do atraso nas obras, o projeto licitado pela gestão Alckmin é apenas parte de um projeto maior que deveria ter sido feito de acordo com os estudos do próprio governo estadual.
O que mais o governo Alckmin poderia ter feito?
Como tinham sido informados do problema, a Sabesp e o governo deveriam estar promovendo há anos medidas como: campanhas para o uso racional da água (que ficaram mais fortes apenas recentemente); mudar o sistema de cobrança, para encarecer a água de quem desperdiça e dar descontos para quem economizar e, por fim, reduzir o desperdício no sistema de distribuição (vazamentos etc).
A Sabesp é do governo do Estado?
A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo tem 50.26% das ações da Sabesp. Os outros 49,74% da ações estão nas mãos de acionistas privados.
Por que os acionistas da Sabesp receberam bilhões do Estado? O governo escolhe quanto vai pagar?
Quem escolhe quanto os acionistas vão receber é o conselho gestor da companhia, composto por indicações do governo. O estatuto da empresa prevê um repasse de até 25% do lucro líquido para os acionistas, podendo ser menor a depender da necessidade de aumento nos investimentos. Nos últimos anos, a Sabesp tem repassado valores acima deste percentual aos seus acionistas.  Segundo o Ministério Público, do total de dinheiro enviado aos as acionistas, 73% é obtido com a venda da água retirada do Cantareira. Em 2012 e 2013 o percentual do lucro líquio destinado aos acionistas foi o mesmo: 27%, ou R$ 534 milhões. Em 2011, contudo, o percentual foi bem maior: 43% do lucro líquido obtido com a venda de água para a população --o equivalente a R$ 578 milhões.
O que vai acontecer, a água de São Paulo vai acabar de vez?
A água não vai acabar de uma vez. O que vai acontece é que a estiagem deve perdurar e enquanto os sistemas de captação se recuperam será necessário diminuir o consumo, ou seja, teremos que racionar.
Já existe um racionamento informal de água?
O governo não admite, mas há relatos dezenas de relatos na imprensa e nas redes sociais de moradores e empresários que sofrem com uma falta sistemática de água em um determinado horário ou com uma frequência fixa.
O que é o volume morto? Ele vai pode durar mais quanto tempo?
volume morto, ou reserva técnica, é o volume de água que está abaixo do nível de captação das represas. São as partes mais profundas das represas que formam o Sistema Cantareira. Sem novas chuvas e mantido o atual nível de consumo, deve durar, no máximo, até os primeiros três meses de 2015.
O que é ANA? E o DAEE?
A ANA é a Agência Nacional de Águas, órgão ligado ao governo federal e responsável por “implementar e coordenar a gestão compartilhada e integrada dos recursos hídricos e regular o acesso a água”. O DAEE é o Departamento de Águas e Energia Elétrica do governo do Estado de São Paulo.
A Ana “manda” no governo estadual?
Não. Ela deve fiscalizar a utilização dos recursos hídricos em todo o Brasil. Mas sem poder de ingerência sobre estados ou municípios.
O verão está chegando. As fortes chuvas desta época não vão resolver o problema?
Como foi explorado além do que aguentaria, o Sistema Cantareira pode não conseguir se recuperar totalmente com as chuvas de verão. O que pode comprometer o abastecimento na próxima estação seca.
Carta-Capital 

DILMA VOLTA A SER FAVORITA EM NOVA VIRADA DEPOIS DA SOBERBA DE AÉCIO

 Colunista Ricardo Kotscho ressalta o resultado das últimas pesquisas Datafolha e Vox Populi sobre a disputa eleitora; ele aponta como uma das razões para a queda do presidenciável tucano Aécio Neves “a soberba de presidente eleito” usada nas últimas aparições públicas

 Em análise sobre as novas pesquisas Datafolha e Vox Populi, que apontam a presidente Dilma Rousseff batendo Aécio Neves por 52% a 48% dos votos válidos, invertendo as curvas da semana passada, o colunista Ricardo Kotscho diz que a presidente volta a ser favorita para conquistar a reeleição no próximo domingo.
Ele lembra, porém que, nos levantamentos precedentes, a vitória de Aécio já era dada como certa. “Parece que o próprio tucano acreditou nisso, tanto que passou a se comportar nos debates com a soberba de presidente eleito, o que pode ter sido uma das razões de sua queda, não observada pelos analistas políticos que abundam na nossa imprensa”, diz.
Segundo ele, é recomendável muita humildade e cabeça fria nesta hora porque o clima já está quente demais.

