domingo, 5 de julho de 2015

Professor Adail- Meio Ambiente Ver e rever conceitos


Nutro a convicção, partilhada por outros analistas, de que a crise sistêmica atual nos deixará como legado e desafio a urgência de repensar a nossa relação para com a Terra, para com os modos de produção e consumo, reinventar uma forma de governança global e uma convivência que inclua a todos na única e mesma Casa Comum. Para isso é forçoso rever conceitos-chaves, que como bússola nos possam apontar um novo norte. Boa parte da crise atual se deriva de premissas falsas.
O primeiro conceito a rever é o de desenvolvimento. Na prática ele se identifica com o crescimento material, expresso pelo PIB. Sua dinâmica é ser o maior possível, o que implica exploração desapiedada da natureza e a geração de grandes desigualdades nacionais e mundiais. Importa abandonar esta compreensão quantitativa e assumir a qualitativa, esta sim como desenvolvimento, bem definido por Amartya Sen (prêmio Nobel) como “o processo de expansão das liberdades substantivas”, vale dizer, a ampliação das oportunidades de modelar a própria vida e dar-lhe um sentido que valha a pena. O crescimento é imprescindível pois é da lógica de todo ser vivo, mas só é bom a partir das interdependências das redes da vida que garantem a biodiversidade. Em vez de crescimento/desenvolvimento deveríamos pensar numa redistribuição do que já foi acumulado.
O segundo é o manipulado conceito de sustentabilidade que, no sistema vigente, é inalcançável. Em seu lugar deveríamos introduzir a temática, já aprovada pela ONU, dos direitos da Terra e da natureza. Se os respeitássemos, teríamos garantida a sustentabilidade, fruto da conformação à lógica da vida.
O terceiro é o de meio-ambiente. Este não existe. O que existe é o ambiente inteiro, no qual todos os seres convivem e se interconectam. Em vez de meio ambiente faríamos melhor usar a expressão da Carta da Terra: comunidade de vida. Todos os seres vivos possuem o mesmo código genético de base, por isso todos são parentes entre si: uma real comunidade vital. Este olhar nos levaria a ter respeito por cada ser, pois tem valor em si mesmo para além do uso humano.
O quarto conceito é o de Terra. Importa superar a visão pobre da modernidade que a vê apenas como realidade extensa e sem inteligência. A ciência contemporânea mostrou e isso já foi incorporado até nos manuais de ecologia, que a Terra não só tem vida sobre ela, mas é viva: um superorganismo, Gaia, que articula o físico, o químico e as energias terrenas e cósmicas para sempre produzir e reproduzir vida. Em 22 de abril de 2010 a ONU aprovou a denominação de Mãe Terra. Este novo olhar, nos levaria a redefinir nossa relação para com ela, não mais de exploração mas de uso racional e respeito. Nossa mãe a gente não vende nem compra; respeita e ama. Assim com a Mãe Terra.
O quinto conceito é o de ser humano. Este foi na modernidade pensado como desligado, fora e acima da natureza, fazendo-o “mestre e senhor”dela (Descartes). Hoje o ser humano está se inserindo na natureza, no Universo e como aquela porção da Terra que sente, pensa, ama e venera. Essa perspectiva nos leva a assumir a responsabilidade pelo destino da Mãe Terra e de seus filhos e filhas, sentindo-nos cuidadores e guardiães desse belo, pequeno e ameaçado Planeta.
O sexto conceito é o de espiritualidade. Esta foi acantonada nas religiões quando é a dimensão do profundo humano universal. Espiritualidade surge quando a consciência se apercebe como parte do Todo e intui cada ser e o inteiro Universo sustentados e penetrados por uma força poderosa e amorosa: aquele Abismo de energia, gerador de todo o ser. É possível captar o elo misterioso que liga e re-liga todas as coisas, constituindo um cosmos e não um caos. A espiritualidade nos confere sentimento de veneração pela grandeza  do universo e nos enche de autoestima por podermos admirar, gozar e celebrar todas as coisas.
Temos que mudar muito ainda para que tudo isso se torne um dado da consciência coletiva! Mas é o que deve ser. E o que deve ser tem força de realização.
Leonardo Boff é autor de Opção-Terra:a solução para a Terra não cai do céu, Record 2010

Professor Adail- O Mapa dos 38 Milhões de Refugiados


Uma cifra recorde de 38 milhões de pessoas encontram-se deslocadas de seus lares pela violência em diversas partes do mundo, segundo um relatório apresentado hoje na sede de Nações Unidas em Genebra.


