domingo, 17 de agosto de 2014

O Canal da Nicarágua e Suas perspectivas Comerciais


O Canal da Nicarágua vai ser três vezes maior do que o Panamá e dar nova vida à economia das regiões que atravessa. Seus inúmeros projetos adicionais poderia transformar a Nicarágua em um centro comercial para toda a região.

É aqui onde o Rivas como logística mega projeto será criado. A poucos quilômetros da costa de maior e mais moderno aeroporto do lago Nicarágua na América Central, para ser o líder na categoria poder receber grandes aviões de carga e de passageiros, tais como Airbus 380 ou Boeing 777 será construído.

A capacidade aproximada do novo aeroporto seria um milhão de pessoas e 22 mil toneladas de carga. A vantagem para o país como um centro de trânsito.
A porta de Brito é agora nada mais do que uma pequena vila de pescadores, mas graças ao grande projeto do canal vai aumentar a área com um dos maiores portos de águas profundas em todo o mundo. Essa área da costa do Pacífico é uma jóia da coroa das rotas do grande canal, uma vez que em tal zona de livre comércio e muitos resorts também serão desenvolvidas.

Uma das principais vantagens desta infra-estrutura, em comparação com o Panamá, será a sua chance de conhecer navios de maior porte. Na verdade, no futuro, a geração de grandes navios de carga simplesmente não pode passar através do canal do panamá . Trânsito através da Nicarágua vai ser a única alternativa para o frete global e monopolizar grande parte do comércio mundial transportado por via marítima.

"Se compararmos esse navio que ia de costa a costa nos EUA pelo Panamá, e se o fez na Nicarágua, no mesmo navio, basta percorrer mais de 900 km a Nicarágua poderia salvar. Isso tem impacto econômico a empresa e também para os usuários dos produtos que são percorridos por lá. Se você navegar pelo menos vai consumir menos combustível e poluir menos. Embora o projeto requer muito investimento e esforço, é uma excelente oportunidade para fazer Nicarágua um país economicamente próspero e de baixo da pobreza ", diz Telêmaco Talavera, engenheiro e membro do Comitê de Desenvolvimento Nicarágua Canal


domingo, 3 de agosto de 2014

Falando de Gaza, por Eric Hobsbawm

O historiador marxista Eric Hobsbawm publicou este artigo sobre o conflito entre Israel ea Faixa de Gaza em 2009.
A 5 anos após a sua publicação e, dois anos depois da morte de seu autor, as palavras do judeu britânico são mais relevantes do que nunca com a nova ofensiva israelense que deixou 800 mortos e 5.000 feridos e minério.

"Durante três semanas barbárie foi mostrado para um público universal, o que tem sido observado, julgado e, com poucas exceções, rejeitou o uso do terror militar por Israel contra um habitantes milhão e meio bloqueadas desde 2006 na Faixa de Gaza. Nunca antes justificativas oficiais para a invasão foram tão claramente refutada como agora, com a combinação de câmeras e aritmética; nem a linguagem dos "alvos militares" com imagens sangrentas de crianças e escolas em chamas. Treze mortos em um dos lados, 1360 outro: não é difícil estabelecer onde a vítima é. Não há muito mais a dizer sobre a operação terrível Israel em Gaza.

Exceto para aqueles de nós que são judeus. Em uma história longa e incerta como um povo em diáspora, a nossa reação natural para eventos públicos, inevitavelmente incluída a pergunta: "É bom ou ruim para os judeus?" Neste caso, a resposta é inequívoca: "Ruim para os judeus ".

É evidente que é ruim para os cinco anos e meio judeus milhões vivendo em Israel e nos territórios ocupados desde 1967, cuja segurança está ameaçada por ações militares israelenses que os governos tomem em Gaza e no Líbano, ações que demonstram a sua incapacidade de atingir o seu objectivos definidos e que perpetuar e intensificar o isolamento de Israel em um hostil Oriente Médio. Desde o genocídio ou expulsão em massa de palestinos do que resta de sua terra natal foi nenhum outro programa prático que a destruição do Estado de Israel, apenas uma convivência negociada e igual entre os dois grupos pode proporcionar um futuro estável. Cada nova aventura militar, como Gaza e no Líbano, vai tornar mais difícil a solução e fortalecer a direita israelense e os colonos da Cisjordânia, que lideram a oposição a uma solução negociada.