Empresas investigadas por cartel no Metrô bancam 56% da campanha de Alckmin




















  • A maior parte da campanha do governador Geraldo Alckmin foi paga por empresas investigadas por participação em carteis do metrô
Mais da metade da campanha do governador do Estado de São Paulo e candidato à reeleição, Geraldo Alckmin (PSDB), foi bancada por empresas investigadas por fraudes e formação de cartel em licitações do metrô de São Paulo e do Distrito Federal. No total, as quatro empresas suspeitas doaram R$ 8,3 milhões, 56% do total arrecadado (R$ 14,7 milhões). O valor leva em conta as prestações parciais de contas feitas ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Em nota, a assessoria de imprensa de Alckmin informou que sua "campanha aceita apenas doações que estão de acordo com a Constituição. A lei nº 9.504/97 (art. 24) permite que qualquer pessoa física ou jurídica, que esteja de acordo com as normas, participe do processo eleitoral".
Três das empresas doadoras já são rés em processos na Justiça: a construtora Queiroz Galvão, a CR Almeida S/A Engenharia de Obras e a construtora OAS S/A, que doaram respectivamente R$ 4,1 milhões, R$ 1 milhão e R$ 860 mil ao comitê financeiro estadual para governador do PSDB.
Do dinheiro oferecido pela Queiroz Galvão, R$ 2,1 milhões foram pagos por uma subsidiária, a Queiroz Galvão Alimentos S/A.
A Serveng Civilsan S/A Empresas Associadas de Engenharia, que é investigada pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), colaborou com R$ 2 milhões.
Executivos de consórcios integrados pela CR Almeida S/A Engenharia de Obras, pela OAS S/A e pela Queiroz Galvão foram denunciados em 2012 por suspeita de fraude e formação de cartel na licitação para ampliar a linha 5-lilás do Metrô de São Paulo. No total, 14 funcionários de 12 construtoras foram denunciados no caso.
As assessorias da Queiroz Galvão, da CR Almeida e da OAS informaram que todas as doações são feitas de acordo com a legislação vigente.
A licitação foi aberta em outubro de 2008, quando o governador de São Paulo era José Serra (PSDB) -- ele deixou o cargo em 2010 para disputar a Presidência da República. Atualmente o tucano disputa uma vaga no Senado. Em 2013, Serra divulgou nota para afirmar que o governo de São Paulo não teve conhecimento e não deu aval para cartel em licitações do metrô.
A Serveng é investigada pelo Cade por suspeita de fraude em licitações realizadas em 2007 para compra de equipamento ferroviário e manutenção de linhas de metrô no Distrito Federal.
Em nota, a Serveng informou que "não possui contrato com o governo do Estado de São Paulo, por meio do Metrô, que seja objeto de investigação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica)".
Alckmin lidera as pesquisas de intenção de voto no Estado e, segundo o último Datafolha, venceria as eleições no primeiro turno.
Dados Uol.






Vice-presidente do PSDB chama Lula de "canalha" e "imbecil"




FORTALEZA  -  Vice-presidente nacional do PSDB, o ex-governador de São Paulo Alberto Goldman aumentou o tom das críticas contra o PT na reta final da campanha e chamou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de "canalha" e "imbecil". Segundo o dirigente tucano, Lula tem feito uma "campanha do ódio".
Em texto divulgado pela internet, o vice-presidente do PSDB criticou o discurso feito pelo ex-presidente petista no Recife, na terça-feira. Ao lado da presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff, Lula comparou comparou os tucanos aos nazistas, responsáveis pelo Holocausto contra os judeus na 2ª Guerra Mundial, e atacou o presidenciável tucano, Aécio Neves. 
"Este canalha não tem remédio. Não tem outro nome", afirmou Goldman. "Nunca fizemos qualquer ofensa aos nordestinos. O uso despudorado e distorcido de frases do Aécio (no caso do FHC que em nenhum momento mostrou preconceito contra ninguém, muito menos contra os nordestinos), ultrapassa qualquer limite do aceitável, seja em campanha eleitoral ou em qualquer manifestação. Em segundo lugar porque se utiliza do assassinato de 6 milhões de judeus, inclusive todos meus antepassados, com exceção dos que imigraram ao Brasil, para fazer uma campanha de ódio, aterrorizado pela perspectiva da derrota", escreveu o dirigente tucano.
Goldman reforçou que foi "canalhice" Lula perguntar onde Aécio estava quando Dilma, aos 20 anos, arriscava sua vida na luta contra a ditadura militar. "Na época, imbecil, Aécio tinha 10 anos de idade", disse o dirigente tucano.
O PSDB também soltou uma nota, criticando as declarações feitas pelo ex-presidente no Recife.
Valor Economico.


