sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Ministro do TSE Golpe do PSDB NÃO


O corregedor-geral da Justiça Eleitoral,
ministro João Otávio de Noronha, afirmou nesta sexta-feira (31) que o pedido do PSDB para uma “auditoria especial” no resultado das eleições não apresenta fatos que possam colocar em xeque o processo eleitoral.


O ministro classificou a ação protocolada na quinta-feira (30) pelo partido no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de “incabível” e com potencial para arranhar a imagem do país.O texto, assinado pelo coordenador jurídico nacional do PSDB, deputado Carlos Sampaio (SP), argumenta que, após anunciada a reeleição da presidente Dilma Rousseff, desconfianças propagadas nas redes sociais têm motivado “descrença quanto à confiabilidade da apuração dos votos e à infalibilidade da urna eletrônica”.


“O que ele [coordenador jurídico] não apresenta são fatos que possam colocar em xeque o processo eleitoral. Está colocando ampassã. Isso não é sério, então, não me parece razoável”, afirmou o ministro.


“O problema é que não estão colocando em xeque uma ou duas urnas, mas o processo eleitoral. É incabível. Se você colocar em xeque o sistema eleitoral, aponte o fato concreto que vamos apurar”, completou.

Serra na Policia Federal "PIG" nem fala nada



Apenas a Folha de S.Paulo, com uma notinha de um parágrafo, meia dúzia de linhas se muito, deu a notícia do depoimento do ex-governador e senador tucano eleito por São Paulo, José Serra (PSDB-SP) à Polícia Federal (PF) sobre o cartel de trens – o cartel do trensalão. Por que será? A resposta, todo mundo sabe. Ele e as demais lideranças tucanas são queridinhos da mídia, poupados e ajudados diariamente por ela.
Ao depor na tarde desta 5ª feira (ontem) no inquérito que investiga o cartel de trens que atuou em São Paulo entre 1998 e 2008 – em seu governo e nos dos tucanos Geraldo Alckmin e Mário Covas – o ex-governador e senador eleito negou ter beneficiado empresas. Repetiu o que dissera ao Ministério Público Estadual (MPE-SP) que, ao contrário de favorecer, atuou para diminuir o preço de trens quando foi governador , entre 2007 e o início de 2010 – ele deixou o cargo 8 meses antes do término do mandato.
Serra foi acusado por Nelson Branco Marchetti, executivo da Siemens, em e-mail de 2008 – cujo teor o dirigente da multinacional confirmou à PF – de ter pressionado a multinacional para desistir de recurso judicial que atrasaria a conclusão de uma concorrência da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) vencida pela empresa espanhola CAF.
Executivo confirma pressão; Serra nega
e-mail diz que uma das propostas de Serra era a CAF subcontratar a Siemens para fornecer 30% dos trens. De acordo com Marchetti a pressão sobre a Siemens ocorreu em uma feira de trens em Amsterdã (Holanda). A discussão não foi adiante e a CAF vendeu 40 trens para à CPTM porque, segundo Serra, o preço pago foi dos mais baixos já pagos pela estatal de transportes paulista.
Marchetti é um dos seis executivos da Siemens que assinaram  acordo de leniência com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) – o órgão federal antitruste -  pelo qual em troca da delação poderá ter uma pena menor por integrar o cartel do trensalão.
Em apuração realizada em São Paulo, o MPE-SP concluiu  que Serra não beneficiou a CAF. Sua decisão foi referendada pelo Conselho Superior do Ministério Público (CSMP). O procurador-geral Márcio Elias Rosa concluiu não haver evidências de envolvimento do ex-governador em atos de improbidade administrativa no caso.
Aparelhamento e relação política entre MP e PSDB paulista
Aí voltamos a um ponto que chama atenção em São Paulo: o aparelhamento e a relação política entre o Ministério Público (MP) e o PSDB paulista. Já de longa data. Vários de seus procuradores e promotores depois de deixar os cargos foram ou são secretários dos governos tucanos e/ou se candidataram e elegeram-se deputados pelo PSDB com apoio da máquina tucana estadual.
Ainda agora – hoje, na Folha de S.Paulo – se tem o caso do procurador da República, Rodrigo de Grandis, que vai responder a processo disciplinar aberto pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que abriu a ação por entender que há indícios de que ele descumpriu dever legal de sua função e pode ter favorecido a multinacional Alstom – também do cartel do trensalão.
De Grandis deixou parado por três anos em suas gavetas o pedido de investigação da Suíça relativo ao caso Alstom. Quando a justiça suiça comunicou que desistira de esperar pela investigação brasileira ele informou que arquivara o pedido em pasta errada e se esquecera da solicitação. O caso De Grandis exemplifica como o corporativismo, ou as relações com o poder levam a impunidade e ao arquivamento, ou a não aceitação de denúncias em decisões políticas de compadrio político.
blog do DIRCEU