Enquanto a guerra no Líbano em 2006, Gaza escureceu as perspectivas de Israel. Ele também escureceu as perspectivas dos nove milhões de judeus que vivem na diáspora. Deixe ele andar comigo sem rodeios: a crítica de Israel não significa anti-semitismo, mas as ações do governo israelense causa constrangimento entre os judeus e, acima de tudo, dar lugar à acutal semitismo. Desde 1945, os judeus dentro e fora de Israel, beneficiaram muito com a má consciência do mundo ocidental, que se recusou a imigração judaica na década de 1930, alguns anos antes de serem permitidas ou não oposição genocídio. Como muito do que má consciência, que praticamente eliminou o anti-semitismo no Ocidente por 60 anos e produziu uma idade de ouro para a sua diáspora, é hoje a esquerda?

A ação de Israel na Faixa de Gaza não é uma cidade que é uma vítima da história, não é mesmo o "valente" Israel mitologia 1948-1967, com David derrotando todos os Golias do seu ambiente. Israel está a perder a boa vontade tão rápido quanto os EUA George W. Bush, e por razões semelhantes: a cegueira nacionalista e megalomania do poderio militar. O que é bom para Israel e para o que é bom para os judeus como um povo são coisas que estão obviamente relacionados, mas até que haja uma resposta para a questão da Palestina não são e não podem ser idênticas. É essencial para os judeus a dizer. "

Eric Hobsbwan

Estados Unidos Perderam!