O estudo do Observatório de Deslocação Interna (IDMC) reflete que no ano passado, 30 mil seres humanos abandonaram suas casas diariamente ante o auge dos conflitos e as crises humanitárias vinculadas aos mesmos.
A quantidade de pessoas nessa dramática situação equivale ao total dos habitantes de populosas cidades como Londres, Nova York e Pequim, um palco que reflete a urgência de deter as hostilidades no planeta e de abrir espaços para a solução pacífica das diferenças.
“Trata-se das piores cifras de deslocamentos forçadas em uma geração, o que deixa evidente nosso fracasso absoluto para proteger civis inocentes”, advertiu Jan Egeland, secretário geral do Conselho Norueguês para Refugiados, que inclui o IDMC.
De acordo com o reporte 2015, tão só no ano passado se incorporaram 11 milhões de pessoas à lamentável estatística, alimentada por conflitos como os da Síria, Ucrânia, Iraque, República Centroafricana, Sudão do Sur, Iêmen, Líbia e a República Democrática do Congo.
Para Egeland, os gerenciamentos diplomáticos, as resoluções da ONU, os acordos de cessar-fogo e as conversas de paz têm perdido a batalha contra homens armados sem piedade, motivados por interesses políticos e religiosos.
Este relatório deveria ser considerado um tremendo sinal de alarme, que possibilitasse romper a tendência marcada por milhões de seres humanos, entre eles muitas crianças, aprisionadas em zonas de conflito, sublinhou.
Por sua vez, o alto comissário adjunto das Nações Unidas para os Refugiados, Volker Turk, disse a propósito do reporte apresentado em Genebra, que os confrontos impõem a desesperança e disparam o fluxo humano.
Muitas das pessoas nesta situação cruzarão fronteiras e se converterão em refugiados, além de arriscar suas vidas por escapar da violência, afirmou.
Turk recordou a tragédia que nos últimos meses vive o Mediterrâneo, cujas águas se converteram em um cemitério para milhares de seres humanos que tentam chegar à costa européia, procedentes de crises armadas e da pobreza em estados africanos e asiáticos.
“A solução mais evidente consiste em um esforço supremo para propiciar a paz nos países devastados pela guerra”, sentenciou.
Cuba Debate

Professor Adail- Meio ambiente e os desafio de salvar o Solo

A degradação dos solos do planeta poderia acabar com a humanidade antes que a mudança climática provocado pelo homem, advertem científicos que reclamam um uso mais sustentável do vital recurso.
A civilização consome muitos mais recursos naturais dos que a Terra pode proporcionar de modo sustentável, advertiu uma mensagem do Secretário Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, ao se celebrar hoje no Dia Mundial do Meio ambiente.
O tema deste 2015, declarado “Ano Internacional dos Solos” pela 68 Assembleia Geral da ONU, é “Sete bilhão de sonhos. Um só planeta. Consome com moderação”.
Atualmente, muitos ecossistemas da Terra, entre eles os solos, estão chegando a um ponto de inflexão crítica.
A degradação dos solos a escala global aumenta de maneira alarmante com uma perda de seis milhões de hectares anuais, a causa sobretudo da atividade humana.
Com urgência, a Organização de Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) pediu a promoção de estratégias de manejo sustentável dos solos, devido à demanda de maior disponibilidade de alimentos, enquanto persistem 795 milhões de pessoas famintas e espera-se um ostensivo crescimento demográfico.
Numerosos especialistas asseguram que 60 por cento das terras do mundo estão degradadas, enquanto outros opinam que já todas os terrenos de cultivos têm determinado nível de degradação.
Para 2050, quando a população mundial supere os nove bilhões de habitantes, a produção agrícola deverá crescer um 60 por cento em nível mundial, e 100 por cento nos países em desenvolvimento, para satisfazer a enorme demanda de alimentos sãos e nutritivos.
95 por cento dos alimentos que a humanidade consome prove/provem desse meio natural qualificado pelos cientistas como um recurso não renovável.
No entanto, os degradados solos continuam muito ameaçados pela intensificação e o uso competitivo com fins florestais, agrícolas, pastorais e de urbanização.
A erosão, salinização, acidificação, contaminação química e o esgotamento de nutrientes obstaculizam as funções dos solos e afetam a produção alimentar.
Por tais motivos, a necessidade de uma Convenção Internacional do Solo e a importância deste recurso ante a atual mudança climática foram destacados na Oficina da Aliança Regional pelo Solo, realizada em Havana.
O foro é uma iniciativa da FAO dirigida a implementar ações em pró do manejo sustentável do solo na América Central, México e Caribe até 2019.
“Apesar de sua importância para a vida, o solo não possui uma convenção internacional como o clima”, apontou Theodor Friedrich, representante da FAO em Cuba.
O secretário da Aliança Mundial pelo Solo, Ronald Vargas, realçou também que esses ecossistemas não só são imprescindíveis para a agricultura.
“Realizam uma série de funções ambientais ao reciclar todos os nutrientes, regularizar o clima e as inundações, e sequestrar em suas profundidades dióxido de carbono (CO2), gás causador do aquecimento global”.
A FAO propõe aumentar o conteúdo de matéria orgânica dos solos, manter a superfície com vegetação, usar sabiamente os nutrientes, rotacionar os cultivos e reduzir a erosão, para aumentar em 58 por cento o rendimento agrícola para 2050