Inglaterra tem Lei de Mídia Vem aí a do Brasil



LONDRES - Depois de países como Equador e Venezuela lançarem este ano medidas de controle da imprensa, foi a vez de o Reino Unido unir-se à polêmica. Dois dias após o premier David Cameron ameaçar censurar o “Guardian” pela publicação de documentos sigilosos sobre a espionagem no país, a rainha Elizabeth II sancionou nesta quarta-feira um sistema de regulação da mídia, que foi amplamente criticado por jornalistas locais. A iniciativa, apoiada pelos três principais partidos políticos britânicos, vem na esteira do escândalo de escutas telefônicas por jornalistas, e depois de os meios de comunicação verem seus esforços contra o controle rejeitados na Justiça.

A novidade deve sujeitar revistas e jornais britânicos a um órgão de fiscalização do governo com a função de coibir os abusos descobertos com o escândalo dos grampos - que revelou que repórteres do jornal “News of the World”, do magnata Rupert Murdoch, e de outros meios de comunicação, tiveram acesso ilegal a ligações telefônicas de celebridades, políticos e vítimas de crimes. Também torna mais fácil para as pessoas que se sintam atacadas pela imprensa terem suas queixas ouvidas, além de permitir ao órgão federal cobrar multas aos meios de comunicação.
“(A medida) vai proteger a liberdade de imprensa ao oferecer reparação quando erros forem cometidos”, defendeu o Ministério da Cultura, em comunicado.
Jornalistas locais argumentam que o órgão federal poderia ser usado por políticos para punir publicações das quais não gostam. Eles também reclamam que propostas sugeridas por eles foram ignoradas.

Ex-editores supervisionariam grampo

A guerra, porém, ainda não acabou. Várias publicações já ameaçaram boicotar o novo órgão. Outras consideram levar o tema ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos. Os meios de comunicação não são obrigados a se inscrever no novo marco regulatório, mas não está claro, até agora, como o impasse será resolvido.
- As chances de nos unirmos à interferência estatal é nula - disse Tony Gallagher, editor do jornal “Daily Telegraph”.

Já o grupo “Hacked Off”, que reúne pessoas que se sentiram atacadas pela mídia, elogiou a medida. “A imprensa deveria aproveitar para mostrar que não teme ser submetida a padrões éticos decentes, e que tem orgulho de agir com responsabilidade com as pessoas para quem e sobre quem escrevem”, disse num comunicado.

No mesmo dia, dois jornalistas foram acusados em Londres de supervisionar grampos telefônicos. Segundo a promotoria, Rebekah Brooks, ex-braço direito de Murdoch, e Andy Coulson, ex-chefe de imprensa do premier britânico, teriam supervisionado um sistema de escutas e de pagamentos ilegais a funcionários públicos quando eram chefes do “News of the World”. Ambos negam as acusações.

Ainda ontem, outros três jornalistas do extinto tabloide declararam-se culpados das denúncias relacionadas às escutas, nas primeiras confissões desde o início da investigação, em 2011.


quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Projeto do trem-bala entre Rio e SP volta aos planos do governo Dilma Rousseff no segundo mandato


Depois de oito anos de discussões, estudos e três tentativas frustradas de leilão, voltou aos planos do governo o polêmico projeto do trem-bala, que ligará Campinas e São Paulo ao Rio. Apesar de ter ficado adormecido durante este ano de eleições, o trem-bala continuou a ser alvo de estudos técnicos pela Empresa de Planejamento e Logística (EPL), que está próxima de concluir seus levantamentos para apresentar editais de contratação.
O projeto fez parte das discussões internas durante a campanha da presidente reeleita Dilma Rousseff. No mês passado, durante uma entrevista com blogueiros, Dilma deu sinais claros de que o projeto está mais do que vivo em seus planos. "Nós achamos que o Brasil precisa do trem-bala", disse. O projeto foi adiado, segundo ela, devido a questões como busca de mais concorrência e a crise do euro, entre 2011 e parte de 2013. "Resolvemos esperar momentos melhores", disse. "É certo que entre Rio e São Paulo tem demanda suficiente", afirmou.
O trem-bala é um projeto defendido pessoalmente pela presidente Dilma, que fez diversas tentativas de licitá-lo ainda para entrar em funcionamento para a Copa do Mundo, mas acabou recuando em razão de dificuldades econômicas externas e internas durante seu primeiro mandato e dos protestos de junho de 2013 contra os gastos para a realização do Mundial.
O traçado de 511 quilômetros do trem-bala prevê a ligação entre Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas, com sete paradas no trajeto. Até dois anos atrás, o governo garantia que a obra ficaria pronta pelo custo de R$ 34 bilhões, mas empresas avaliavam que o empreendimento não sairia por menos de R$ 50 bilhões.