O Brasil e os Estados Unidos – cada um por suas  razões – acabam de retirar seu pessoal diplomático de Trípoli, na esteira da desastrada intervenção dos EUA e da OTAN na Líbia, que teve como consequência a entrega de uma das mais desenvolvidas nações do continente africano a uma matilha de quadrilhas radicais islâmicas, após a derrubada e o assassinato de Muamar Kadafi, em 2011.
Brasília está fechando sua embaixada para proteger seus funcionários. Os EUA, porque, assim como ocorreu no Iraque, foram taticamente derrotados e falharam em colocar no poder governos fantoches, apesar de terem destroçado política e socialmente esses países, deixando, como está acontecendo na Síria, como rastro de sua interferência, direta ou indireta, centenas de milhares de mortos e milhões de refugiados.       
Único país do mundo a possuir, sem necessidade de lastro, uma impressora de dinheiro em casa, e a contar com gigantesca máquina de inteligência, espionagem e propaganda, os EUA teriam tudo para, se quisessem, como diria o teórico da auto-ajuda Dale Carnegie, “ganhar amigos e influenciar as pessoas”, incentivando a paz e o desenvolvimento nos países mais pobres, por meio de “soft power”.
Cinco principais razões, no entanto, impedem a república norte-americana de fazer isso:
Em primeiro lugar, o grande business do medo, tocado, protegido, irrigado como frondosa e delicada árvore, todos os dias, por milhares de pseudo-intelectuais, “filósofos”, acadêmicos, “pesquisadores” e jornalistas, que vivem de provocar, induzir e realimentar as indústrias do anti-comunismo, do anti-islamismo, do “anti-chinesismo”, do anti-russismo, do anti-castrismo, do anti-bolivarianismo, etc.
Em segundo lugar, o complexo imperial da direita fundamentalista norte-americana, que acredita, piamente, ter herdado, dos pais fundadores, exclusivo e expresso mandato recebido – como as Tábuas da Lei -  diretamente das mãos de Deus, para conduzir o mundo e o destino da Humanidade.
Em terceiro lugar, a política interna, na qual democratas e republicanos, e concorrentes a indicações e a candidaturas, às vezes até do  mesmo partido, se acusam mutuamente de desdenhar a segurança, o que coloca a questão da defesa sempre em primeiro plano no embate político, partidário e eleitoral.
Em quarto lugar, os interesses de um imenso complexo industrial-militar que movimenta milhões de pessoas e centenas de bilhões de dólares na pesquisa, desenvolvimento e fabricação de novas armas, que precisam ter sua existência justificada e ser usadas de alguma forma.
E, finalmente, em quinto lugar, uma política externa e uma diplomacia que não conseguem sobreviver sem a desconfiança e a arrogância. Em seu trato com o resto do mundo, principalmente as nações menos favorecidas, os Estados Unidos poderiam usar a cenoura, mas preferem, como qualquer valentão de bairro, brandir o porrete, porque isso lhes dá  prazer e a ilusão de força.
Com base em mentiras, como a existência de armas de destruição em massa, os EUA mataram Saddam Hussein e derrubaram Muammar Kadafi, armando um bando de psicopatas que linchou, no meio da rua, a socos e pontapés, o líder líbio, transformando seu rosto em uma espécie de hambúrguer.
Era Kadafi um tirano? Quando convinha, a Europa e os EUA não se aliaram e fizeram negócios com ele, assim como com outros ditadores que são ou foram apoiados pelo “ocidente”, em estados como a Arábia Saudita ou os Emirados Árabes, ou em países como o Chile de Pinochet e a Indonésia de Suharto ?
Sob a liderança de Saddam Hussein, o Iraque chegou a ser um dos países mais prósperos do Oriente Médio, com uma infraestrutura invejável, boa parte dela construída por brasileiros nos anos 1970 e 1980; e a Líbia, sob Muamar Kadafi, tinha o maior IDH africano.
Hoje, depois de guerras fomentadas e promovidas pelo “ocidente”, os dois países estão entregues a rebeldes islâmicos radicais, perto dos quais Kadafi e Saddam Hussein pareceriam anjos. E os Estados Unidos, depois de um custo financeiro e humano incalculável, estão saindo de Trípoli e de Bagdá  escorraçados, como saíram do Vietnam e da Somália.
Em “Von Kriege”, Clausewitz escreveu que “a guerra é a continuação da política por outros meios…” querendo afirmar a primazia da razão política sobre a força das armas. Para os Estados Unidos, a política é a continuação da guerra.
De uma guerra permanente que os opõe – como podemos ver pela espionagem contra seus próprios aliados, entre eles a Alemanha – ao resto do mundo.
Não por acaso, as únicas vezes em que os EUA foram efetivamente bem sucedidos, do ponto de vista bélico, foi quando lutaram claramente não em defesa de suas empresas e de sua elite, mas pela liberdade, no conflito contra a Inglaterra pela independência de seu território, e na Primeira e na Segunda guerras mundiais.
A Guerra Fria não passou de uma estratégia contínua e paranoide de isolar e enfraquecer a União Soviética, que saíra da Segunda Guerra Mundial e da Batalha de Berlim como uma nação vitoriosa, sem a qual o nazismo não teria sido derrotado.  
Hoje, embora não o admita, a direita norte-americana está extremamente preocupada com o avanço do BRICS e mais especialmente da China.
Nos próximos anos, se os EUA não mudarem, esse avanço será cada vez mais eficaz e inexorável.
Não pelo fato de que Pequim esteja se armando militarmente, assim como os outros BRICS. Mas porque, na maioria dos lugares em que chegam, países como o Brasil e a China o fazem por meio de obras, comércio, investimentos, portos, estradas, pontes, ferrovias. E os Estados Unidos, a OTAN, e seus aliados, por meio de mentiras, intrigas e discórdia, bombardeios, drones e porta-aviões.Fonte : PHA 

A Terceira Guerra Mundial ?


  1. O massacre do Povo Palestino pelos os Israelenses, entra em processo de Internacionalização o que desperta cada vez mais o "Ódio" combustível primordial para um Conflito generalizado no mundo cada vez mais Bipolarizado."