Pai de Aécio Neves recebeu dinheiro da CIA para apoiar golpe de 1964

Hoje, o senador tucano é o principal porta-voz do imperialismo nas eleições presidenciais de outubro.

No dia dos 50 anos do golpe militar, o presidenciável tucano, Aécio Neves, participou de um evento com uma série de empresários em São Paulo. Muitos deles, inclusive, ajudaram a financiar o golpe de 1964. O que muitos não sabem, no entanto, é que a ligação entre a família do atual senador mineiro e os golpistas é antiga.
Além de ser neto de Tancredo Neves, por parte de mãe, o tucano também descende de outra oligarquia política mineira por parte de pai. Tristão Ferreira da Cunha, seu avô, foi deputado pelo PR de 1946 até 1963 e apoiou o golpe de 1964. Seu pai, Aécio Ferreira da Cunha, por sua vez, também apoiou o regime militar sendo deputado pela ARENA, PDS e PFL em um período que vai de 1962 a 1986.
Após o golpe seu avô assumiu a presidência do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).
Antes do golpe, o pai de Aécio Neves se beneficiou do dinheiro daqueles que, anos mais tarde, assumiriam o poder. Nas eleições de 1962, ele foi financiado por empresas norte-americanas. O financiamento ocorreu por meio do IBAD, uma OnG ligada a CIA (Agência de Espionagem dos EUA).
Aécio Cunha aparece em uma lista de 111 deputados que tiveram suas campanhas financiadas pelo órgão de inteligência do imperialismo. O caso deu origem a uma CPI na época. Além de Cunha, estavam na lista direitistas como Plínio Salgado, Padre Godinho e Amaral Neto.
Atualmente Aécio Neves promove uma campanha que, com a faixada de “combate a corrupção”, quer instalar uma CPI da Petrobras e, assim, aumentara a participação estrangeira na exploração do petróleo nacional. Neste caso, a história se repete e a família volta a ser porta-voz dos interesses imperialistas no País.

Datafolha: Maioria acredita que Dilma é candidata dos pobres e Aécio, dos ricos

Pesquisa mostrou que 57% dos entrevistados afirmam que, dos dois candidatos, Dilma Rousseff (PT) é quem defenderá os mais pobres. Quando perguntados sobre quem defenderá os interesses da parcela mais rica da população, 56% citaram Aécio Neves (PSDB)


De acordo com a pesquisa Datafolha divulgada na segunda-feira (20), 57% dos entrevistados dizem que a presidenta e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) é quem defenderá os mais pobres, contra 26% que apontaram o tucano Aécio Neves. Cerca de 3% afirmam que os dois defenderão os mais pobres e 8% disseram que nenhum dos dois. Os indecisos somam 6%.
Quando a pergunta é sobre qual dos dois defenderá os mais ricos, 56% acreditam que será o candidato Aécio Neves, contra 17% que citaram a petista. Outros 7% disseram que os dois defenderão os mais ricos e 7% que nenhum dos dois. Os indecisos chegam a 12%.
Quanto às intenções de voto, o Datafolha mostrou que Dilma Rousseff tem 52% dos votos válidos e Aécio Neves possui 48%.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. O Datafolha ouviu 4.389 eleitores no dia 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01140/2014.