ARQUE OLÍMPICO: Conheça o projeto vencedor para o Plano Geral Urbanístico

Na última sexta-feira, foi divulgado o projeto vencedor do Concurso Internacional para o Plano Geral Urbanístico do Parque Olímpico Rio 2016, coordenado pela Empresa Olímpica Municipal em parceria com o Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB). Desenvolvido pela consultoria inglesa AECOM, o projeto define como serão ocupados os espaços públicos, praças e parques, além da disposição das instalações permanentes e temporárias e dos futuros empreendimentos imobiliários a serem construídos na área. Neste primeiro momento, o plano é conceitual. Seu detalhamento será feito ao longo dos próximos meses pela AECOM em conjunto com os entes envolvidos na construção do parque.
Segundo o IAB, o projeto vencedor se destacou para a comissão julgadora “por conta do conceito de operação, o acesso separado para atletas e público, a logística do sistema de transportes, a viabilidade de execução e uma via exclusiva para estacionamento. Já no legado que o projeto deixará para a cidade, os destaques foram a preservação ambiental, a viabilidade de manutenção e a preservação da lagoa da região”.
Dois cenários foram previstos: o modo Jogos Olímpicos (acima), em que se deve assegurar as melhores condições para a realização das competições; e o modo Legado (abaixo), que garante a viabilidade da implantação de novos empreendimentos de forma sustentável após os Jogos.
O concurso reuniu 60 trabalhos de escritórios de 18 países. Com sete integrantes, o júri foi formado por representantes da Prefeitura do Rio, da União Internacional de Arquitetos, do Instituto dos Arquitetos do Brasil, do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016 e do Governo Federal.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

PSDB e o milagre que veio de Cuba


Revista da Editora Abril afirma que "o milagre veio de Cuba" numa reportagem de outubro de 1999, quando o presidente era Fernando Henrique Cardoso e o ministro da Saúde, José Serra, ao descrever a situação de municípios como Arraias, em Tocantins, que não tinham médicos; a matéria chega a dizer que "os cubanos são bem-vindos"; agora que Dilma Rousseff e Alexandre Padilha propõem socorrer as cidades sem médicos com profissionais cubanos, eles são chamados de escravos e de espiões comunistas por Veja

Numa reportagem publicada na edição número 1.620, de 20 de outubro de 1999, a revista Veja elogiou a vinda de médicos cubanos ao Brasil. "O milagre veio de Cuba", chega a colocar o texto, depois de descrever a precária situação do, na época, único hospital do município de Arraias, em Tocantins. A matéria explica o motivo pelo qual o hospital ficou fechado por quatro anos depois de ser inaugurado, em 1995: "Faltavam médicos que quisessem aventurar-se naquele fim de mundo". Foi quando a cidade "conseguiu importar cinco médicos da ilha de Fidel e, assim, abrir as portas do hospital".
Infelizmente, a situação de hoje não é muito diferente. O governo da presidente Dilma Rousseff, com Alexandre Padilha no ministério da Saúde, anunciou a contratação de quatro mil médicos cubanos para trabalhar em 701 municípios que não foram escolhidos por nenhum profissional inscrito no programa Mais Médicos. Diferente de quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso firmou o convênio com Cuba, no entanto, desta vez a revista cobriu o assunto escancarando seu preconceito. Chamou o que antes era "a tropa vestida de branco de Cuba" de "espiões comunistas". O colunista Reinaldo Azevedo os chamou de escravos.
Em outro trecho, a matéria diz: "os cubanos são bem-vindos", ressaltando, porém, que a contratação desses médicos era irregular, motivo que também é trazido à tona atualmente. Apesar dessa pequena crítica, o destaque do texto de 1999 fica para histórias de personagens cubanos que pretendiam melhorar de vida no Brasil e trabalhar com amor. Inexplicavelmente, agora, sob o governo petista, a posição da revista mudou completamente. Por quê?
E artigo de Reinaldo Azevedo, que chama os médicos cubanos de "escravos de jaleco do Partido Comunista".
Abaixo, a reportagem de Veja de outubro de 1999:


Dirceu de volta pra casa, com a mala cheia de vinganças


Ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, concedeu nesta terça-feira 28 regime de prisão aberto ao ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, condenado na Ação Penal 470; com a decisão, Dirceu poderá cumprir o restante da pena inicial de sete anos e 11 meses em casa, depois de ter cumprido 11 meses e 14 dias de prisão, um sexto da pena, no presídio da Papuda, em Brasília, onde trabalhava durante o dia

Para o bem do Povo e a felicidade da Nação, Vem aí a Lei de Meios


Em entrevista exibida na noite desta terça-feira (28) no "SBT Brasil", a presidente Dilma Rousseff (PT) afirmou que irá defender, no seu segundo mandato, a regulação econômica da mídia e se empenhará na aprovação do projeto de lei 122/2013, que torna a homofobia crime.
A presidente também tratou da proposta de reforma política por meio de um plebiscito, do escândalo da Petrobras e do diálogo que pretende estabelecer com a oposição.