    Como Professor de Ciências Humanas e analisador da crise que envolve Palestina e israel, crise esta que tem origens mesmo antes de Cristo, vejo com Muita Preocupação as dimensões que este Massacre poda ganhar caso as Organizações das Unidas (ONU), não der uma resposta a altura do conflito e chamar a responsabilidade para as mesas das negociações e fazer valer o desejo dos 192 países que ali assinaram acordos de respeito Mútuos.

    Israel é sistêmico quanto a expansão territorial, basta olharmos seu tamanho em km² quando da criação deste Estado em mediada pela própria 1947, para os dias de hoje aumentado inúmeras vezes mais.

    Outro ponto crucial de interesse econômicos de Israel é a questão Bélica-Tecnológica. Precisam demonstrar para o mundo, quando o assunto é armamento de guerra de ultima geração, são o referencial incomparável.
    Por isso usam e abusam dos Palestino como campo de treinamento para seu domínio Politico e Econômico da região. 
  2. A esta altura dos conflito, arrastar Russia, China, Brasil  e Irã para o epicentro e gerar uma terceira guerra é tudo que os nortes Americanos desejam.

    Sabemos que os Estados Unidos Se fizeram primeira ecomimia do mundo,
    antes, durante e depois da Primeira e a segunda Guerra Mundial.
    Portanto quem duvidaria se a terceira não seria uma aposta e recuperação definitiva de sua economia ameaçado pela China e outros países Emergentes?

terça-feira, 29 de julho de 2014

Quem Israel deseja arrastar para Guerra?

Diante dos ataques covardes incessantes de Israel ao Povo Palestino, o mundo pode se perguntar: Qual é o verdeiro objetivo dos israelenses em atacar um povo desarmado e fazer como vitimas civil e quase de maioria  crianças ?

Uma coisa é desconfiada a todos para os que acompanham de perto esta Crise: Israel pode está arrastando propositadamente país como Irã, e outros países simpatizante da causa Palestina.

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, condenou com firmeza nesta terça-feira (29) os ataques de Israel na Faixa de Gaza, o que classificou como um "genocídio" em um discurso por ocasião do fim das celebrações muçulmanas do Ramadã, além de ter chamado o Estado judeu de "cachorro raivoso".
"Hoje, o assunto principal para o mundo do islã e talvez para toda a humanidade é a Faixa de Gaza. Um cachorro raivoso e um lobo predador atacam seres humanos inocentes. A humanidade deveria reagir a isso como corresponde", disse em seu tradicional discurso em Teerã por ocasião da festividade de Eid ul-Fitr, que encerra o mês do Ramadã.
O líder supremo iraniano pediu colaboração ao mundo para que ajudem a nação palestina a "se mobilizar", informou a agência de notícias iraniana "Irna".
"O presidente dos Estados Unidos (Barack Obama) ordenou o desarmamento da resistência para impedir que responda após tantos crimes. Ao contrário de sua reivindicação de que o Hamas e a Jihad (Islâmica) devem se desarmar, o mundo, especialmente o islâmico, tem o dever de mobilizar a nação palestina da maneira que for possível", afirmou.
O principal líder espiritual e político da República Islâmica do Irã  classificou de genocídio e de enorme catástrofe histórica o resultado dos 21 dias de ofensiva militar israelense em Gaza e o lançamento de foguetes pelas milícias palestinas.
"Os culpados e seus apoiadores devem ser condenados e punidos no mundo todo. Os que se preocupam devem reivindicar seu castigo", afirmou.
Mais de 1,1 mil palestinos (a maioria civis), 55 israelenses (quase todos eles soldados) e um tailandês morreram nos choques armados ente o Exército israelense e as milícias palestinas, nos lançamentos de foguetes de Gaza contra Israel e nos bombardeios das Forças Armadas israelenses sobre o território palestino.
Khamenei também agradeceu os presentes pelo comparecimento massivo nas manifestações em todo o país na última sexta-feira, quando o Irã lembrou o "Dia de Jerusalém" (Al Quds, em árabe).
"O dia de Al Quds foi um grande dia. Em um clima caloroso, nosso povo em jejum, homens e mulheres e, especialmente mulheres respeitando o código de vestimenta islâmico, o chador, com seus bebês no colo, tomaram parte nas manifestações", disse.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Índices de desenvolvimento Humano no Mundo de 2014