Rodovia construída Por Aécio em Minas aos arredores da Fazenda dos Marinhos

Em 2001, quando era governador de Minas Gerais, Itamar Franco recebeu a sugestão de asfaltar uma antiga estrada no interior do estado, que liga os municípios de Botelhos, na região de Poços de Caldas, a Alfenas. A obra foi à licitação, mas, depois de concluído o processo, Itamar optou por não fazer a pavimentação, pois, segundo disse ao então prefeito de Poços de Caldas, entendia que não era prioridade para Minas.
Seu sucessor, Aécio Neves, retomou o processo e fez a obra. No percurso entre as duas cidades, existem muitas propriedades rurais, mas nenhuma dela é maior do que uma fazenda que produz café de qualidade e tem uma grande criação de porcos, de onde saem todas as semanas caminhões carregados de carne suína em direção ao frigorífico de Poços de Caldas.
A propriedade se chama Sertãozinho, mas seu proprietário não gosta de publicidade. Em 2012, a revista Globo Rural publicou o resultado do 13º Concurso de Qualidade Cafés do Brasil — “Cup of Excellence Early Havest” –, realizado em Jacarezinho, no Paraná. A notícia destaca os três primeiros colocados, mas dá o nome da fazenda e do proprietário só dos dois primeiros. O terceiro tem apenas o nome da fazenda.
A propriedade foi comprada por Roberto Marinho há cerca de 15 anos e hoje quem manda ali é seu filho mais velho, Roberto Irineu Marinho.
A estrada é antiga. “Eu tenho 56 anos e sempre usei essa estrada para ir a Divisa Nova [município entre Botelhos e Alfenas]”, diz José Carlos Rocha, corretor em Botelhos. Era de terra, mas bem conservada pelas prefeituras de Divisa Nova e Botelhos. Depois que recebeu o asfalto, os moradores notaram mudança no traçado.
A estrada segue como antigamente até a entrada da Fazenda Sertãozinho, onde ela faz um desvio à esquerda e vai num percurso sinuoso por três quilômetros até um campo de futebol, onde tem outra porteira e termina a propriedade da família Marinho.
“Todas as outras propriedades são cortadas pela estrada municipal, menos a Sertãozinho”, conta Paulo Thadeu, ex-prefeito de Poços de Caldas e médico veterinário que trabalhou na fazenda, quando era de Homero Souza e Silva, sócio de Walter Moreira Salles no antigo Unibanco.
Homero vendeu a propriedade depois que bateu o carro entre Poços de Caldas e Botelhos. Dirigia o próprio carro e estava na companhia da esposa, que morreu. Desgostoso, colocou a propriedade à venda, comprada por Roberto Marinho.
“O Roberto Marinho ia sempre à fazenda, gostava muito dali. Eu mesmo vi ele algumas vezes na festa de São Pedro”, diz uma mulher que trabalhou na propriedade e guarda o registro em carteira. A tradição se mantém. Todos os anos a Sertãozinho realiza a festa junina.
Funcionários contam que Roberto Marinho tinha especial predileção por um cinematográfico jequitibá rosa conservado no coração da lavoura. De longe é possível ver a árvore, no meio de um recorte do cafezal em formato de diamante.
Eu fui até a fazenda, e usei a antiga estrada, que tem, hoje, uma porteira, mas que permanece aberta (não poderia ser diferente, já que se trata de estrada pública).
Logo na entrada, uma placa de fundo verde, com o desenho estilizado do jequitibá rosa e a frase: “Fazenda Sertãozinho – Sejam bem-vindos”. Entrei e fui até a casa do administrador, uma construção com varanda e garagem onde estavam três veículos, um modelo compacto, uma moto e uma camionete, todas com adesivos “Aécio Presidente”. Quem me atendeu foi seu sogro, que estava na varanda. Pedi para falar com o administrador. Primeiro veio o filho pré-adolescente, depois um homem parrudo, de camisa azul e bermuda.
Quando disse que era jornalista e estava fazendo uma reportagem sobre o desvio da estrada, o administrador se enfureceu: “Foi o PT que mandou você aqui?” Expliquei que o desvio de uma estrada, em benefício de particulares, é assunto de interesse público.
fonte- Diário de centro do Mundo

Aécio é ' puro ' fracasso em São Paulo,



De navegante baiana:


Por que foi um fracasso?

- porque foi no Largo da Batata e não do potato

- porque não foi do caviar

- porque o FHC foi

- porque fica perto da cratera do metrô do Cerra

- porque o Largo da Batata tem muito nordestino

- sem água para tomar banho, Madame não saiu de casa

- porque não foi o João Dória quem organizou


Aécio,desesperado, parte para a agressão. E tucanos de SP repetem o “vai tomar no…”