Professor Adail- Grécia Primeiro Calote dos Últimos 71 Anos na Europa

Com o ato, o país heleno também se tornou o maior devedor do fundo internacional, uma vez que deve no total 35 bilhões de euros (R$ 120 bilhões, aproximadamente), como resultado do plano de resgate acordado em 2010. Até o final do ano, a nação ainda deve pagar 5,5 bilhões de euros (R$ 19 bilhões).





Outros partidos

O Partido Comunista KKE se posicionou contra qualquer acordo entre a Grécia e os sócios europeus e pediu aos seus eleitores pelo voto nulo, rejeitando também a possibilidade de mais um resgate que Tsipras está disposto a assinar.

O "não", por sua vez, pôs de acordo grupos tão ideologicamente opostos ao Syriza, como a partido neonazista e de extrema-direita Aurora Dourada, que considera necessário dar um golpe nos membros da União Europeia.

Professor Adail- Os passos Do Golpe




Em resumo, Daiello disse o seguinte: "Estamos prontos para o golpe, e o ministro da Justiça não vai poder fazer nada".
E dá sinal verde para os delegados federais da seção Paraná desempenharem a sua parte no teatro da Lava Jato.
Sintomático que a entrevista se dê imediatamente após ao processo de auto-fritagem que o ministro da Justiça, Luiz Eduardo Cardozo, protagonizou semana passada.
Cardozo deu entrevista, aos órgãos do golpe, em que fazia acusações a seu próprio campo político.
Ou seja, colaborou para o processo de criminalização do PT. E isso no auge da maior crise de imagem já vivida pelo partido.
Cardozo foi leviano, irresponsável e, sobretudo, traidor.
As críticas à maneira como a Lava Jato vem sendo conduzida não são apenas do PT.
Eu não sou do PT, por exemplo, e a critico.
A OAB não é petista e critica.
A comunidade jurídica não é petista e critica.
Um dos maiores penalistas do mundo, ex-ministro da suprema corte da Argentina, Raul Zaffaroni, não é petista e chamou a Lava Jato de golpe de Estado. Como a entrevista não foi publicada na Veja, nem no Globo, e sim na Carta Maior e no Cafezinho, o ministro da Justiça não deu bola.
Se um zé ruela acusar o ministro no Estadão, ele responde na hora, talvez com uma entrevista à TV Veja. Se o ex-ministro da suprema corte argentina e um dos maiores penalistas do mundo dá entrevista à mídia alternativa, Cardozo finge ignorar.
Até mesmo alguns setores da direita, que prefiro nem citar aqui, estão criticando o fascismo judicial por trás da Lava Jato.
Sergio Moro e os procuradores praticam chantagem e ameaça judicial, envolvendo até mesmo a família dos réus, para forçar delações premiadas, as quais são tratadas como provas e vazadas seletiva e ilegalmente à imprensa.
Réus são presos e depois a PF vai atrás de provas para incriminá-los. Qualquer coisa serve.
O ministro da Justiça lavou as mãos. E fez questão de fazê-lo na frente de todos.
Para cúmulo da cretinice, ainda vaza essa nota para Monica Bergamo, da Folha:
fonte- o cafezinho

sábado, 4 de julho de 2015

Professor Adail- O Triste Fim do Governo Dilma.