1 Norway 50 Uruguay 103 Maldives 145 Nepal
2 Australia 51 Bahamas 103 Mongolia 146 Pakistan
3 Switzerland 51 Montenegro 103 Turkmenistan 147 Kenya
4 Netherlands 53 Belarus 106 Samoa 148 Swaziland
5 United States 54 Romania 107 Palestine, State of 149 Angola
6 Germany 55 Libya 108 Indonesia 150 Myanmar
7 New Zealand 56 Oman 109 Botswana 151 Rwanda
8 Canada 57 Russian Federation 110 Egypt 152 Cameroon
9 Singapore 58 Bulgaria 111 Paraguay 152 Nigeria
10 Denmark 59 Barbados 112 Gabon 154 Yemen
11 Ireland 60 Palau 113 Bolivia (Plurinational State of) 155 Madagascar
12 Sweden 61 Antigua and Barbuda 114 Moldova (Republic of) 156 Zimbabwe
13 Iceland 62 Malaysia 115 El Salvador 157 Papua New Guinea
14 United Kingdom 63 Mauritius 116 Uzbekistan 157 Solomon Islands
15 Hong Kong, China (SAR) 64 Trinidad and Tobago 117 Philippines 159 Comoros
15 Korea (Republic of) 65 Lebanon 118 South Africa 159 Tanzania (United Republic of)
17 Japan 65 Panama 118 Syrian Arab Republic 161 Mauritania
18 Liechtenstein 67 Venezuela (Bolivarian Republic of) 120 Iraq 162 Lesotho
19 Israel 68 Costa Rica 121 Guyana 163 Senegal
20 France 69 Turkey 121 Viet Nam 164 Uganda
21 Austria 70 Kazakhstan 123 Cape Verde 165 Benin
21 Belgium 71 Mexico 124 Micronesia (Federated States of) 166 Sudan
21 Luxembourg 71 Seychelles 125 Guatemala 166 Togo
24 Finland 73 Saint Kitts and Nevis 125 Kyrgyzstan 168 Haiti
25 Slovenia 73 Sri Lanka 127 Namibia 169 Afghanistan
26 Italy 75 Iran (Islamic Republic of) 128 Timor-Leste 170 Djibouti
27 Spain 76 Azerbaijan 129 Honduras 171 Côte d'Ivoire
28 Czech Republic 77 Jordan 129 Morocco 172 Gambia
29 Greece 77 Serbia 131 Vanuatu 173 Ethiopia
30 Brunei Darussalam 79 Brazil 132 Nicaragua 174 Malawi
31 Qatar 79 Georgia 133 Kiribati 175 Liberia
32 Cyprus 79 Grenada 133 Tajikistan 176 Mali
33 Estonia 82 Peru 135 India 177 Guinea-Bissau
34 Saudi Arabia 83 Ukraine 136 Bhutan 178 Mozambique
35 Lithuania 84 Belize 136 Cambodia 179 Guinea
35 Poland 84 The former Yugoslav Republic of Macedonia 138 Ghana 180 Burundi
37 Andorra 86 Bosnia and Herzegovina 139 Lao People's Democratic Republic 181 Burkina Faso
37 Slovakia 87 Armenia 140 Congo 182 Eritrea
39 Malta 88 Fiji 141 Zambia 183 Sierra Leone
40 United Arab Emirates 89 Thailand 142 Bangladesh 184 Chad
41 Chile 90 Tunisia 142 Sao Tome and Principe 185 Central African Republic
41 Portugal 91 China 144 Equatorial Guinea 186 Congo (Democratic Republic of the)
43 Hungary 91 Saint Vincent and the Grenadines 187 Niger
44 Bahrain 93 Algeria
44 Cuba 93 Dominica
46 Kuwait 95 Albania
47 Croatia 96 Jamaica
48 Latvia 97 Saint Lucia
49 Argentina 98 Colombia
98 Ecuador
100 Suriname
100 Tonga
102 Dominican Republic