22 de outubro de 2014 | 22:48 Autor: Fernando Brito
caxias
Assisti, impressionado, o programa de televisão de Aécio na televisão, agora à noite.
Apelação e terrorismo puros.
Classifica tudo o que se diz dele, independentemente de existirem fatos, documentos, provas, ata “mentiras” e “ataques ao meu nome honrado”.
Foram longos cinco minutos de fala, onde ele se desenha como vítima – curioso, tendo o mesmo tempo de televisão e toda a imprensa do seu lado – e, ao final, chama, figurativamente (ainda bem) sua adversária para a briga.
Entendo que sejam os sinais de desespero, com o nítido isolamento em que sua candidatura entrou, murchando a olhos vistos.
Os atos convocados pelo alto comando tucano para hoje foram pífios: reuniram mil pessoas, segundo estimativa da PM e gritavam, alucinados “ei, Dilma, vai tomar no c…”. Os jornais, em geral, abafaram isso, pelo desastre eleitoral que é… Mas o video  está lá, no UOL.
Nos outros estados, fracasso igual. Mesmo no comício em Belo Horizonte, sua grande batalha, não conseguiu passar de 10 mil pessoas, também na estimativa da polícia mineira.
O comando tucano está tonto com a queda de Aécio em São Paulo, que vai apagando a esperança de fazerem uma vantagem gigante no Estado e com o crescimento de Dilma no Rio de Janeiro, extremamente forte. Não posso falar de Minas, pois não tenho informações, mas não acredito que a coisa esteja bem para ele, por lá.
Ele está completamente atônito, tanto que aceitou fazer, hoje, o que nenhum candidato minimamente lúcido faz, se espera vencer: posar de vítima.
Mas Aécio faz pior: é a vítima raivosa, de olhos injetados e feições duras, parecendo pronto para saltar ao pescoço.
Não dá para falar, por isso e infelizmente, no sucesso dos atos de Dilma em Uberaba, Duque de Caxias (RJ) e na multidão que, mesmo sem ela, lotou a Cinelândia, no Centro do Rio.
Aliás, em Caxias, ela carregava uma faixa que parece bem adequada: “diga não à violência contra as mulheres”.
É mais importante que isso advertir que, do jeito que a coisa está, é preciso precaução com o debate da Globo.
Aécio não irá para lá em seu equilíbrio normal.
Vai para o confronto, batendo na monocórdia tecla de que criticá-lo é agressão e ofensa à sua honra e à dos mineiros.
E ditadura.
Porque democracia, ficou provado, para Aécio é não ser questionado e falar sozinho.
Algo me diz que ele termina esta eleição assim, falando sozinho.
E deixando um rastro de ódio e de selvageria numa parte da sociedade.
PS. Mais tarde, em São Paulo, houve um comício com FHC e Aécio. O tom foi o mesmo. 

Com Ronaldo e FHC, ato pró-Aécio tem "viva a PM" e "Dilma terrorista"


A quatro dias do segundo turno das eleições 2014, simpatizantes do candidato à Presidência Aécio Neves (PSDB) realizaram uma passeata na avenida Brigadeiro Faria Lima, zona oeste de São Paulo, na noite desta quarta-feira (22).
De cima do carro de som, o deputado federal Paulinho da Força (SD), que apoiou candidatos petistas em eleições anteriores, puxava os gritos de "fora, PT". Ao lado dele estavam o ex-jogador Ronaldo, a cantora Wanessa Camargo, o humorista Juca Chaves e o vereador Floriano Pesaro (PSDB), única liderança tucana em cima do carro de som ao longo do percurso. 
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso apareceu durante a concentração, no largo da Batata, mas não continuou no ato.
Segundo estimativa da Polícia Militar, cerca de 1.000 pessoas participaram do ato, que começou por volta das 18h. Alguns policiais que acompanharam o evento na rua falaram em 5.000 participantes.
Já Milton Flávio, presidente do PSDB paulistano, disse acreditar que cerca de 20 mil militantes estiveram no evento, que, segundo ele, não foi organizado pelo partido. "Um ato convocado pela sociedade civil, que não tem ligação com nenhum partido, mas que reuniu todos aqueles que clamam por uma mudança e pedem que o Brasil volte a ser o que era."

Marcha anticomunista

O repertório de xingamentos a Dilma Rousseff (PT), ao PT e a símbolos da esquerda foi vasto. "Dilma terrorista!" / "Ei, ebola, leva a Dilma embora" / "Ai que maravilha, a Dilma vai pra Cuba e o Aécio pra Brasília". Sobrou também para o compositor Chico Buarque, apoiador da candidata petista. "Chico Buarque, vai cantar Geni na m*".
A preocupação com o comunismo permeou todo o ato: "A nossa bandeira jamais será vermelha", gritavam os mais exaltados. Um cartaz com os dizeres "Viva a liberdade! Fora o comunismo!" foi afixado na frente do carro de som que levava as celebridades.
Os simpatizantes do tucano também fizeram uma versão de "Pra não dizer que não falei de flores", de Geraldo Vandré, hino da resistência à ditadura militar. "Dilma vai embora que o Brasil não quer você / aproveita e leva embora os vagabundos do PT."