Um vice eleito não vale nada, derrotado menos ainda

                                  Um vice eleito não vale nada, derrotado menos ainda.

Aluísio  Nunes vice de Aécio Neves derrotados nesta eleição, engrossou o coro para cima de Dilma
Rousseff hoje em Brasilia. O Tucano derrotado mas com mais quatro anos de mandato como Senador por são paulo, afirmou que não dará trégua e fará oposição sistematicamente na condução da politica de Dilma, Reeleita em segundo turno contra seu companheiro  de partido Aécio Neves.

Fica a expectativa  até que ponto esta oposição implacável  como prometeu o Senador vai contaminar os derrotados nestas eleições. Uma coisa é certa- Dilma não terá paz- enquanto a onda da vitoria não passar para os perdedores que até agora não conseguiram engolir a derrota por tão poucos votos.

Vladimir Putin pede revisão dos resultados da Guerra Fria

O Presidente russo Vladimir Putin, declarou na semana passada, ao discursar no Fórum Internacional de Debates Clube Valdai, em Sochi, que o mundo está à beira de uma bifurcação histórica e que a ordem mundial está ameaçada por jogo sem regras, já que o sistema de contensões e contrapesos, formado nos anos da Guerra Fria, foi destruído com a ajuda dos Estados Unidos.
De acordo com o presidente, a Guerra Fria não foi encerrada com acordos claros e transparentes sobre o cumprimento de regras existentes ou a criação de novos padrões, mas os chamados vencedores dessa disputa decidiram pressionar a situação até o fim, retraçando o mundo de acordo com seus próprios interesses.
Na opinião de Putin, a noção de “soberania nacional” ganhou um caráter relativo e as normas do direito internacional estão sendo substituídas por interpretações arbitrárias. Assim, o presidente destacou que Moscou apela para o restabelecimento da eficiência do sistema das relações internacionais e a modernização dos mecanismos criados após o fim da II Guerra Mundial.
A fala de Putin no Clube Valdai foi tratada no Ocidente como rude e até agressiva. O periódico Financial Times classificou o discurso como o mais antiamericano dos últimos 15 anos, dotado de um tom que surpreendeu até mesmo os partidários do presidente.
O New York Times, por sua vez, citou palavras do analista Joerg Forbrig, do German Marchall Fund, que destacou o sucesso de Putin em satisfazer a sua carência por um inimigo externo, para reunir a elite e o povo.
Já o presidente do Eurasia Group Cliff Kupchan, classificou a situação como perigosa, dizendo que ambos os lados estão reclamando um do outro e que a política bilateral dos Estados Unidos e da Rússia ganhou um caráter demasiado emocional.
Muitos dos participantes da reunião do Clube Valdai em Sochi, entretanto, não sentiram na fala de Putin o mesmo dramatismo destacado pela imprensa ocidental. O cientista político russo Nicolai Zlobin revelou ao jornal Vedomosti ter ficado justamente surpreso com a ausência de 
Declarações mais rígidas no presidente russo. Na sua opinião, o discurso representou de fato um sinal de compromisso. Segundo o especialista, até as falas sobre a Ucrânia foram desprovidas de avaliações agressivas, excluindo palavras como “fascistas” ou “junta”.
Zlobin deu ainda um destaque especial às passagens da fala que expressaram a negação de Putin com relação à volta ao totalitarismo, algo que, na sua opinião, representa atualmente o maior receio da comunidade internacional. Entre os pontos negativos do discurso do presidente russo, o cientista político destacou a falta de menções aos erros da própria Rússia na política internacional.
Na opinião do especialista ucraniano Mikhail Pogrebensky, as ideias mais importantes expressas pelo discurso de Putin foram o indício de que o presidente russo apoia a integridade territorial da Ucrânia e a consequente desaprovação da separação das autoproclamadas Repúblicas Populares de Donetsk e Lugansk daquele país.
Para o especialista ucraniano, Putin deu um forte sinal de que, na sua opinião, a solução militar para a situação na Ucrânia representa um beco sem saída. Segundo Pogrebensky, as palavras do presidente russo sobre esse tema soaram bastante emotivas, deixando claro que ele é categoricamente contrário à guerra. O cientista político destacou ainda que o discurso de Putin no Clube Valdai foi voltado, antes de tudo, para a audiência do Ocidente.