O Segundo semestre promete ser um dos mais atribulados dos últimos tempos no campo da Politica Institucional que só ocorreu na era  Vargas, que o Levou ao suicídio, e  de Fernando Collor de Melo, que foi Impeachmado (cassado) nos anos 90. Para este segundo  semestre acredito que Dilma Rousseff  Presidenta  do Brasil terá o mesmo Triste, e Trágico fim a exemplo de Collor.

Não quero aqui ser um agorento das mazelas de ninguém, apenas faço uma releitura de situações passadas e as configurações politicas que o Brasil atravessa nesse instante  propositalmente pela elite de sempre. Se Dilma Não cair, balança.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Professor Adail- A Contra Gosto do FMI e Mundo Dolarizado, Vem aí o Banco dos BRICS

Definitivamente Uma Péssima Noticia  para os que tentaram desconstruir a Ideia de Um Banco
Dos BRICs.

Fundo de reserva com US$ 100 bi deve entrar em funcionamento em 30 dias; na cúpula do grupo será discutida a possível incorporação da Grécia ao banco

O parlamento chinês aprovou, na última quarta-feira (01/07), a criação do NBD (Novo Banco de Desenvolvimento). Assim, a sessão inaugural do organismo será realizada já na próxima terça (07/07) em Moscou e a expectativa é que o fundo de reserva dos Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), com o montante de US$ 100 bilhões, entre em funcionamento em 30 dias. A aprovação da chinesa era a única que faltava para o banco operar.

De acordo com o Itamaraty, o "instrumento contribuirá para promover a estabilidade financeira internacional" e tem como objetivo “prover recursos temporários aos membros do Brics que enfrentem pressões em seus balanços de pagamentos. (…) O mecanismo também reforçará a confiança dos agentes econômicos e financeiros mundiais e mitigará o risco de contágio de eventuais choques que possam afetar as economias do agrupamento”.
A expectativa é de que o grupo, que realizará uma reunião de cúpula entre os dias 8 e 9 de julho em Ufa, na Rússia, discuta a uma possível incorporação da Grécia ao banco dos Brics.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Professor Adail- Cunha Agiu Como Désposta na Redução da Maioridade Penal

O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), afirmou nesta quinta-feira (2), que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), agiu como um "déspota" ao colocar em votação o projeto de redução da maioridade penal que já havia sido votado. Ele defendeu que o Supremo Tribunal Federal impeça a "marcha desse erro legislativo".

O presidente da Câmara e sua trupe de sectários cometeram essa atrocidade institucional movidos pelo desejo de encarcerar adolescentes. Foram vencidos na votação da PEC da Redução da Maioridade Penal na madrugada da terça-feira, mas, contrariados porque perderam, apresentaram uma proposta alternativa para que a sua obstinação desarrazoada prevalecesse", afirmou o senador em discurtso na tribuna do Senado.

Segundo Costa, a manobra para aprovação do projeto é "tão suja" como qualquer conduta que aqueles parlamentares pretenderam criminalizar nos jovens e criticou a política do quanto pior, melhor da oposição tucana que apoioi o projeto de Cunha.

"Aprovam o desmantelamento da previdência social, prejudicando o futuro das aposentadorias brasileiras, defendem aumentos salariais de até 78% para servidores públicos e, nesta madrugada, mostraram a proposta que tem a oferecer para a juventude brasileira: a cadeia. Já se foi o tempo em que o PSDB vivia no limite da irresponsabilidade. Agora, ele atravessou o rubicão", rebateu.

O senador reafirmou que vai se posicionar contrário ao projeto contra essa "mentalidade fascista que querem fazer frutificar no país".
 