Versão tucana de junho

O ato foi convocado pelas redes sociais, em especial pelo WhatsApp, como uma tentativa tucana de reeditar os dos protestos de junho de 2013. Tanto é que o local escolhido, a avenida Faria Lima, foi um dos cenários mais recorrentes das numerosas manifestações do ano passado. Um cinegrafista da campanha do PSDB pedia para os presentes cantarem o "vem pra rua", mas a resposta era sempre "fora, PT".
O clima lembrava um happy hour. Muitos vestiam roupa social e bebiam cerveja em garrafas long neck. Em cima do carro de som, um mestre cerimônia, um dos poucos negros no ato, tentou puxar o jingle de Aécio, inspirado na música "Festa", de Ivete Sangalo. "Agora é Aécio, pra mudar, o povo do gueto mandou avisar". Sem empolgar o público, ele lamentou. "Vocês não gostaram dessa? Ninguém me acompanhou."
Um dos presentes era Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), filho do deputado federal Jair Bolsonaro. Recém-eleito deputado federal por São Paulo, Eduardo Bolsonaro deixou a sede da Polícia Federal na capital paulista, onde trabalha, para participar do evento.
Solitário, Eduardo não conseguia encontrar os amigos que lhe convidaram para o protesto, chamado por ele de demonstração "contra o pessoal que tá com o PT".
No último domingo (19), Jair Bolsonaro participou de um ato de Aécio em Copacabana, na zona sul do Rio, mas não foi convidado para subir no carro, nem tirar fotos com o presidenciável, o que incomodou o deputado.
Segundo o filho, a família Bolsonaro irá apoiar Aécio de qualquer maneira. "É complicado. Ele [Aécio] aceita o apoio daquele maconheiro Eduardo Jorge [candidato à Presidência pelo PV] e rejeita o nosso, que somos representantes de três milhões de militares. Mas o Aécio querendo ou não nós e nossos eleitores vamos votar nele."
O ponto alto da manifestação foi o hino nacional, puxado por Wanessa Camargo e cantado pela multidão em frente ao Shopping Iguatemi, um dos mais luxuosos da cidade

Mesquita, dono do Estadão, manda Venezuela se foder em ato pró-Aécio

O senhor de média idade que segura o cartaz agressivo e odioso contra um país e um povo vizinho se chama Fernão Lara Mesquista, um dos filhos de Ruy Mesquista e sócios do grupo O Estado de S. Paulo.
A foto foi feita pelo Tutinha, dono da Jovem Pan, que a publicou no seu Instagram. E foi produzida hoje, no ato pró-Aécio, realizado no Largo da Batata, em São Paulo.
A atitude desse Mesquita não demonstra apenas o nível atual da mídia tradicional brasileira. Ela é mais reveladora. Mostra a que ponto o discurso de ódio e o vale tudo chegaram nessas eleições.
Também demonstra a que ponto o dono de um grande jornal e de uma grande rádio chegaram. Se um é capaz de ser o modelo de uma foto dessas e o outro que a realizou é capaz de divulgá-la no seu perfil de uma rede social, o que eles não são capazes de fazer com seus veículos  para eleger o candidato que defendem.
Não vejo problema algum em um dono de veículo de comunicação assumir publicamente posicionamento a favor de um ou outro candidato. Mas não é isso que Fernão Lara Mesquista está fazendo. Ele está abrindo a porta para uma atitude anti-democrática e com viés golpista.
Se alguém achava que havia fundo do poço para essa gente, a foto acima é a demonstração de que nem a lama da cantareira é o limite.
Espero que a Venezuela reaja a este insulto. E que Dilma e o PT levem guardem essa imagem com carinho. Ela é a prova inconteste de que a regulamentação da mídia brasileira é fundamental para a garantia da nossa democracia.


quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Dilma pede a cidadãos para manter o Brasil no caminho correto


Na reta final do segundo turno das eleições, a presidenta brasileira, Dilma Rousseff, pediu aos cidadãos manter o país no caminho correto e evitar um retrocesso.
"Não podemos deixar que volte esse tipo de política que olha o país de forma irresponsável. Desde hoje até o dia 26 (dia das eleições) vamos virar o voto e vamos ganhar estas eleições nas urnas", destacou Rousseff em um ato massivo realizado no Teatro da Universidade Católica desta cidade.