Rússia, Brasil e África do Sul estudam desenvolver produção militar conjunta

A Rússia, o Brasil e a África do Sul estão considerando a possibilidade de desenvolver produção militar conjunta. A informação é do vice-diretor do Serviço Federal Russo de Cooperação Técnico-Militar, Anatoly Punchuk. Ele é o líder da delegação russa na Conferência Internacional de Defesa Naval e Exposição Marítima Euronaval 2014, que começou na segunda-feira, em Paris.
Segundo ele, "no contexto do grupo BRICS, formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, uma série de grandes projetos com o governo indiano está sendo implementado atualmente, e o sul-africano vem mostrando mais interesse em cooperação com a Rússia no desenvolvimento conjunto de produção de armamento militar".
Anteriormente, o diretor-geral da empresa estatal de exportação de produtos militares russa (Rosoboronexport), Anatoly Isaikin, havia declarado que a Rússia, Brasil e África do Sul estavam planejando realizar conversações entre os BRICS antes do final do ano. Além disso, Moscou propõe melhorar a cooperação tecnológica com Brasília no âmbito do fornecimento de sistemas de defesa aérea e artilharia Pantsir-S1.
Anatoly Punchuk afirmou que, após os testes de demonstração para a delegação brasileira em setembro, "as conversações continuam ativas".
Diario da russia 

Vladimir Putin presidente Russo parabeniza Dilma Rousseff pela reeleição

O Presidente Vladimir Putin felicitou a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, por sua reeleição à Presidência do Brasil. A informação foi divulgada nesta segunda-feira, 27, pelo serviço de imprensa do Kremlin.
Segundo a nota, “o presidente russo também elogiou a atenção dada ao reforço da parceria estratégica russo-brasileira e confirmou a sua disposição para continuar um diálogo construtivo e a colaboração ativa no desenvolvimento de maior cooperação bilateral em todas as áreas, bem como a cooperação no âmbito das Nações Unidas, do G20, dos BRICS e de outras estruturas multilaterais".
Dilma Rousseff (PT) venceu o segundo turno da corrida presidencial no Brasil com 51,64% dos votos, contra 48,36% de Aécio Neves (PSDB).

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Modelo Econômico adotado pelo Brasil de medidas protetivas para o Emprego poderão servir para a Europa

Diante da crise que assola países como Alemanha, Reino Unido, Espanha, Portugal e Grécia
estes países poderão a curto prazo adotar medidas de contenção contra o desemprego que derretem as projeções dos mais bem intencionado mercado Econômico.


Não se faz politicas de esquerda no mundo hoje sem deixar de olhar para  o modelo brasileiro que vem sendo o sustentador da Politica de Dilma Rousseff Por bom tempo.

Os Governos de direita destes países  terão que adequar e afinar suas propostas de Governo se quiser sobreviver  as pressões das oposições mundo afora.

Conheça as cinco Propostas neoliberais de Aécio Neves segundo Karl Marx



O neoliberalismo postula um mundo formado por indivíduos que "concorrem" e supõe-se que tais indivíduos devam comportar-se de forma competitiva para gerar o lucro- "assim a economia de livre mercado é o resultado racional da livre concorrência entre indivíduos"

1- Estabilização preços e conta nacional;
2- Privatização de empresas estatais;
3- Livre comércio;
4- Desregulamentação da atividade privada;
5- Austeridade fiscal.

Sul e Sudeste elegeram Dilma mais que Nordeste


Veja bem esses números:
SP — 36% para Dilma (8,5 milhões de votos)

MG — 52% para Dilma (6,0 milhões de votos)

RJ — 55% para Dilma (4,5 milhões de votos)

ES — 46% para Dilma (0,9 milhões de votos)

PR — 39% para Dilma (2,4 milhões de votos)

SC — 35% para Dilma (1,4 milhões de votos)

RS — 47% para Dilma (3,0 milhões de votos)
Portanto, as regiões Norte e Nordeste do país deram menos votos a Dilma/PT (24,8 milhões) que o Sul e Sudeste (26,7 milhões).

Em outras palavras: antes de você soltar sua raiva, preconceitos e impropérios a quem quer que seja, pense mais um pouquinho a respeito.

Fazer a lição de casa antes também ajuda a evitar imbecilidades em praça pública

Os Cinco pontos que Explicam O Golpe de 32

No 9 de julho, São Paulo comemora oito décadas de sua “revolução constitucionalista” contra Getúlio Vargas. Um movimento que Lula definiu como “golpe” e que José Serra, como governador, tentou resgatar. Afinal, quem tem razão?