Do Portal Vermelho, com informações de agências

Professor Adail- Ministro do STF: Cunha abandonou a Constituição, um retrocesso

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello criticou nesta quinta-feira (2), a manobra regimental utilizada pelo presidente da Câmara dos Deputado, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para aprovar o texto que reduziu a maioridade penal de 18 para 16 anos.


Foto: STF
"Vivenciamos tempos estranhos", disse o ministro Marco Aurélio de Mello"Vivenciamos tempos estranhos", disse o ministro Marco Aurélio de Mello
"A matéria constante de Proposta de Emenda à Constituição rejeitada ou havida por prejudicada não pode ser objeto de nova proposta na mesma sessão legislativa. E nesse período muito curto de 48 horas, não tivemos duas sessões legislativas", afirmou Mello, em entrevista à Radio Estadão.

A sessão legislativa é o período de atividade normal do Congresso a cada ano, de 2 de fevereiro a 17 de julho e de 1º de agosto a 22 de dezembro. Cada quatro sessões legislativas, a contar do ano seguinte ao das eleições parlamentares, compõem uma legislatura.

"Vivenciamento tempos muito estranhos. Com perda de parâmetros, abandonos de princípios. Não se avança culturalmente assim. Abandonando a Constituição Federal, isso é um retrocesso", enfatizou o ministro.

O ministro do STF também se manifestou contrário à redução da maioridade penal. "Não é a solução, e acaba dando uma esperança inútil à sociedade. Como se após esta redução, tivéssemos melhores dias. Precisamos combater as causas", declarou.
 

Do Portal Vermelho, com informações do Estadão

domingo, 28 de junho de 2015

Os Nazifascistas atacam mais uma vez em São Paulo


Passaram-se quase 100 anos da Ultima Guerra Mundial, mas as fissuras e os resquícios deixado por ela ainda continuam a pulsar em algumas das grandes metrópoles do mundo.  Este final de Semana, em um restaurante situado em Bairro Nobre  se São Paulo, o Ex-Ministro da Fazenda Guido Mantega,  enquanto jantava  foi Vitima da ação de um grupo de neonazistas.

Quem os alimenta estes Grupos que vem a cada dia se multiplicando no Brasil, principalmente
nos últimos quatro anos?

O que os motiva este Ódio desmedido, desproporcional as figuras publicas principalmente Ex-agentes do Governo Lula e Dilma.

Será que tem Grupos elitistas envolvido por trás dessas praticas bandidas acoitadas pala mídia?
É Urgente repensar até que ponto a sociedade democrática e republicana possam aceitar os poderes
publicas ou privados serem coniventes com situações e provações que se pensava eliminada.

Prof: Adail


quarta-feira, 24 de junho de 2015

Professor Adail- Quando o assunto é Educação Todos são oposição


Querer Jogar todas as mazelas da educação nas costas dos professores, é tirar de si e tentar terceirizar uma responsabilidade histórica das péssimas condições que se encontra maioria das escolas publicas do País. Que fique claro, que quando o assunto é educação, Governos, seja de direita, ou de esquerda, afinam seus discursos em direção contraria aos interesses dos pobres e dos professores. Professor Adail

domingo, 21 de junho de 2015

Professor Adail-Escolas estão se transformado em Verdadeiros depósitos Humanos


A Educação pública no Brasil está esfacelada há anos. Os que não percebem isso é porque não conhecem o outro lado do muro. 

Em algumas cidades não passam de um mero depósito humano tutelados pelo o Estado, a cuidados de professores que formaram-se para outra missão. 

Uma solução seria repensar os currículos que contemplem ao mesmo tempo os conhecimentos que são hoje tão cobrados nas bancas pedagógicas.

Esses prévios conhecimentos trazidos pelo os alunos passam distantes dos pipas e das brincadeiras de bonecas, mas amarrados as novas tecnologias de ponta, que represente a nova realidade dessas gerações de criançada adolescente.

Romper barreiras é Também tarefa de nós professores, de não ter medo de se reinventar quando é Preciso, e pelo que se constata já estamos bem atrasados. Prof. Adail. Formado em Historia e Geografia, pós-graduado e Pedagogo.