Perante milhares de pessoas, representantes de movimentos sociais, populares e políticos, alertou que o projeto de governo de seu adversário da Social Democracia (PSDB), Aécio Neves, pretende que o Brasil seja submisso aos interesses das grandes potências mundiais. O PSDB continua com sua velha política, deseja o retorno da Área de Livre Comércio das Américas (ALCA), e está contra o grupo de países emergentes do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, Chinesa e África do Sul), bem como menospreza o Mercado Comum do Sul (Mercosul), advertiu.

A mandatária denunciou que a proposta de seu opositor inclui uma redução máxima da inflação e um aumento de impostos, o que põe em risco a geração de empregos dos últimos anos.

Depois de lembrar que durante a administração social-democrata em 2002 a cifra de desempregados chegava a 11,5 milhões, Rousseff reafirmou a necessidade de não deixar que a velha política volte a tomar as rédeas do Brasil.

Como exemplo, mencionou a falta de planejamento do governo deste estado de São Paulo, administrado pelo PSDB, que provocou a atual crise de água devido à queda ao mínimo das reservas hídricas, pela falta de chuvas.

"A água é uma responsabilidade dos estados e municípios", explicou ao lembrar que no governo tucano (como denominam aqui também o PSDB) de Fernando Henrique Cardoso (1995-2003) houve cortes da energia elétrica e blecautes por falta também de planejamento.

Acompanhada pelo ex-presidente Luiz Inacio Lula da Silva, liderou o ato do qual participaram líderes de grupos sociais, populares, políticos, deputados federais, bem como escritores e artistas.

Face às eleições do próximo domingo, Rousseff reúne 52% da intenção dos votos válidos, enquanto seu adversário Neves concentra 48% de apoio, segundo últimas pesquisas.

rc/lgo/cc
Modificado el ( martes, 21 de octubre de 2014 )

Lula: Quando os tucanos governaram o Nordeste era tratado a pão e água

Em entrevista a Rádio Jornal, no programa de Geraldo Freire, de Recife (Pernambuco), nesta segunda-feira (20), o ex-presidente Lula enfatizou que os tucanos nunca olharam para o Norte e Nordeste do Brasil.


Ricardo Stuckert/Instituto Lula
"Queremos apenas que o Nordeste recupere tudo que perdeu no século XX”, enfatizou Lula"Queremos apenas que o Nordeste recupere tudo que perdeu no século XX”, enfatizou Lula
“Houve um tempo em que essa gente governou o Brasil e o Nordeste era tratado a pão e água. Tudo era pensado para a região mais desenvolvida do país e pouquíssimo para as regiões menos desenvolvidas”, pontuou Lula.

O ex-presidente lembrou que durante seu governo, quando reunia esforços para levar a Fiat e outras empresas para a região, “Aécio chegou a propor medida provisória” no Congresso para impedir a ida da empresa. “Esse tipo de gente que nunca contribuiu para o desenvolvimento do Norte e Nordeste sempre achou que essas regiões deveriam aparecer na imprensa como campeãs da seca, campeãs do analfabetismo, do desemprego. Nós resolvemos mudar isso”, afirmou.

Lula destacou que, assim como ele, a presidenta Dilma Rousseff, candidata à reeleição, tem compromisso com o desenvolvimento regional. “Não queremos tirar nada de nenhum estado brasileiro, mas queremos apenas que o Nordeste recupere tudo que perdeu no século XX”, ressaltou. E completa: “É por isso que eu tenho a certeza que a companheira Dilma jamais vai negar algum recurso para as regiões Nordeste e Norte desse País”.

O ex-presidente frisou que a importância das conquistas dos últimos 12 anos e como tem mudado a vida do povo nordestino. “A coisa que mais me dá orgulho é levar universidades no Nordeste. Pra gente colocar os nordestinos nas páginas dos jornais como sinônimo de desenvolvimento. O povo nordestino não deve nada para mim, nem para a Dilma. Nós é que devemos a eles”.

Governamos para o povo

Na entrevista, Lula foi questionado sobre como ficará a relação com governador eleito Paulo Câmara (PSB), caso a presidenta vença o segundo turno. Isso por conta do apoio de Câmara ao Aécio neste segundo turno. “Nós demos uma demonstração de uma forma republicana de governar. Se o governador tem uma boa relação, melhor, mas se não tem a gente não rejeita. A gente governa é para o povo não para os governos”, disse ele resgatando como Miguel Arraes era tratado por Fernando Henrique no governo federal e como foi o governo da Jarbas Vasconcelos durante o seu governo.