1) Por que não há, na capital paulista, ao contrário das outras capitais metrópoles, uma única rua ou avenida que homenageie Getúlio Vargas?
2) Por que depois de Júlio Prestes, eleito presidente em 1930, mas não empossado, nenhum outro paulista conseguiu tal feito? (Jânio Quadros nasceu no Mato Grosso e Fernando Henrique Cardoso no Rio de Janeiro)
3) Por que na bandeira paulista há a inscrição “Non Ducor, Duco” (Não sou conduzido, conduzo)?
4) Por que a data mais importante de São Paulo, o Nove de Julho, celebra um movimento que poderia ter separado o estado do restante do País?
5) Afinal, a revolução constitucionalista de 1932 foi um movimento em defesa da democracia ou uma tentativa frustrada de golpe, arquitetada pelas oligarquias cafeeiras de São Paulo, que se sentiam ameaçadas pela Revolução de 1930?


Essas perguntas podem parecer distantes, mas, até hoje, ecoam na política brasileira.

Os pobres batem Palmas os Ricos sacudam suas jóias


Há 50 anos, no dia 4 de novembro de 1963, os Beatles se apresentaram diante da rainha mãe, da princesa Margaret e demais realezas no Royal Command Performance ou Royal Variety Performance, um evento anual de caridade da família real. Naquela data eles já tinham a Grã-Bretanha a seus pés, mais venerados do que a rainha por uma multidão de súditas histéricas. O programa tinha 19 atrações, entre elas a bela atriz alemã Marlene Dietrich e o chansonnier francês Maurice Chevalier, com The Beatles em sétimo, mas, obviamente, foco de toda a atenção do Prince of Wales Theatre. Mesmo quem não gostava se interessou em ver a nova sensação britânica. Estavam nervosos e pouco conformados em se apresentar diante da caretice e pompa da nobreza.
 Entraram com seus ternos, cabelos compridos penteados e atacaram com dois hits, From Me To You e She Loves You. A seguir a acústica Till There Was You, que Paul anunciou ser do musical Music Man e brincou que tinha sido gravada pelo grupo americano favorito deles, SophieTucker (nome de uma comediante americana). John Lennon então mandou: "Precisamos da ajuda de vocês no último número. Os que estão nos assentos mais baratos batam palmas. O restante basta chacoalhar as jóias. Esta canção se chama Twist and Shout." Sentado em sua poltrona, o empresário da banda, Brian Epstein, respirou aliviado, porque John ameaçara pedir que "chacoalhassem a porra das jóias". Encerrada a apresentação, se curvaram diante do público, depois na direção do camarote real e saíram.
George Harrison manifestou seu desagrado para a imprensa: “Não quero parecer ingrato, mas não sei o que os Beatles estão fazendo no meio de tantas estrelas do show business. Somos apenas quatro caras comuns que tiveram alguns sucessos. Numa ocasião dessa gostaríamos que nossos fãs estivessem presentes. São eles que tornaram tudo possível para nós,” disse ele, citado na biografia Here Comes The Sun, de Joshua Greene. Ringo fez questão de cumprimentar Marlene Dietrich e disse que mandou um olhar comprido para as pernas dela quando estava sentada e concordou que era tudo que falavam mesmo.

Radiografia dos votos de Dilma e Aécio 2010 x 2014


sábado, 25 de outubro de 2014

Jornal da Globo desmente Aécio:Brasileiro gastou US$ 2,387 bilhões no exterior em setembro


Fim do debate na Globo. O candidato Aécio Neves, faz suas ponderações finais afirmando que  o Brasil está quebrado.Começa o Jornal da Globo dizendo que  os brasileiros bateram recordes de compras no exterior. Aécio mentiu, de novo!

A notícia está aqui no jornal  Valor Econômico

Os brasileiros gastaram em viagens internacionais o montante de US$ 2,387 bilhões no mês passado. O valor foi recorde para os meses de setembro e também foi o segundo maior gasto mensal da série histórica do Banco Central, com início em 1947, perdendo apenas para os US$ 2,41 bilhões registrados em julho deste ano.

As despesas são recorde mesmo com a alta do dólar. segundo o chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Tulio Maciel. Os brasileiros gastaram fora do país US$ 1,537 bilhão em outubro até o dia 22.

De acordo com Maciel, o aumento da renda é o fator fundamental para o comportamento dos gastos com viagens. Questionado se tal conta é uma fonte de preocupação, ele disse que é natural que haja crescimento nas viagens de turismo e negócios e que apesar do crescimento, há moderação no ritmo. As altas interanuais chegaram a 25% e, agora, no acumulado de 2014, esse aumento é de 4,5%.

Para 2014, o BC projeta um gasto líquido com viagens internacionais de US$ 18,5 bilhões. Em 2013, a conta foi negativa em US $ 18,4 bilhões, outro resultado recorde.

No acumulado do ano, a conta é deficitária em US$ 14,213 bilhões, contra US$ 13,607 bilhões vistos em igual período do ano passado. Em setembro de 2014, a conta foi deficitária em US$ 1,643 bilhões.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Se acusação de Veja sair na TV, Dilma ganha direito de resposta no sábado

A antecipação da distribuição da edição da revista Veja desta semana para esta sexta-feira (deveria chegar às bancas só no próximo sábado) tem um objetivo claro: permitir que a acusação de que Dilma Rousseff e Lula saberiam sobre corrupção na Petrobrás seja reproduzida nos telejornais e no programa de Aécio Neves na TV.
Veja, porém, não tem o alcance nem a instantaneidade da mídia eletrônica, ou seja, da TV. Desse modo, para que a denúncia se espalhe a tempo de interferir na eleição de domingo, tem que ser divulgada em rede nacional. Nesse aspecto, o último programa eleitoral de Aécio e o Jornal Nacional são as grandes apostas da revista e do PSDB.
As informações que você lerá a seguir foram obtidas junto a fonte no TSE que, obviamente, só aceitou falar ao Blog sob a condição de anonimato.
O que acontece é o seguinte: não há uma única dúvida de que Veja cometeu um crime eleitoral. Se Dilma entrar na Justiça contra a revista, pode pedir milhões de reais de indenização e dificilmente deixará de conseguir. A menos que o doleiro Yousseff confirme oficialmente tudo que Veja diz que ele disse. Dessa forma, a revista terá apenas exercido seu direito e o seu dever de informar.
Ocorre que a “denúncia” de Veja é tão fraca que os jornais O Globo e Estado de São Paulo desta sexta-feira trataram o assunto com reservas, ressaltando que o advogado do doleiro nega que seu cliente tenha acusado Dilma e Lula. Além disso, a Folha de São Paulo nem sequer divulgou a notícia em sua edição impressa.
Ou seja: Yousseff disse a Veja o que não disse nem ao seu advogado. Parece piada, mas não é. Veja quer que alguém acredite nisso.
Porém, a intenção de Veja não é ser levada a sério por pessoas informadas e por veículos que ainda prezam a própria imagem, mas, sim, a de contaminar um pequeno contingente de eleitores que poderia decidir uma eleição que as pesquisas feitas pela mídia dizem ser “apertada”, ainda que as sondagens do PT mostrem que não está tão “apertada” assim.
Um fato é indicativo de batalha judicial que deve ocorrer a poucas horas da eleição de domingo: nos últimos dias do segundo turno, o TSE suspendeu várias propagandas de Dilma e de Aécio na TV e no rádio que continham acusações que ainda não podem ser provadas. Até mesmo críticas ao aeroporto que Aécio mandou construir nas terras de sua família foram vetadas.
Não é o fato de Veja supostamente ser um órgão de imprensa que a torna diferente dos candidatos. A revista até pode veicular acusação desse calibre contra a presidente da República às vésperas de uma eleição e sem apresentar ao menos uma única prova, mas está sujeita a sanções posteriores.
Contudo, calúnia, difamação e injúria são medidas de acordo com o veículo usado para espalhá-las. Veiculação desses crimes em um Blog não tem o mesmo peso – e a mesma punibilidade – que se ocorresse em um meio de comunicação do porte de uma TV Globo, por exemplo.
Por falta de provas e pelo evidente intuito de Veja de influir na eleição, é até possível que o TSE conceda apreensão dos exemplares da revista. Contudo, se o Jornal Nacional ou qualquer outro telejornal reproduzirem a acusação sem provas da revista, tudo muda de figura.
Há pouca dúvida de que, se as tevês reproduzirem a acusação sem provas de Veja, o TSE concederá direito de resposta a Dilma no sábado, um dia antes da eleição e com a propaganda eleitoral encerrada.
Essa, porém, é uma faca de dois gumes. Uma resposta de Dilma pode ser pior do que nenhuma resposta, pois iria conferir publicidade a uma acusação que já vai perdendo força devido ao desmentido do advogado de Yousseff, que está sendo amplamente divulgado na internet – e, até agora, a denúncia de Veja só repercutiu na internet.
A proximidade da eleição é outro fator que joga a favor de Dilma. A parcela do eleitorado que pode comprar uma acusação tão fraca quanto a de Veja é menos informada, pertencente às classes C e D, e pode nem tomar conhecimento dessa acusação antes de domingo. De resto, o eleitorado de Dilma vem desprezando solenemente as acusações da mídia.
As “delações premiadas” vêm acusando o PT – e Dilma e Lula por tabela – há meses. A crença em que o eleitorado de Dilma comprará agora a suposta acusação de Youssef por ter sido feita diretamente à presidente só funcionaria se houvesse uma prova inquestionável dessa acusação, como um vídeo ou uma gravação. Do contrário, será vista como tentativa de ajudar Aécio.
Claro, porém, que não se exclui a possibilidade de Globo, Folha e Estadão estarem agindo de comum acordo com Veja para fazer, na noite desta sexta ou no sábado, alguma acusação que Dilma não possa responder a tempo mesmo que o TSE conceda direito de resposta.
O que fica de tudo isso é que o TSE, tão cioso de suas responsabilidades de impedir acusações sem provas no que diz respeito aos candidatos, estará sob escrutínio da sociedade e dos agentes políticos durante seu desempenho frente a esse previsível golpe de última hora de Veja. Os membros dessa Corte terão que pensar na própria imagem.