Dilma faz aeroporto para o povo. Aécio para o tio

Sobre as promessas do candidato tucano Aécio Neves (PSDB), Lula destacou: “Acabei de ouvir falar de uma tal de ‘farmácia do trabalhador’. É engraçado que depois de 12 anos governando Minas não exista nenhuma lá. Nem a Farmácia Popular ou o Aqui Tem Farmácia, programas do governo federal, não foram estimuladas por ele”.

Lula argumentou que enquanto Aécio promete o que ele não fez em Minas Gerais, quando governou, Dilma mostra o que já fez e propõe avançar. “Dilma tem que propor coisas para o futuro a partir do que ela fez hoje, ontem, antes de ontem. E o Nordeste é testemunha”, enfatizou Lula, citando as reformas nos aeroportos de todo o Brasil. “O aeroporto de Recife foi remodelado para o povo. O aeroporto de Brasília foi mudado para o povo. O de São Paulo para readequando para o povo. Do Rio de Janeiro a mesma coisa. O único que Aécio fez foi para o tio”.

A reeleição também foi abordada na entrevista. “Eu era contra, mas descobri que um mandato de quatro anos não permite que o presidente faça nenhuma obra reestruturante. E uma reeleição permite que comece uma obra e termine... Tenho consciência de que meu segundo mandato foi muito melhor do que o primeiro”, destacou ele, lembrando que foram os tucanos que aprovaram a reeleição.

Lula finalizou a entrevista dizendo: “O problema dos tucanos é que eles têm voo curto e não conseguem sair do Centro-Sul e Sudeste. Não sabem governar para o Nordeste. Não tem voo. Só tem pico. São predadores”.

Fonte: Rádio Jornal de Pernambuco

Com o PSDB só perdíamos para a Índia em desemprego, afirma Dilma

chiro Guerra
Os ícones do hip-hop Dexter e Thaíde com Dilma e Lula durante ato na PUC nesta segunda-feira (20).Os ícones do hip-hop Dexter e Thaíde com Dilma e Lula durante ato na PUC nesta segunda-feira (20).

Com o PSDB só perdíamos para a Índia em desemprego, afirma Dilma

No boletim da Rádio Vermelho desta terça-feira (21) confira as declarações da presidenta Dilma Rousseff comparando o atual governo com o do tucano FHC. O programa também destaca artigo da Bloomberg diz que cartéis do petróleo querem Aécio, governo FHC engavetou e arquivou 459 investigações, e Aldo Rebelo discute medidas de combate à violência de torcedores.


Mar vermelho de 30 mil pessoas toma as ruas de Petrolina com Dilma

Em ato de campanha que reuniu mais de 30 mil pessoas em Petrolina, Pernambuco, nesta terça-feira (21), a presidenta Dilma Rousseff, candidata à reeleição, destacou que, diferente dos tucanos, os governos de Lula e Dilma mudaram a realidade do seminário e enfrentaram a seca.


Ichiro Guerra
“Nós fomos capazes de enfrentar a seca e conviver com a seca", lembrou Dilma.“Nós fomos capazes de enfrentar a seca e conviver com a seca", lembrou Dilma.
“Nós fomos capazes de enfrentar a seca e conviver com a seca. Nós sabemos que a seca vem e temos que estar preparados para ela. O estado mais rico do Brasil, o estado de São Paulo, não se preparou para a seca. O Nordeste se preparou e diante da maior seca, nós temos condições de viver aqui e não ficar catando pingo de água por aí. As milhões de cisternas são uma benção que construímos”, pontuou a candidata.

Durante o ato, Dilma leu um bilhete que recebeu de uma eleitora agradecendo a oportunidade da filha estudar na Austrália por meio do programa Ciência Sem Fronteiras, que prevê bolsas de estudo no exterior. “Eu li esse bilhete porque o Ciência Sem Fronteiras hoje beneficia todos os brasileiros, beneficia uma pessoa do Semiárido e várias pessoas”, destacou Dilma.

Sobre o Semiárido, Dilma destacou: “Está é uma das mais importantes regiões desse país, apesar do que acham os tucanos. Eles dizem que os votos que tivemos aqui foram de pessoas ignorantes. Nós somos ignorantes porque ignoramos os tucanos. Nós não reconhecemos os tucanos como alguém que fez uma política em favor de nenhum estado brasileiro, muito menos do Nordeste”, pontuou a presidenta.

Ainda nesta terça (20), Dilma e o ex-presidente Lula estarão em Goiânia para uma caminhada e, logo depois, Recife.



Da Redação do Portal Vermelho
Com informações do Muda Mais