Tudo Pronto para o Golpe nas Urnas ?

Em 1982, a Globo montou um sistema nacional de apuração usando como software a Proconsult. O sistema tinha um algoritmo que subtraia votos do MDB e repassava para a Arena. A intenção era desmobilizar a fiscalização do MDB para permitir a fraude na hora da apuração.
No Rio, Leonel Brizola percebeu e botou a boca no trombone - na época, ainda existia o trombone do Jornal do Brasil. No Rio Grande do Sul, Pedro Simon acreditou e desmobilizou a fiscalização. Perdeu as eleições, com os votos em branco sendo preenchidos em favor da Arena.
A fraude na era eletrônica
Vamos supor que estivesse em curso, no Brasil, alguma tentativa de fraudar as eleições. Como seria?
Teria que se valer de um quadro eleitoralmente equilibrado. Temos.
Na véspera da eleição, terias que ocorrer algum fato novo que "explicasse" eventual reviravolta do candidato da oposição. Poderia ser a indicação de um Joaquim Barbosa para Ministro da Fazenda? Alguma denúncia nova, sobre a qual se fizesse enorme alarido?
Depois, teria que ter o controle sobre pontos chave do sistema eletrônico.  A volatilidade dos votos, nessas eleições encobriria eventuais golpes e as ondas captadas pelas pesquisas poderiam ser potencializadas nos lugares certos.
Obviamente estamos falando em tese, com uma visão nitidamente conspiratória.
Mas, digamos que em pontos chave dos desenvolvedores do sistema de votação existissem empresas no mínimo suspeitas, A matéria O histórico de favorecimento e irregularidades nas licitações das urnas eletrônicas  sobre as licitações no TSE mostra um quadro bastante confuso.
Ficaria mais confuso se se levantassem os novos controladores dessas empresas.
Uma das líderes é a Módulo, empresa tradicional que trabalha no segmento de segurança desde os anos 90.
Recentemente, ela foi adquirida por Sérgio Thompson Flores. Quem é ele?
Funcionário público de carreira, nos anos 90, ele foi beneficiado pelo BNDES de Fernando Henrique Cardoso com consultoria na área de privatização. Ganhou dinheiro e sede de sangue.
Depois disso, meteu-se em várias embrulhadas sempre buscando a bala de prata, a grande jogada. Jamais se contentou com o trabalho normal de fazer crescer sua empresa.
Aliou-se a Luiz Fernando Levy, da Gazeta Mercantil, e tentou um golpe para assumir a empresa. Depois, meteu-se em rolos com Tanure, que adquiriu a Mercantil. Mais tarde, passou a prestar serviços a Daniel Dantas, do Opportunity, Na auditoria realizada na Brasil Telecom, depois que saiu das mãos de Dantas, Thompson Flores aparece em inúmeras reuniões com Humberto Braz, o executivo operacional junto à mídia.
Quando começou a febre do etanol, montou um fundo de investimento sediado em Londres, captou dinheiro de incautos para um projeto amalucado de comprar usinas antigas em regiões economicamente inviáveis. Quebrou.
Depois disso, adquiriu a Módulo. Qual sua intenção? Desenvolve-la sem balas de prata? Um empresário que passou a vida tentando a grande tacada tentando agora uma carreira convencional?
A segunda empresa-chave das apurações é um rolo interminável. É do mesmo grupo que controlava a empresa anterior, entrou em nome de parentes e, durante algum tempo, teve participação acionária de Wilson Nélio Brumer, atualmente caixa de campanha de Aécio 
Neves.
Pode ser coincidência, teoria conspiratória. Mas seria medida de prudência se a Abin e a Policia Federal colocassem seus técnicos para uma auditoria completa e um acompanhamento do sistema antes da apuração. Fonte jornal de todos os  brasis